segunda-feira, 24 de agosto de 2020

A Cura Afetiva do coração e a Constelação Familiar.




Quando se tem um coração partido, o primeiro impulso é jogar a culpa no outro, isto de certa forma alivia a dor momentaneamente, mas infelizmente não resolve.

Ninguém gosta de sentir desconforto emocional, principalmente na vida afetiva, quando isto acontece existe uma tendência acentuada à fuga.

Como dito acima culpar o parceiro portanto pode ser considerada como uma espécie de fuga.

A verdade é que problemas afetivos possuem uma raiz profunda. Neste texto vou falar sobre isto, de acordo com a visão sistêmica (Constelação Familiar), pois vejo isto todos os dias nos atendimentos no meu consultório, além do próprio campo de minhas clientes consteladas, seja presencialmente ou online. Portanto se você quer compreender um pouco melhor o impacto sistêmico em suas relações afetivas e como pode trabalhar com a cura afetiva do coração, sugiro que fique comigo até o final da Leitura.

Meu nome é Adriana Mantana e o meu objetivo com este texto é contribuir com você de alguma forma, para gerar um momento reflexivo e talvez quem sabe, promover uma abertura em seu coração e consequentemente o início de uma cura afetiva.

A Constelação Familiar criada por Bert Hellinger é dentre outros fatores, baseada em 3 leis fundamentais, que são consideradas as leis do amor. Vou escrever brevemente sobre elas para você compreender como isto se relaciona a cura afetiva do seu coração.

Antes de entrar nas três leis, quero reforçar que o campo não é moral, trata-se de um movimento de alma (termo utilizado por Bert Hellinger), então em termos práticos, se no seu registro familiar do campo há assassinos, suicidas, alcoólatras, abortados, esquizofrênicos e outros em sua família, isto não cabe julgamento (exclusão), pois como eu disse o campo sistêmico transcende a moral humana.

O campo simplesmente é. Existem alguns livros e estudos sobre o campo morfogenético ou vácuo quântico, para aprofundamento sobre ele (o campo), se atente a bibliografia que deixarei no final do texto.

A primeira Lei: Pertencimento. Todos têm o direito de pertencer, independentemente do que alguém da família tenha feito, ele pertence. A tentativa da exclusão do membro familiar, causa um péssimo efeito. O campo familiar não aceita tal fato, se isto ocorre uma geração subsequente poderá ter o mesmo padrão de comportamento do excluído (efeito), com o intuito de inclusão do mesmo no campo da família. Para que esta exclusão aconteça pode ser algo dramático, ou até mesmo uma crítica ou mesmo um julgamento. Existem casos que é necessário averiguação durante uma constelação, pois podem acontecer segredos de família, no entanto mesmo sendo um “segredo” o campo reage e consequentemente tem os seus respectivos efeitos na vida da pessoa.

A segunda lei: Ordem. Os que vieram antes são maiores do que os que vieram depois. Na prática funciona assim. Seus pais vieram antes de você, portanto eles são maiores e você menor. O que acontece na imensa maioria dos casos é uma inversão, onde os filhos se colocam como maiores do que os pais. Dando conselhos afetivos, financeiros, profissionais e de saúde. Isto causa um péssimo efeito afetivo, financeiro ou profissional, para quem faz esta inversão.

A terceira lei: Equilíbrio. Dar na mesma proporção que se recebe. Trata-se de uma lei para os iguais. Ou seja, aqui entra a vida de casal, colegas de trabalho, amigos e parceiros de uma forma geral. Trata-se de uma lei que não é regida pelos maiores e nem os menores, mas sim para os iguais.
Pode parecer um pouco complexo, mas vou colocar de uma forma para gerar um pouco mais de entendimento, principalmente com relação a cura afetiva do seu coração.

Atendo inúmeros casos em que as mulheres se queixam que:
  • Fazem muito para o parceiro e ele praticamente nada;
  • Estão a muito tempo sozinhas e querem ter alguém do lado;
  • Houve traição e não sabem o que fazer (nem com a relação e nem com o próprio coração ferido);
  • Querem sair da relação pois encontraram outra pessoa e estão sem coragem para pedir o divórcio.
Coloquei só estas quatros situações, porque caso contrário o texto ficaria muito extenso e o objetivo não é este.

