sábado, 20 de novembro de 2021

A face sombria da carência

 


A carência machuca profundamente.

Uma pessoa carente normalmente leva este tipo de sensação aos diferentes lugares em que transita.

Tem um constante sentimento que lhe falta algo, como se literalmente houvesse um buraco em seu coração.

Por mais que esteja rodeada de pessoas, se sente insegura, ansiosa e sozinha.

Como se a família, os amigos e a vida afetiva não fossem suficientes, e houvesse um déficit emocional, gerando profundo desconforto e incerteza.

Muitas vezes pessoas que apresentam este tipo de quadro psíquico, passaram por diferentes situações de desemparo, desamor e indiferença na infância.

Em outras palavras a causa mora em uma deficiência afetiva, gerada em seu período infantil.

As vezes a pessoa pode imaginar, que com o tempo isto se resolve, mas na prática isto não se mostra.

O que geralmente acontece é que a pessoa fica paralisada emocionalmente em sua primeira infância (estacionada no tempo).

Como se esperasse que a mãe ou quem a criou, fornecesse carinho e amor até o presente momento.

Sendo assim ela projeta nos parceiros e parceiras afetivas, toda carência e falta de amor, não recebida quando ela era uma criança.

Como você pode perceber isto na prática?

Olhando as suas relações.

Pois quando dois “adultos” brigam e discutem de forma acalorada, no fundo são duas crianças, desejando ardentemente carinho, amor e atenção.

Nas brigas uma pessoa trás todo o conteúdo emocional do passado, sua carência, dores e traumas e lança sobre o outro. Para que o outro resolva sua dor.

Isto não funciona, pois a única pessoa que consegue ter acesso a esta ferida gerada na infância, é a própria pessoa.

Ela precisa com a ajuda de um profissional, ir até o evento, ver, limpar, elaborar e integrar a questão. Para que este buraco emocional seja suprido.

Os complexos são autômatos de acordo com Carl Gustav Jung, ou seja, eles tomam a pessoa, agindo na vida do ser sem a vontade do ego.

O complexo se torna um problema, quando ele está negativado por conta de algum tipo de trauma emocional.

Ou seja, a pessoa quando tem este complexo ativado, age no piloto automático. Em suma, ela diz e faz determinadas coisas, que em estado normal de consciência não faria. Mas quando está tomada pelo complexo do abandono, da rejeição e de inferioridade ela faz.

Por isto tratar a carência na origem é essencial, pois só assim a pessoa conseguirá ter plena consciência da atuação dos complexos em sua vida, e conseguirá lidar melhor consigo e com o outro.

A grande dificuldade não é lidar com o outro, mas sim lidar consigo mesmo, perante o outro.

A vida afetiva, pode proporcionar verdadeiros gatilhos emocionais das dores, ocultas pelo tempo.

Afinal quando se está na presença do outro, este pode tocar em determinadas feridas, que a pessoa já havia “esquecido”, pelo mecanismo de defesa de sua própria sobrevivência.

Isto não é uma frescura, ou algo fútil. Muito pelo contrário, faz parte da vida do ser e consequentemente é fundamental que a pessoa olhe isto, com um profissional capacitado para tal.

Quando a pessoa está na face sombria da carência, ela busca suprir esta lacuna emocional, com outras pessoas. O que é o mesmo que tomar água salobra, pois ela nunca fica de fato saciada.

E torna-se um ciclo vicioso, em que ela pede atenção, carinho e amor de terceiros. Isto de forma geral acaba sufocando o outro, que se torna mais frio e hostil.

Em alguns casos há o rompimento da relação e a pessoa se sente, fracassada e com baixa autoestima, sentindo como se não fosse boa o bastante para ter uma relação significativa e satisfatória.

E o ciclo volta a se repetir.

Esta situação só cessará quando ela for na origem. Que estão nos complexos ativados de forma negativa e o trauma de infância. Sem isto, este ciclo continuará atuando constantemente na vida da pessoa.

E se você sente, que agora está na hora de lidar melhor com esta questão dentro de você, e deseja a minha ajuda, para percorrer este caminho. Vou deixar abaixo alguns possíveis caminhos.

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Abraços.

 

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Adriana Mantana

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

O trauma de infância e as suas consequências na vida adulta.

