quinta-feira, 28 de abril de 2022

Saiba Como Você Pode Melhorar a Sua Vida Pessoal e Afetiva com Apenas Três Letras.



 

A Dificuldade em Dizer não para o Parceiro, Pode Destruir Você.

As mulheres têm uma tendência em se colocar em segundo lugar.

Em alguns casos, infelizmente, até mesmo no último.

Pode ser uma tendência, por conta de nossas ancestrais que viviam nas cavernas.

Eram cuidadoras natas.

O problema é que não estamos mais na época das cavernas, o mundo mudou, mas as mulheres continuam tendo dificuldade em se priorizar.

Existe um excesso de sobrecarga em todos os níveis.

Já não é novidade que a mulher é multitarefa, ou seja, além de trabalhar fora, ela cuida dos filhos, da casa, da comida, do marido e o tempo que sobra (quando sobra) ela “cuida” dela.

Nunca em toda história, houve tanto ataque cardíaco ou até mesmo outros tipos de doenças em mulheres.

Doenças que era percebidas mais em homens, agora estão sendo observadas em mulheres.

Elas estão adoecendo!

O mundo mudou, mas as mulheres continuam com dificuldade de se posicionar e dizer.

  • Chega!
  • Não quero.
  • Não vou fazer.
  • Isto para mim é desconfortável.
  • Você ultrapassou os limites, chega!

Muitas adoecem na frente de todos, e “ninguém vê”.

O pior tipo de choro é o silencioso, aquele que se chora por dentro.

Onde a repressão interna é muito forte.

O culto à mulher guerreira é enaltecido.

Aquela que dá conta de tudo, mas que está exausta, triste, angustiada, porque não consegue suportar mais tanto peso.

A família em casos assim, muitas vezes se torna um fardo muito difícil de carregar.

E qual é a razão de tanto sofrimento?

Dificuldade de falar NÃO.

Estas são as TRÊS letras da virada.

Muitas mulheres fazem sexo com o marido, para não contrariar, porque no fundo ela mesma não está interessada, a libido está baixa, e ela cansada após um dia exaustivo de trabalho.

Se sente violada, humilhada, e mesmo assim, finge um orgasmo.

Isto machuca e vai causando cada vez mais um profundo afastamento dela mesma.

Isto é se colocar em último lugar!

Mas ela está perdida não sabe por onde começar.

Pode até pensar que a vida é assim mesmo.

Que é melhor ir levando.

E tudo isto porque ela tem algo terrível dentro dela, que a faz sacrificar tanto.

  • INSEGURANÇA.
  • Medo de ficar sozinha.
  • Medo de ser traída.
  • Medo de ser rejeitada.
  • Medo de não ser amada.

E exatamente por isto, ela continua seguindo a vida, do jeito que pode e dá.

Engolindo a própria dor.

Engolindo o próprio choro.

Atendo muitas mulheres em estados emocionais caóticos, justamente porque se reprimiram tanto.

Essa Mulher não consegue mais saber o que gosta, o que traz felicidade ou até mesmo qual o propósito de viver.

Algumas me dizem:

Faço tudo isto por meus filhos.

Eu até entendo, sei que as mães amam seus filhos.

Tenho dois filhos, sei como é.

Ano passado ao completar 25 anos de idade, meu filho saiu de casa e foi morar em outra cidade.

Não preciso nem dizer que me abalou, claro!

Mas os filhos vão embora.

E se eu não tivesse dedicado a mim, minha cura interna e ao que gosto de fazer, provavelmente teria desenvolvido a síndrome do ninho vazio.

Que é causada, exatamente em momentos como este, quando os filhos saem de casa.

Portanto, se colocar em primeiro lugar não é egoísmo, é uma NECESSIDADE.

Os filhos vão embora, a profissão pode mudar, o casamento pode acabar.

Mas se você, se tem como prioridade máxima em sua vida, acredite conseguirá dizer não com facilidade.

Conseguirá ter um tempo para você, relaxar e fazer o que gosta.

Pois já não terá mais a terrível insegurança, que aprisiona e sufoca.

Você pode pensar que isto é muito difícil.

Mas eu digo, que difícil é viver uma vida pela metade, sofrendo, se reprimindo e se contentando com o que sobra.

Sei que são palavras fortes.

Não me entenda mal, meu intuito com este artigo é contribuir de alguma forma com você.