Em todas as situações que atendi sem exceção, alguma lei foi ferida. Em alguns casos todas as três. Uma lei gera um impacto na outra, ou seja, se eu excluo e inverto a ordem familiar, eu não consigo trocar de forma saudável em uma relação a dois.

Daí todos os problemas de cunho afetivo acontece de forma contínua, gerando um desgaste e uma desmotivação. Isto ao longo do tempo, vai causando um afastamento até que a relação não se sustenta e se rompe.

A cura afetiva do coração envolve olhar para a estrutura familiar.

Não estou dizendo que é um movimento fácil, pois em alguns casos existem traumas profundos, bloqueios e abusos envolvidos durante a infância, e isto também pode contribuir para a exclusão ou inversão na ordem familiar.

A boa notícia é que é possível fazer este movimento, olhar para o campo sistêmico com amor e respeito, integrar dentro do coração os excluídos e ficar na postura correta perante os maiores. Isto causa um efeito imediato na vida da pessoa, que percebe a cura do coração, através de uma sensação de paz, leveza e pertencimento. Ou seja, gera um bom efeito.

Imagine comigo, pense em uma árvore belíssima, com flores e frutos. Agora pegue esta mesma árvore e arranque suas raízes. O que acontecerá com a árvore? Isto é o que acontece na vida de uma pessoa quando as raízes (família) são arrancadas. Ou seja, a família exerce uma grande influência na cura afetiva do coração.

Quem está bem ancorada em suas origens (família) tem leveza, amor, paz e tranquilidade no coração e consequentemente tem bons resultados em sua vida afetiva. Quem tem algum tipo de dificuldade com isto, a vida é pesada, existem brigas, caos, traições e várias outras questões que geram profunda dor e desconforto.

Falo isto por ser uma questão extremamente recorrente no meu consultório e nas constelações familiares com bonecos que eu faço.

Então se você realmente deseja ter a cura afetiva do seu coração, deve olhar para as suas raízes, quando você resolver suas questões internamente com o seu pai, sua mãe e a sua infância, vai ver claramente esta mudança em sua vida.

E se você teve algum tipo de abuso, trauma ou bloqueio acentuado na infância e deseja agendar uma sessão de terapia comigo CLIQUE AQUI

Se você quer fazer uma Constelação Familiar online comigo, verificar como está o seu campo e promover um movimento de amor, para ter mudanças baseado na visão sistêmica CLIQUE AQUI

Gravei um vídeo onde eu mostro como funciona uma constelação familiar com bonecos, caso queira ver CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal será um prazer te ver por lá também.

Bibliografia sugerida: O campo - Lynne McTaggart.

Cuide-se com amor!

Abraços.

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Adriana Mantana

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Como identificar uma crise afetiva no início antes que o caos se instale.


As crises afetivas se bem trabalhadas são oportunidades de crescimento e cura para o casal.
99% das mulheres que eu atendo em consultório me relatam problemas afetivos. Dentre eles posso citar:
  1. Traições,
  2. Ciúmes,
  3. Brigas,
  4. Distanciamento,
  5. Abuso emocional ou até mesmo físico.
São mulheres com o seguinte perfil:
  1. Estão em uma relação problemática,
  2. Estão em uma relação e desejam sair dela,
  3. Estão em uma relação com sentimentos de: Mágoa, tristeza e insegurança.

Neste texto vou abordar, como você pode identificar uma crise afetiva no início, antes que o caos se instale.

A vida afetiva deixa marcas profundas, pois mexe com psiquismo e a emoção.

O grande problema é que para ter uma vida afetiva significativa, primeiro é importante olhar para os conteúdos individuais de cada ser. Isto normalmente é um problema, por ser doloroso e naturalmente o ser humano se esquiva da dor.

Se existem conteúdos não elaborados do passado, isto gera um impacto direto no relacionamento afetivo atual.

Muitas vezes atendo casos, em minha cliente teve uma vida afetiva caótica no passado, não conseguiu fechar ciclos, curar as feridas e consequentemente levou isto para o relacionamento atual.

O parceiro via de regra também apresenta geralmente o mesmo conteúdo, ou seja, dores e um passado mal resolvido.

Agora note a complexidade para se ter realmente uma vida afetiva significativa.