 


A natureza do corpo é feminina.

Seja a pessoa, tendo um corpo biológico masculino ou feminino.

Quando uma pessoa tem dificuldade com o seu corpo, existe uma grande probabilidade de existir algum tipo de mágoa, ou desconforto profundo em relação a própria mãe.

Como sei disto? Através de minha vivência pessoal, nos atendimentos e estudos aprofundados sobre este assunto.

Uma pessoa pode se agredir fisicamente, seja por meio de um auto pugilato corporal, alimentação desregrada ou falta de autocuidado.

Não sei você, mas eu já fui capaz de pagar um ano de academia e ir somente três vezes.

Simplesmente não conseguia ir, mas sabia que precisava. O mesmo acontecia com doces, massas e diferentes tipos de guloseimas, sabia que precisa passar por um processo de reeducação alimentar, mas na prática mesmo, não fazia.

Até que de tanto procurar a raiz desta questão, cheguei aos estudos aprofundados sobre o tema.

E claro, imediatamente me sentei e comecei praticar os exercícios terapêuticos de autoaplicação e Integração Emocional®.

Fechei os meus olhos e voltei mentalmente, e emocionalmente ao ano de 1986 quando eu tinha entre 6 e 7 anos, me deparei com a minha mãe com um cinto nas mãos, não vou descrever aqui os detalhes do trauma, pois senão este artigo será bem longo.

Não vou aprofundar sobre como este exercício terapêutico que eu utilizei, mesmo porque ele é profundo e visceral, traduzir em palavras além de complexo, ele perderia a essência do sentir.

O fato foi que após eu ter feito este exercício, visto, chorado, elaborado e integrado minhas emoções. Minha relação com o meu corpo, academia e doce mudaram completamente.

Acredite eu passei anos de minha vida, buscando respostas para resolver esta questão que me incomodava profundamente.

Portanto qual é a conclusão? A relação com o corpo tem relação direta com a mãe.

O fato de termos passado 9 meses no ventre, conta bastante, afinal o mundo da criança, sem dúvida é a própria mãe.

A espécie humana passa por dois tipos de gestações: A intrauterina e a extrauterina.

A intrauterina é aquela biológica com a duração de 9 meses, a extrauterina é uma gestação que dura até o primeiro ano da criança.

Neste processo a criança fica totalmente imersa no mundo da mãe, então os pensamentos e emoções são transmitidos, com facilidade.

Muitas pessoas não se recordam de absolutamente nada na infância, isto por si só, já é algo suspeito.

Afinal, quais foram os impactos e dores, que ela passou, para que o seu mecanismo de defesa ativado?

Faça esta pergunta para si mesmo, se você se identifica com isto e não se recorda de sua infância.

O papel da mãe é de extrema importância para todas as pessoas, Bert Hellinger já dizia: Quem é capaz de se alegrar com a mãe, será capaz de se alegrar com a vida. E a mãe tem a face do sucesso.

Ou seja, se houver algum tipo de questão pendente com a mãe, com certeza isto causará um impacto em praticamente todas as áreas da vida da pessoa.

Dependendo de como foi o trauma ou dor do passado, isto pode impactar uma área, ou todas.

Por isto o corpo também faz parte, pois quem foi o receptáculo para a sua formação? A mãe não é mesmo.

Fugir não resolve, o que resolve é ver, limpar, elaborar e integrar.

Nas constelações familiares dizemos que é preciso tomar o amor dos pais, com gratidão, aceitação e alegria.

Mas como fazer isto com tanta dor, trauma, rejeição, abandono e medo no coração?

Primeiro olha-se esta dor, com autoaceitação, autorrespeito, autoamor e auto perdão, para depois que tudo estiver limpo, elaborado e integrado, você consiga de verdade tomar o amor dos pais, de forma verdadeira e genuína.

A constelação não é um fim em si mesma, ou seja, ela mostra o que está acontecendo no sistema da pessoa.

Porque o que faz a diferença na vida do ser é a mudança mental e emocional da postura, perante a família.

E não se trata de algo para ser feito, mas sim sentido com o coração.

Por isto uma pessoa, só conseguirá tomar verdadeiramente os pais e a vida, como ela se apresenta, depois que olha e enfrenta o seu abismo emocional, com a ajuda de um profissional qualificado.