  • Quando você fizer este movimento interno, seu parceiro vai te respeitar.
  • Quando você fizer este movimento interno, seus filhos vão te respeitar.
  • Quando você fizer este movimento interno, o mundo vai te respeitar.

Pois quando você se respeita e se ama, você é respeitada e amada.

Por isto, investir em si mesma é a melhor coisa a se fazer.

Se colocar em primeiro lugar não é algo fútil, muito pelo contrário trata-se de algo fundamental.

  • Sua saúde vai melhorar.
  • Sua vida vai melhorar.
  • Suas relações vão melhorar.
  • Seu estado emocional será outro.

Há um tempo criei o Desafio de se amar, que são exercícios terapêuticos para mulheres que desejam sair deste looping negativo, mas que não sabem por onde começar.

Eu fiz estes exercícios quando eu estava muito mal, depois do meu divórcio.

O que me ajudou muito!

Minhas clientes e alunas também, fizeram e tiveram um grande resultado.

Espero ter contribuído de alguma forma com você.

Ah, antes que me esqueça, caso tenha interesse em sair do looping negativo que citei neste artigo. 

Saiba como Entrar no Desafio de Se Amar. 

Fiz Questão de Colocar Exercícios Terapêuticos Mais Fortes, Direto ao Ponto e Secretos, para a Comunidade de Mulheres autênticas, 

que Desejam Secretamente Serem Mais livres para escolher. 

 

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

Adriana Mantana

 

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segunda-feira, 25 de abril de 2022

A crítica “construtiva” pode destruir você.



Você já se sentiu mal por ter sido duramente criticada?

Nenhuma crítica é construtiva, na minha opinião. Calma! Vou explicar a razão desta afirmação.

Toda crítica faz a pessoa, ficar contra ela mesma.

Ou seja, ela passa a se condenar por ser como ela é.

Sabe aquela frase: Fazendo de um jeito ou de outro, os outros vão te criticar. Portanto, faça!

Conheço uma mulher com um potencial incrível, que entrou em um processo profundo de estagnação e dor. Por que uma pessoa, com uma “boa intenção” à criticou de forma “construtiva”.

De acordo com a “bondosa” pessoa que à criticou. Ela validou a sua crítica “construtiva” dizendo que tinha dito aquilo, pois tinha um carinho muito grande por ela.

Depois daquele momento, esta mulher com o potencial incrível, entrou em uma ostra psíquica e nunca mais foi a mesma.

Você pode estar achando exagero meu, mas de fato não é.

Ninguém sabe quais são os traumas, dores e infância de uma pessoa, para simplesmente apontar o dedo e emitir as “críticas construtivas”.

O próprio Self de cada ser humano, direciona para os caminhos adequados para esta alma.

Portanto todo cuidado é pouco, ao falar dos sonhos, projetos e ambições dos outros.

O melhor tipo de blindagem que existe é a do autocuidado.

Em outras palavras, a pessoa se tratar melhor, do que trata o melhor amigo.

É reconhecer todos os esforços que fez ao longo da vida.

É reconhecer que fez o que pode.

É reconhecer que a culpa não leva a lugar nenhum.

É reconhecer os seus dons naturais.

Tudo isto só é possível, quando a pessoa se abre para perceber, que está tudo bem, em ser como é.

Para iniciar esta jornada do autoamor, a pessoa precisa primeiro reconhecer as suas raízes.

Vou dar um exemplo: Meu pai é muito forte, direto, firme e livre.

Minha mãe é independente, corajosa, estudiosa e dedicada.

Agora imagine como é minha personalidade ou o meu jeitão.

Eu sou a somatória dos dois, sou uma mulher forte, direta, firme, amo liberdade, sou independente, corajosa, estudiosa e dedicada.

Não tem como eu ser uma mulher meiguinha, isto vai contra as minhas origens e simplesmente não consigo ser assim.

Durante muito tempo em minha vida, fui taxada de autoritária, agressiva e grossa.

E sabe o que é o pior disto tudo? Eu acreditei.

Acreditei na maldade dos outros e me achava totalmente errada.

Queria ser diferente do que eu verdadeiramente era, eu lutei muito para tentar ser meiga, doce e delicada.

Mas no final depois de tantos cursos, formações e exercícios terapêuticos que fiz ao longo da minha jornada, eu finalmente consegui concordar com a minha essência.

E me amo como sou, me aceitei completamente.

Hoje sei que sou firme, confiante, segura, livre, independente, direta e objetiva.