Pois se ela não navegar em suas águas profundas, onde realmente mora o problema, a constelação não servirá para mudar a postura.

Em outras palavras, será somente um teatro, sem um resultado verdadeiro para a vida da pessoa que contratou uma constelação familiar.

A chave está em percorrer todos os caminhos, os sombrios e os claros, para que a postura seja leal aos sentimentos.

Caso queira a minha ajuda com relação a este percurso, pode escolher agendar uma sessão de terapia, fazer um de meus cursos, ou agendar uma constelação familiar.

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Adriana Mantana

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Quanto mais uma pessoa se valoriza, mais ela é valorizada.

 




Você se valoriza?

Era uma tarde ensolarada, estava entrando na casa de minha mãe e notei que uma determinada pessoa, saiu dos meus grupos que até então ela fazia parte.

Senti uma fisgada no estômago, era uma pessoa que particularmente considerava muito, e até a considerava como uma amiga.

Perguntei o motivo de ter saído dos grupos de forma tão abrupta, ela não respondeu nada. Simplesmente ignorou a minha pergunta e seguiu em silêncio.

Algum tempo depois, notei que ela havia me bloqueado, impedindo que eu me comunicasse com ela.

Estes grupos eram voltados para questões terapêuticas, tanto física, mental e emocional.

No meu afã de ajudar, eu não cobrava absolutamente nada naquela época, fazia aquilo com o único exclusivo objetivo de ajudar.

Três meses depois, vi que esta determinada pessoa, tinha criado grupos com a mesma temática, que os meus, só que com um pequeno detalhe. Nos grupos dela, ela cobrava.

Demorei um tempo para ressignificar isto. Hoje já não me afeta mais.

Sinto carinho, por esta pessoa, mas já não tenho proximidade e nem o vínculo de amizade, que outrora eu tinha.

Como o mundo gira e com certeza é bem pequeno.

Faz um tempo, fui comprar um frango assado em minha cidade, e eis que me deparei exatamente com esta pessoa.

Entrei no estabelecimento e ela veio ao meu encontro. Me pediu desculpas e ficou emotiva. Eu disse para ela, que não precisava perdoá-la, pois não guardava mágoa em meu coração (o que era verdade, pois já tinha feito vários exercícios, para resolver aquela pendência dentro de mim). Disse que ela precisava se perdoar, nos abraçamos e voltei para casa.

A minha filha, que estava com 15 anos na época, e sabia de todo o ocorrido, ficou em silêncio e disse no linguajar de adolescente:

- Mãe, fiquei de cara.

E não disse mais nada, voltamos em silêncio para casa. Eu fiquei refletindo.

Este episódio me fez refletir e aprender lições importantes, sobre a autovalorização, o limite da confiança, e o poder nocivo da inveja na vida das pessoas. Era uma pessoa que frequentava a minha casa e eu dava muita liberdade para ela.

Depois deste aprendizado, passei a cobrar por meus grupos e programas terapêuticos, pois notei que mesmo com muito conteúdo, não conseguia cobrar absolutamente nada.

Portanto a verdade, era que eu não me valorizava. E se eu não me valorizava, quem iria me valorizar, não é mesmo?

Com relação a confiança, notei que algumas pessoas são confiáveis e outras nem tanto, que é preciso ter uma linha divisória, e dar valor ao senso interno da intuição e percepção.

No fundo eu já sentia que esta pessoa não era tão confiável assim, e que ela nutria certa inveja de mim. Mas naquela época, eu fazia a famosa vista grossa.

A vida envia mensagens e lições, através das pessoas.

Cada ser humano é uma mensagem.

Se ignoramos a mensagem, a dor bate a porta, com o intuito de nos fazer enxergar com clareza e evidência.

Passei a valorizar muito o silêncio, para ouvir o que o meu sentir, tem a dizer desde então. E atualmente valorizo absolutamente tudo em mim, o meu conhecimento, o meu passado, minha vida, filhos, trabalho, relacionamento, família, corpo e saúde.

E posso te garantir que tudo mudou.

Viver com alegria, centramento e fluidez não tem preço.

Felizmente o autovalor é aprendido. Quanto maior a autovalorização, mais abundante a pessoa se torna, em todos os sentidos.