A dor sumiu e não aceito mais as maldades alheias sobre o meu jeito de ser.

Me libertei deste julgo da crítica ‘construtiva”.

Ninguém precisa mudar a sua essência, mais sim se aceitar.

Por isto, sugiro que cuide de seus ouvidos e coração, para não deixar que a maldade entre e faça morada em sua vida.

Porque dá trabalho para retirar depois.

Mas a boa notícia é que é possível.

Por isto O Desafio de Se Amar foi criado.

Para Mulheres que estão cansadas e sofrendo, por não se aceitarem como são.

Por se sentirem inseguras e com baixa autoestima.

Eu pessoalmente selecionei os principais exercícios terapêuticos.

O Desafio de se amar, fez muita diferença em minha vida.

Gravei uma Palestra Gratuita sobre o Patinho feio, a insegurança e a baixa autoestima, basta entrar aqui para Assistir. 

Grande abraço.

Cuide-se com amor!

 

Adriana Mantana

 

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sexta-feira, 22 de abril de 2022

Nenhuma Tempestade Te Derrubará se Você Fizer Isto.


A primeira lei hermética do universo é:

  • O todo é mente; o universo é mental.

Em outras palavras, o pensamento é o material causal da criação do universo.

Se formos parar para avaliar a magnitude desta frase, do livro O Caibalion, perceberemos de forma profunda que a vida trata a todos, como estes se tratam.

P.S: Fique comigo até o final por favor, pois vou te mostrar a aplicação prática deste conceito, para que você possa colher resultados auspiciosos, com relação a isto.

Não é à toa, que existe na Bíblia a frase: Orai e vigiai.

Mas gostaria de enfatizar, que utilizarei esta frase em um contexto psicológico, para que haja maior ampliação do conhecimento.

Estamos vivendo em uma era, em que os pensamentos acelerados, foram normatizados.

Em suma, quer dizer que é “normal”, uma pessoa pensar de forma desordenada e acelerada em muitos casos.

O Brasil é o país com o maior percentual de ansiedade no mundo.

O medo também segue esta classificação, entre os top 3.

Quer dizer na prática, que é muito raro hoje em dia, uma pessoa não ter ansiedade ou medo psicológico à alguma coisa.

Imagine o seguinte cenário:

O vento é forte, chove muito, existem relâmpagos estridentes, e as árvores se movimentam de um lado para o outro, de forma descontrolada.

Uma mulher observa do seu apartamento, tamanha agitação e barulho do vento, na janela. Ela sente medo e ansiedade.

De repente nota através do vidro, que uma árvore despenca no chão.

No entanto, perto desta árvore que caiu, outras da mesma espécie se mantiveram firmes.

Ela sai de perto da janela, vai até a cozinha preparar um chá de camomila, para reduzir um pouco a sua agitação interna.

Senta-se no sofá, com o seu chá quentinho e fumegante.

E se questiona, qual a razão daquela árvore ter caído e as outras não?

Possíveis cenários:

  • A árvore estava condenada e velha demais.
  • A árvore tinha raízes frágeis.
  • A árvore tinha pensamentos acelerados? Claro que não, Adriana.

O que esta história tem a ver com a primeira lei do Caibalion, com a ansiedade e o medo psicológico?

TUDO.

Pois uma árvore com raízes frágeis é derrubada pelo vento.

O vento representa em minha analogia, a ansiedade, medo psicológico, e a primeira lei: O todo é mente; o universo é mental.

Quanto mais fragilizada uma pessoa está com relação a suas raízes: Mãe e Pai.

Mais dificuldade terá, com relação a sua própria mente e emoções.

Pois o fato é que a primeira relação, que todo ser humano tem ao vir para este mundo, é a relação com a mãe e, depois do nascimento com o pai.

Mesmo que esta pessoa não tenha tido a presença física, da mãe e do pai, depois do nascimento.

Eles vivem na própria pessoa. O DNA é a prova irrefutável disto.

As maiores dores que noto com frequência em meu consultório, são as dores relacionadas ao complexo materno, e/ou complexo paterno.

E normalmente tem-se severas críticas com relação aos pais.

Gostaria de enfatizar, que não estou dizendo com isto, que uma infância traumática, seja inválida.

Muito pelo contrário, tenho empatia com a dor de todos, pois amo contribuir de alguma forma com todas as pessoas, seja no meu consultório, nas formações, workshops, youtube ou na escrita aqui com você.