Quais são os sintomas de uma pessoa que se valoriza?

1.    Se coloca em primeiro lugar

2.    Se ama de forma incondicional

3.    Se perdoa com facilidade

4.    Não se sente culpada

5.    Dorme bem

6.    Tem alegria de viver

7.    Consegue ter uma relação afetiva significativa

8.    Vida financeira e profissional leve e próspera

9.    Cuida do corpo e alimentação com leveza e alegria

10. Tem uma relação interna nutritiva com os pais

Poderia enumerar outros sintomas, mas vou me ater a estes.

Isto eu percebi na prática.

Mas tudo isto só se fez realidade, quando eu sentei e pratiquei os exercícios terapêuticos que ensino, para meus clientes em consultório.

Se existe uma coisa séria neste mundo, com certeza é um processo terapêutico, de autoconhecimento e autocura.

Pois toda a vida externa, é o reflexo deste mundo interior, mas isto eu acredito que você já sabia, não é mesmo?

A questão aqui é que não basta saber, é preciso navegar nas águas profundas, olhar as dores do passado, que não foram resolvidas.

A minha lição de autovalor, veio através de um episódio muito desconfortável para mim.

E para você qual é a sua dor?

Caso queira a minha ajuda em seu processo, vou deixar os links abaixo de um curso com exercícios terapêuticos (que eu pratiquei) e o link para o agendamento de sessão de terapia.

Mas antes disso, gravei um vídeo para o perdão, para assistir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.

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Adriana Mantana

 


sábado, 13 de novembro de 2021

Descubra como a relação a dois, pode favorecer a autocura.

 



As adversidades de uma relação a dois, começam nos bastidores internos de cada ser.

Os reflexos são os sintomas, que podem se manifestar através das brigas constantes, do ciúme, da insegurança, do medo do abandono, medo da rejeição e todas as outras possíveis manifestações desagradáveis de um relacionamento em crise.

O ser humano é complexo, não só em suas áreas de atuação externa, mas principalmente internamente.

Quando existe algo desconfortável acontecendo na vida a dois, é preciso avaliar o que isto representa emocionalmente para a pessoa, que sente este tipo de desconforto.

Imagine que estamos buscando um tesouro, temos um mapa e uma bússola nas mãos. É um dia de sol, estamos sozinhos caminhando por um deserto. A sede bate à porta, nossos pés doem, nosso estômago se encontra vazio, mas uma coisa nos consola, pois sabemos que vamos encontrar um tesouro magnifico em breve, mas precisamos atravessar aquele deserto, enfrentar o medo, a fome, a dor e todas as adversidades, pois um oásis nos aguarda com o nosso tesouro, com a fonte infinita de abundância e sabedoria.

Sabendo de todos os benefícios do tesouro e do oásis logo a frente, você pararia?

Entenda que no exemplo acima, a pessoa não corre o risco de morte, mas precisa percorrer a jornada no deserto.

Se houver a parada no deserto (desistir do percurso), ela renuncia ao tesouro e neste caso morre por insolação, queimada no sol, ou no frio da noite.

Com os problemas do dia a dia em uma vida a dois acontece o mesmo, existem os problemas, as dores emocionais, que são inerentes ao contato humano tão próximo e íntimo.

Machuca porque são dores que moram no passado, infância e adolescência da pessoa, que são remexidas na presença do parceiro, ou parceira.

Se a pessoa compreende que tudo isto faz parte de uma jornada de expansão de consciência e autocura, vai entender que o relacionamento afetivo, pode ser um grande gerador de autoconsciência.

Em outras palavras, o relacionamento funciona como uma forma de bussola, uma forma de mostrar aquilo que precisa ser visto, limpo, elaborado e integrado.

Ele pode oscilar entre os momentos do deserto interno, onde a pessoa se sente sozinha, triste, insegura e carente. E os momentos de oásis, onde tudo está bem.

E o tesouro Adriana? Que tesouro é este?

O tesouro é encontrar o verdadeiro si mesmo, o Self na psicologia, ou em uma linguagem mais esotérica a centelha divina.

O tesouro é a parte perfeita em nós, que não tem medo, insegurança, carência, ansiedade ou angústia, esta parte simplesmente é.

Quando esta reconexão é feita, o Self fala e direciona os caminhos do ser, e acredite sua vida afetiva deixará de ser um problema.

Trata-se, portanto, de um verdadeiro tesouro, que vale muito a pena. Pois ao olharmos o outro, através dos olhos do Self, vem o entendimento, vem a aceitação e o amor incondicional.

Você pode estar achando que isto é difícil demais, que é preciso ir para o Himalaia, ou virar um monge, ou qualquer coisa do gênero.

Nada contra se você quer ir para um mosteiro, ou para o Himalaia.

A questão é que não há necessidade disto precisa, pois se você tem uma área afetiva, você está literalmente com a faca e o queijo na mão, se você fizer o percurso, e compreender que uma relação à dois é a chave, da autocura e do autoconhecimento em um grau máximo.

Se a vida é uma escola, a vida a dois é uma universidade.

Se você sair do paradigma de que um relacionamento foi feito para trazer a felicidade e um final feliz, para um relacionamento afetivo que auxilia o processo de autocura. Você passará a ver o parceiro ou parceira, como professores do caminho, o que vai amenizar um pouco o alto nível de expectativa em relação ao outro.

E isto favorecerá o encontro do verdadeiro tesouro, que é o Self. Este sim, pode trazer a felicidade plena, a sabedoria, a paz e o equilíbrio incondicionalmente. O amor perfeito!

Portanto, se você está passando por algum tipo de revés em sua vida a dois, busque ajuda, se não souber como lidar com você, perante tudo o que está enfrentando.

Busque profissionais qualificados, que sabem e que passaram por questões similares a que você está vivendo agora.

Desta forma, conseguirá fazer o percurso de entrada em seu mundo interno e saída, em segurança.

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Gravei áudios terapêuticos para alinhar o relacionamento afetivo. O nome do programa é Meu relacionamento e eu, utilizo estes exercícios também com os meus clientes em consultório, para adquirir CLIQUE AQUI 

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Adriana Mantana

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

A vida afetiva é uma bússola das feridas emocionais.

 


 

Uma vida afetiva inicia no ventre da mãe.

Afinal para construir uma vida cheia de afeto é importante compreender que este primeiro contato, é algo muito importante para a construção da psique humana.

O ego se torna totalmente estruturante aos 21 anos. Ele se forma em etapas, no ventre, na primeira infância, na segunda infância e na adolescência.

Quando digo que a vida afetiva é uma bússola das feridas emocionais, quero dizer exatamente isto. A vida afetiva como uma norteadora do caminho emocional do ser humano.

Esta área sem dúvida alguma mexe profundamente, com tudo aquilo que foi marcante no ventre, na infância e adolescência. Me refiro as feridas propriamente ditas.

Para elucidar melhor, o complexo do abandono por exemplo.

Quando uma pessoa se relaciona com alguém que a faz se sentir abandonada, seja pelo motivo que for (trabalho, amigos etc.) ela sente a dor visceral do passado.

Ou seja, o relacionamento atual a remete para uma dor mais profunda.

E não adianta pensar, não vou fazer mais isto. Ou ter uma atitude motivacional. Isto não é frescura, mas sim algo antigo que precisa ser visto, limpo, elaborado e integrado. Caso contrário a pessoa continuará vivendo um eterno tormento emocional.

Muitas vezes pode se sentir abandonada pela família e amigos, não só na vida a dois.

Falo sobre a vida a dois, pois nesta área as emoções ficam extremamente evidentes, favorecendo este processo de percepção e consequentemente de integração emocional.

Coloquei o exemplo do complexo do abandono, pois ele é muito frequente.

A mãe desempenha um papel fundamental na formação da psique humana.

Não quero dizer com isto, que o papel do pai não é importante. Ele também tem o seu lugar, mas a mãe tem um contato mais próximo com a criança desde o início de sua formação no ventre.

O bebê ouviu, sentiu e se alimentou do que a mãe se nutria, em outras palavras o mundo da criança é o mundo da mãe.

Quando a criança nasce, ela passa por um processo de gestação extrauterina, que tem a duração de mais um ano.

Todo o ambiente emocional daquele lar, influencia na formação do seu ego.