A questão é que a natureza é amoral, ou seja, mesmo que a pessoa tenha vivido uma infância terrível, infelizmente a vida não a tratará de forma leve, caso ela julgue e condene seus pais.

Sei que para quem viveu uma história difícil, ler isto gera revolta e raiva.

Por isto, é fundamental que se busque um acompanhamento terapêutico para sanar isto, pois ir contra os pais é ir contra as raízes.

E assim como a árvore que caiu, uma pessoa sem as suas raízes, bem ancoradas dentro de si, não consegue seguir com leveza, alegria e entusiasmo pela vida.

Além de não ter sustentação emocional, a ansiedade, o medo psicológico e o desconforto interno aumentam muito.

Pois ir contra os pais, é o mesmo que ir contra si mesmo.

E a pessoa perde força e o poder pessoal.

Quando isto acontece, infelizmente o mundo a trata como um capacho (me perdoe o termo por favor).

Lembrando a primeira lei que tudo é mental, uma pessoa só conseguirá de fato, colocar ordem em seus pensamentos e ter resultados auspiciosos na vida, quando ela se reconciliar ou se reconectar internamente com os seus pais.

A fonte nutridora interna.

E para isto é necessário trabalhar de maneira aprofundada com o complexo materno e o complexo paterno.

Noto com frequência em minhas clientes e alunas, que quando elas fazem este movimento, de remoção de mágoa, limpeza, ressignificação e integração emocional dos pais dentro do coração.

Elas mudam a postura, e os pensamentos desaceleram, há uma maior autoaceitação, amor-próprio, autoestima, autoconfiança e autovalor.

A pessoa se torna dona de si e do seu próprio destino, agora com muito mais leveza, amor e alegria.

Muitos por viverem a anos em um estado emocional caótico, acreditam que a vida é assim.

Afinal para quem enxerga preto e branco, mostrar que é possível que haja cor, é algo difícil de acreditar.

Mas ACREDITE! A vida pode ser mais leve, alegria, equilibrada e muito divertida.

Trabalho com isto desde 2012 e posso te afirmar isto com propriedade.

Se você chegou até aqui, gostaria de fazer um convite, caso tenha se identificado com o artigo.

Trabalho com meus clientes de consultório com técnicas avançadas, para a reconexão com os pais.

Então, senti que era necessário que mais pessoas tivessem acesso a este conteúdo, que pode fazer uma diferença gritante na vida de uma pessoa.

A diferença seria deixar de ver o mundo cinza, e passar a enxergá-lo como realmente é: Colorido.

Pensando desta forma, resolvi Gravar uma Palestra Bônus sobre A Reconexão com a Mãe.

Saiba Mais e Assista Agora. 

 

O universo é mental.

 

Cuide-se com amor!

 

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

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quinta-feira, 21 de abril de 2022

É Bem Melhor Prevenir do que Remediar na Vida a Dois.


Era 1997, lembro deste dia como se fosse hoje.

Ele a matou, depois cometeu suicídio na frente da filha deles de 3 anos.

Os vizinhos alegaram que ela não dava muita atenção para ele.

Na época eu morava em outra cidade com o meu ex-marido, antes dele me pedir o divórcio, quando eu tinha acabado de fazer 20 anos.

Este episódio aconteceu com o primo de uma amiga minha.

Foi muito chocante.

Poucas coisas me chocaram tanto assim na vida, como aquele episódio.

22 anos se passaram e hoje percebo que as pessoas cometem loucuras, por conta de uma relação à dois.

Costumo dizer que um relacionamento pode te elevar, favorecer o seu crescimento mental, emocional e profissional. Ou te levar a ruína absoluta.

Pode deixar a pessoa sem identidade, sem dignidade, sem dinheiro e em casos graves, como relatei no início deste artigo, levar à morte.

O episódio aconteceu, pois ela não aceitava que ele mandasse nela. Era muito bonita e inteligente, chamava atenção por onde passava.

Mas as brigas e discussões eram frequentes, porque ela gostava de sair e ele não tolerava isto.

Trouxe esta história, não para julgarmos o que ele fez.

Mas sim para ressaltar a importância de se conhecer, se curar por dentro, para que haja relações significativas de paz e amor.

O ego fica inflado e totalmente fora de controle, quando não é trabalhado diariamente.

E por mais que você pense, eu jamais faria isto.

A verdade é que não sabemos sobre as nossas reações, até que situações de extrema dor, cheguem até a nossa porta.

Por isto sempre falo, se priorizar, cuidar de si, se tratar com mais amor e praticar no dia a dia, a autovalorização, faz toda a diferença.

Não quero dizer que isto deixa uma pessoa totalmente imune a uma reação abrupta.

O que quero dizer é que previne.

Imagine que um maratonista não treine todos os dias, e no dia da maratona resolva correr 30 Km.

Qual a chance real disto dar certo?

ZERO.

Ele não vai conseguir, porque para chegar na marca de 30 Km em um horário pré definido, o maratonista precisa se preparar previamente, todos os dias, ou na maior parte do tempo possível.

Agora pegue isto, e vamos fazer uma analogia com o dia a dia.

Se uma pessoa não se ama, não se estima e não se conhece verdadeiramente, no dia que algo que mexer com as suas estruturas internas, ela pode reagir de uma maneira totalmente inusitada.

Pode ferir alguém verbalmente, emocionalmente e até fisicamente.

E consequentemente a relação pode ir água abaixo, ou ficar horrível depois disso.

Sabe aquelas relações que vão se desgastando lentamente?

É disso que estou falando.

Ninguém está inume do inesperado.

Mas se existe algo que eu invisto sem dó é no meu processo de autoconhecimento, autocura e amor-próprio, este com certeza foi e continuará sendo o meu melhor investimento.

Sou uma pessoa muito mais autoconfiante, centrada e equilibrada, depois de todos os exercícios terapêuticos e formações que já fiz.

Gravei uma Palestra Gratuita sobre o Patinho feio, a insegurança e a baixa autoestima, basta entrar aqui para Assistir. 

Saiba como Este Programa pode Beneficiar sua Autoestima e a Sua Vida a Dois, assistindo a Palestra Bônus Agora. 

 

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

Adriana Mantana

 

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segunda-feira, 18 de abril de 2022

Os 3 Piores Erros Que Você Pode Cometer para Sacrificar a Sua Vida a Dois.



Quem não deseja paz, equilíbrio, amor, cumplicidade, confiança e união em uma relação afetiva? Acredito que todo ser humano, almeja isto internamente.

A felicidade a dois.

Mas é preciso averiguar, se você não está cometendo os três piores erros, que pode literalmente fazer a sua vida afetiva ir por água abaixo.

O objetivo deste artigo é contribuir com você de alguma forma, para que haja um insight novo sobre os possíveis erros, que pode estar cometendo agora, em sua vida a dois.

Há muitos anos, conheci uma mulher, linda, inteligente e que chamava atenção aonde quer que fosse.

Com a pele morena, cabelos ondulados cor de mel, meiga, solicita e muito educada.

Ela sempre fazia absolutamente tudo para os outros. Mesmo me confessando nos bastidores, que se enraivecia por isto.

Eu dizia para ela: “Fale! Exponha o que sente, diga o que quer e o que não quer”.

Ela me dizia: “Adriana, não consigo, a pessoa podia desconfiar que está abusando da minha boa vontade”.

E entrava dia e saía dia, a situação continuava a mesma.

Os trabalhos da faculdade, mesmo em um grupo, com mais de três pessoas, ela fazia sozinha.

Embora linda, não tinha nenhum namorado. Internamente, criticava a mãe, pois de acordo com ela, a mãe era muito namoradeira e imatura.

Muitas vezes eu me questionava, como uma mulher linda desta ainda não está namorando?

Eu a admirava muito, erámos muito próximas.

Ela secretamente me revelava que não se achava bonita, e tinha muita insegurança e baixa autoestima.

Acreditava que não era tão importante assim para as pessoas.

Confesso, que quando ela me disse isto, fiquei pasma.

Mas eu não disse nada, e guardei para mim.

Notei que com o passar dos anos, por mais que eu falasse, ela não quis mudar.

Então respeitei a sua decisão e acabei me afastando, pois nossas vidas tomaram rumos diferentes.

12 anos depois a encontrei.

Continuava linda, trabalhava em um serviço público, era muito bem remunerada, pois era uma servidora pública federal.

No entanto, continuava sozinha. Mas agora com um agravante a mais, notei um olhar mais tristonho, muito diferente daquele que eu percebia antes.

Não construiu uma família, não tinha filhos.

A minha filha de 17 anos perguntou, se ela tinha filhos, pois na cabeça dela, queria estreitar a relação com a filha dela.