Os complexos são transgeracionais, ou seja, são transmitidos de geração para geração.

Para compreender um pouco mais do seu ambiente psíquico, olhe para a sua família e veja quais são as maiores dificuldades emocionais. Isto te ajudará a ter um vasto material para se trabalhar internamente.

De acordo com Jung, uma pessoa não nasce como uma tábula rasa, em minhas palavras, como uma página em branco.

Ela recebe o conteúdo psíquico de sua família.

Por isto não basta querer parar de ter ciúmes, sensação de rejeição e abandono por exemplo.

Isto não será equacionado, enquanto a pessoa não penetrar em suas águas profundas.

Tudo isto que citei acima dormita no inconsciente da pessoa, fazendo com que ela aja no piloto automático, sem a consciência exata de onde isto vem.

Um parceiro ou parceira mostra o caminho através deles (dor e desconforto).

Se tornam pontes, pois aquilo que machuca emocionalmente e afetivamente alguém, muitas vezes não começou agora, mas sim no passado, no início de tudo.

A ideia neste artigo não é jogar a culpa nos pais, muito pelo contrário, afinal eles transmitiram aquilo que receberam.

O objetivo na verdade é trazer luz e consciência para estes blocos de dor, pois uma pessoa só consegue limpar e integrar, aquilo que percebe e se manifesta claramente em sua vida.

Muitas pessoas passam uma vida fugindo deste enfrentamento, pois acreditam que é doloroso demais.

No entanto, vivem uma vida dolorosa, com a sensação constante do medo do abandono, da rejeição, da traição e inseguras.

Viver assim já é uma dor, só que a conta gotas, o que não remete a solução. A vida se torna extremamente dolorosa a maior parte do tempo.

Então quando uma pessoa escolhe ver o que precisa ser visto, com a ajuda de um profissional, ela tem a possibilidade de ter uma libertação emocional, e qualidade de vida, pois ela para de reviver um sofrimento vivido no passado.

Obviamente olhar para estas questões não é confortável, afinal limpar um joelho ralado com água e sabão incomoda, no entanto, é o que resolve.

Por isto o mais seguro é fazer este percurso com um profissional que saiba sobre este processo, e principalmente que tenha vivido isto.

Pois ele poderá te auxiliar neste caminho de entrada, no seu mundo interno, e a saída dele, em segurança.

Não subestime o seu desconforto emocional afetivo, ele diz muito sobre você e a sua história familiar. Confie no processo!

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Adriana Mantana

 


terça-feira, 9 de novembro de 2021

Como lidar com os sintomas de uma vida caótica.

 


Nenhuma pessoa em plena consciência deixaria sua vida nas mãos de alguém.

Mas embora isto não seja algo consciente, a imensa maioria faz exatamente isto.

Um sentimento ferido pode durar uma vida toda, sem que a pessoa se dê conta disto e consequentemente ela pode se tornar amarga, cética, fria e distante por isto. Não preciso nem dizer o quanto isto gera um impacto negativo nas relações subsequentes.

E a pessoa acaba acreditando que existe alguma coisa errada com ela.

Isto não é uma verdade, mas é preciso fazer o caminho de entrada pois a solução se encontra dentro do ser. Não existe atalho e o famoso jeitinho para limpar feridas antigas e dolorosas da psique humana.

Costumo parabenizar os meus clientes quando iniciam sessões de terapia comigo, pois este movimento requer coragem.

E não se trata de qualquer coragem, me refiro a coragem de ser ver, de olhar para a criança maltratada, a adolescência e as questões pendentes e não resolvidas do passado.

E olhar a relação com os pais é essencial, por mais que a pessoa afirme: “Adriana, tenho uma relação ótima com os meus pais”. Se a realidade dela é caótica, a relação com os pais, pode não ser tão bem resolvida assim.

Basta se perguntar:

·         Eu me sinto amada como eu sou por meus pais?

·         Recebi atenção e cuidados na infância por eles?

·         Me sentia segura e aceita?

·         Tive consideração e estima de ambos?

·         Quem me levava para escola?

·         Quem me ajudou ler e escrever?

·         Quando estava triste, quem estava ao meu lado me amparando?