Mas eu disse que não.

Esta história é real, trouxe para fazer uma reflexão com você e mostrar os 3 piores erros que uma pessoa pode cometer, para sacrificar a vida a dois.

Então vamos lá aos três piores erros, na minha percepção são:

  1. Se colocar em último lugar e nutrir uma baixa autoestima
  2. Se desvalorizar e nutrir internamente a insegurança
  3. Criticar e/ou julgar a mãe seja pelo motivo que for

Notei isto não só com esta mulher linda que citei na história, mas com vários atendimentos que fiz ao longo de mais de 10 anos.

Em um primeiro momento, pode parecer chocante, principalmente o terceiro erro.

Ainda mais, se você tiver tido uma infância difícil e uma mãe narcisista, por exemplo.

A natureza é amoral, para ela, mesmo que a pessoa tenha tido uma infância dolorosa, ela precisa ser grata, não julgar ou criticar a mãe.

Pois a mãe representa a vida.

E a forma que uma pessoa trata a mãe, ela será tratada pela vida e pelos relacionamentos.

Sei que é uma frase difícil de se engolir. Mas você não precisa acreditar em mim, basta olhar a sua volta. Na vida das suas amigas e familiares.

Geralmente a pessoa que tem dificuldade com a mãe, ela tem certa dificuldade na vida.

A pessoa pode ter razão em criticar a mãe, mas isto não traz um bom efeito.

Se você passou por algum trauma de infância, sugiro fortemente que busque terapia para tratar esta questão a fundo.

Pois ao resolver a questão internamente com a mãe, vejo na prática que a pessoa passa a se colocar em primeiro lugar, se valorizar, aumentar a autoestima e autoconfiança.

Em outras palavras se sente segura em ser quem ela de fato é.

Não subestime o terceiro erro, coloquei ele em último lugar, mas poderia ter colocado só ele.

Pois ele é a causa dos outros dois.

Uma mulher bem resolvida com a mãe é mais segura e autoconfiante.

Consequentemente consegue ter uma vida a dois significativa.

Não sacrifica área afetiva, e consegue trocar com um parceiro, ou parceira em uma relação intima.

Quando uma pessoa está abalada, nesta relação primordial que é a da mãe.

Ela não consegue trocar, daí surgem brigas, discussões, ou mesmo a solidão.

Onde a pessoa literalmente sacrifica a vida a dois, e não consegue ter uma relação duradoura, sadia e significativa.

Ou seja, vive em um caos emocional.

Basta olhar para a vida afetiva de uma pessoa, se ela está bem nesta área, tem mais tranquilidade para lidar com as demais áreas de sua vida, com mais leveza.

Lembre-se a insegurança, pode entrar na relação afetiva de forma sutil, e muitas vezes por esta sutileza; pode passar desapercebida, sendo notada, somente quando é tarde demais.

Pensando nisto, configurei um programa O Desafio de se amar.

Ele tem um passo a passo com exercícios terapêuticos, que uso em consultório.

Com relatos de significativa melhora de minhas clientes.

Para ter acesso ao Programa Vitalício e os Bônus que direciono para a vida a dois.

Basta entrar e ver, SAIBA como entrar no Programa Agora. 

Em breve vou encerrar as inscrições.

Pode ser a qualquer momento, inclusive agora enquanto você lê este artigo.

 

Cuide-se com amor!

 

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

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quinta-feira, 7 de abril de 2022

Como Construir Uma Relação Afetiva Duradoura?


Uma relação afetiva pode desestruturar completamente uma pessoa, ou promover o seu crescimento em todos os níveis.

Pesquisas mostram que mais de 65% das pessoas no mundo buscam um parceiro, ou parceira pela internet.

A questão é que muitas vezes, um relacionamento sustentável e duradouro, não acontece, gerando ainda mais frustração, sensação constante de inadequação e carência.

No entanto, existem outras pessoas que conseguem encontrar um companheiro de vida, nestes mesmos aplicativos da internet.

A pergunta que fica é: Como?

O que é preciso para conseguir construir uma relação sustentável a longo tempo, mesmo utilizando a internet?

Afinal, os tempos mudaram. E flertar em uma balada para conseguir uma relação duradoura (embora seja possível), trata-se de algo raro hoje em dia.

Para responder esta pergunta gostaria de contar uma pequena história, com nomes fictícios.

Era um domingo de sol no mês de dezembro, véspera de Natal.

E José, estava inquieto. Andava de um lado para o outro.

Sabia que precisava dizer o que estava sentindo. E já tinha tomado a sua decisão.

Andréa, chegou da feira, como sempre fazia aos domingos.

E mal deu tempo de colocar a sacola sobre a mesa, quando José rasgou o silêncio e disse:

Quero o divórcio.

Ela ficou em choque e começou a chorar.

Razões? Motivos?

Ele não explicou nada e simplesmente saiu.

Dois meses depois, Andréa ainda estava em estado de choque.

Logo ela que acreditava em finais felizes, e imaginava que o seu casamento seria para sempre. A verdade é que ela queria que durasse.

Principalmente, porque em sua família, as mulheres tinham uma repetição de padrão terrível.

E ela tinha dito para si mesma, que isto jamais aconteceria com ela.

Ela pensava: “Onde é que já se viu! Mulheres que terminavam a vida sozinhas? Comigo isto não vai acontecer”.

Durante o processo de divórcio, Andréa jurou que nunca mais sofreria por homem nenhum daquela forma, que seria totalmente independente e autossuficiente.

Três anos se passaram, e ela estava buscando um parceiro, pois queria alguém para fazer companhia.

Uma amiga sugeriu um site de relacionamento.

Ela criou um perfil, colocou uma foto atraente.

Mas por mais que tentasse, não conseguia nenhum relacionamento, que fosse para frente.

Andréa era uma morena com cabelos pretos, lisos como de uma índia, seu corpo era esguio.

Embora ela não se considerasse feia, parecia que tinham jogado uma verdadeira praga em sua vida afetiva.

A maioria dos encontros não ia para frente, o que a fazia se sentir cada vez mais sozinha e diminuída.

A questão de nossa protagonista está relacionada a pendências com relação a sua família de origem, e a declaração feita quando estava ainda passando pelo processo de divórcio.

Para construir uma relação afetiva sustentável a longo tempo uma pessoa precisa:

  • Estar alinhada com as suas raízes
  • Ter uma relação bem resolvida internamente com a mãe
  • Remover as declarações do passado, feitas normalmente em um momento de profunda dor

Viver uma vida afetiva plena e duradoura é possível.

A vida afetiva favorece o crescimento emocional, quando ela é bem interpretada.

Caso contrário, pode se tornar um verdadeiro martírio para uma pessoa.

E ela está ligada diretamente a primeira relação, que todo ser humano teve, que é o relacionamento com a mãe.

Afinal quem gerou o corpo físico foi ela.

O pai também é muito importante, mas em especial gostaria de ressaltar a mãe, como nutridora e fonte para uma relação afetiva mais sustentável no futuro de qualquer ser.

O grande problema é que o ego, não aceita e muitas vezes se coloca acima da mãe.

Seja o motivo que for, a natureza é amoral, ou seja, mesmo que a pessoa tenha passado por uma infância difícil, a natureza não se importa.

Quem passa internamente por cima da relação com a mãe interna, sofrerá grandes reveses.

Normalmente a pessoa pode inclusive projetar na mãe nas suas relações.

Em outras palavras, ela não consegue enxergar o parceiro, ou a parceira, mas sim a mãe.

E reage com o outro, como geralmente reage com a mãe.

Isto causa uma série de transtornos, fazendo a pessoa se tornar amarga, rígida, triste e solitária.

Por isto olhar para esta relação e as suas raízes, são fundamentais para uma pessoa que deseja ter uma relação afetiva sustentável e duradoura.

Atendo muitas pessoas em meu consultório e uma das principais queixas são estas:

  1. Insegurança e dificuldade de ter uma relação duradoura
  2. Carência e baixa autoestima
  3. Sensação de desvalor e impotência

Estes são sintomas de algo muito profundo, e sem dúvida alguma trata-se de algo que é possível reverter, com a Reconexão com a Mãe.

Saiba como Alinhar a Relação com a Sua Mãe, o que sem dúvida é fundamental. 

Veja Como Aprender Se Amar, pois só assim a pessoa conseguirá ter um bom efeito em sua vida a dois. 

Tendo a possibilidade de construir uma relação afetiva duradoura e principalmente sustentável.

 

Cuide-se com amor.

 

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

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Como tratar o complexo de inferioridade herdado da mãe?

A história sempre se repetia. Lúcia se sentia inadequada e com uma sensação constante de não ser boa o suficiente , e muitas vezes se comp...