Por esta perguntas, a pessoa consegue ter uma noção de como foi a sua infância emocionalmente. Entenda que não quero culpar os pais, mas trazer para o ser, a consciência de sua realidade como ela foi. Sem ficar tentando fingir que nada aconteceu.

Entendo as leis sistêmicas, afinal também sou consteladora, no entanto para ser grata e amar os pais verdadeiramente, primeiro é preciso reconhecer a dor e o choro muitas vezes reprimido em tenra idade. Só assim a pessoa conseguirá de fato tomar o amor dos pais.

Sem isto, fazer uma constelação familiar se torna um teatro, sem o devido efeito na vida da pessoa.

Quantas vezes a pessoa repete um mesmo problema, justamente porque está fugindo do enfretamento real, aquele que fará toda diferença em termos de qualidade de vida e resultados.

Entendo perfeitamente, pois em alguns casos, ela pode não estar pronta, para a cura de suas feridas emocionais mais profundas.

Por isto disse que neste processo não tem atalho e nem jeitinho, pois depois que tudo isto é visto, limpo, elaborado e integrado a pessoa se transforma de dentro para fora. Mas isto demanda tempo e vontade.

Quando o ser chega no ponto final da dor, ela diz: “Chega! Não aguento mais, eu farei o que for preciso para solucionar esta questão e este desconforto interno”.

Neste momento ela está pronta!

Sem chegar neste ponto, ela ainda quer algo instantâneo e isto não é real, em se tratando da psique humana.

O ego deseja tudo para ontem, isto faz parte da função dele. Quer na hora e do jeito dele. Por isto tantas pessoas conseguem vender fórmulas mágicas, porque o ego deseja ardentemente que isto seja real.

As receitas prontas e rápidas podem até funcionar para algumas coisas, mas se você já tentou e não funcionou, quer dizer que para você, não funcionou, portanto, é preciso sair da areia da praia e aprofundar em seu oceano interno.

As águas profundas não são muito frequentadas, porque ninguém sabe ao certo o que sairá de lá. Talvez um monstro marinho, daqueles de filme de ficção. Ou um alienígena que veio de outro planeta. Mas no fundo mesmo, são as questões ancestrais dolorosas, os complexos transgeracionais e os traumas.

Uma pessoa pode estar com problemas sérios financeiros, ou afetivos e não se dá conta que pode ter um complexo de pobreza, ou até mesmo um complexo de inferioridade atuando fortemente em sua vida. Este complexo pode ser um complexo familiar, ou seja, foi transmitido de geração para geração.

Saber disto é importante? Com toda certeza.

Mas só saber não basta, é preciso ir até a raiz do problema para desatar de verdade este nó.

E sem terapia fazer isto fica muito complicado. Pois existem vários livros que a pessoa pode iniciar suas pesquisas, para fazer o auto tratamento. Mas isto vai demandar muito tempo, no meu caso foram mais de 15 anos.

Outra questão é que ela pode até tentar fazer sozinha, mas nas águas abissais não existe segurança, como mencionei acima, ninguém sabe ao certo o que sairá de lá. Mas quando existe a presença de um terapeuta qualificado, o caminho de entrada fica mais seguro, pois a pessoa entra e sai com a ajuda do profissional.

Como o mundo interno não é visto a olho nu ele tende a ser subestimado, mas os efeitos são evidentes através da realidade da pessoa.

·         Vida afetiva desestruturada

·         Vida financeira caótica

·         Saúde debilitada

·         Caos na vida profissional

·         Problemas familiares

·         Dificuldades nos relacionamentos interpessoais

E outros efeitos, que você pode estar sentido agora aí em sua vida.

Então navegar nas águas profundas pode até não ser confortável, mas acredite é o que realmente funciona.

Se você chegou no ponto de virada e não aguenta mais a realidade como ela se apresenta, vou deixar alguns possíveis passos para você abaixo, caso tenha sintonizado com o meu trabalho.

Mas antes gravei uma meditação de limpeza e centramento no meu canal do youtube, para ouvir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também. 

Gravei áudios com exercícios terapêuticos.  Para trabalhar seu relacionamento com sua mãe CLIQUE AQUI, para trabalhar o seu relacionamento com o seu pai CLIQUE AQUI 

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Adriana Mantana


Como tratar o complexo de inferioridade herdado da mãe?

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