O fato é que antes do caos ser instalado, existe um padrão que se repete com frequência. Noto isto nos atendimentos em consultório ou nos cursos que eu ministro.

Este é o padrão:

“Após um período sozinha, uma mulher encontra um parceiro, no início existe a paixão, a química que os deixam próximos e entrosados, o tempo passa e ela entra no ciclo de colocar ele e suas necessidades em primeiro lugar e as dela em último. Entra no que eu chamo de espiral negativa do amor e ela passa apresentar as emoções de medo, insegurança, sensação de vazio, carência, falta de importância e ciúme. Isto gera um efeito no parceiro que começa a se afastar, ele muda o comportamento com ela, e em alguns casos existe a traição e o relacionamento vai esfriando até acabar”.

Note que eu resumi acima, para este texto não ficar extenso, mas a situação é bem mais complexa do que isto, pois cada caso é um caso.

Na imensa maioria dos casos são as mulheres que buscam ajuda (Terapia de casal ou algo do gênero), os homens dificilmente procuram por ajuda com a mesma facilidade que as mulheres. Isto eu percebo no dia a dia do meu consultório.

Antes do início do caos existe um padrão, são verdadeiras marcações comportamentais/vivenciais que mostram um futuro caótico iminente, se não houver intervenção interna ou externa. São eles:
  1. Passado mal resolvido,
  2. Vivência com os pais sofrível,
  3. Tendência ao autoabandono,
  4. Mágoas mal elaboradas,
  5. Crenças limitantes, acrescida com traumas e bloqueios afetivos,
  6. Dificuldade em se abrir para receber amor, carinho e cuidado,
  7. Abuso sexual, físico ou emocional.
Existem outras marcações, mas novamente para o texto não ficar muito extenso vou me ater a estas.

Uma relação para ser significativa os dois precisam andar rumo a uma mesma direção, com diálogo, amor e respeito.

Muitas vezes a mulher não tem um parceiro que não caminha junto com ela, o que causa muita dor e tristeza. O que eu digo sempre no meu consultório é o seguinte: “Comece com a sua mudança e a sua cura interna, que o outro tende acompanhar”.

Não é raro uma aluna ou cliente, iniciar uma jornada de auto cura e depois de um tempo, ela me relatar que o parceiro está diferente e que a relação entrou em harmonia.

Isto acontece porque é preciso que a sanidade emocional esteja presente em pelo menos um dos dois.

O caos se instala quando os dois estão com dificuldades internas, como dito nas sete marcações comportamentais/vivenciais que eu coloquei acima.

A crise no relacionamento afetivo acontece e o caos se instala, porque na relação existem duas pessoas feridas e reativas. E o amor não floresce na reatividade, quando os dois estão na defensiva. Ou seja, em situações assim o que infelizmente é o que vem acontecendo com muita frequência ultimamente, brigas, distanciamento, traições e todo um conjunto da espiral negativa do amor, são frequentes.

Aprofunde em suas questões, identifique, limpe e cure suas dores e memórias. Quando fizer isto verá claramente uma mudança em sua vida a dois. A boa notícia é que ter esta sanidade emocional é totalmente possível!

Vou deixar aqui possíveis passos, caso queira continuar comigo nesta jornada de autocura afetiva.

Gravei uma meditação de Centramento e Limpeza no meu canal do YouTube para acessar CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal, será maravilhoso te ver por lá também.

Gravei uma palestra apresentando um passo a passo para você trabalhar a vida afetiva. Ela se chama Cure a sua Vida Afetiva CLIQUE AQUI para assistir, no final terá a oportunidade de fazer um curso comigo se fizer sentido para você.

Agora caso queira um acompanhamento mais personalizado, pode verificar a possibilidade de agendar uma sessão de terapia individual comigo CLIQUE AQUI para saber maiores informações.

Tenho um portal que trabalho com cursos e exercícios terapêuticos, caso queira se associar basta CLICAR AQUI

Cuide-se com amor!

Te vejo em breve.

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Adriana Mantana

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Crise no Relacionamento?  Saiba quais os 3 comportamentos que podem afetar!




As crises nos relacionamentos não acontecem de um dia para o outro, a verdade é que o desgaste acontece dia a dia, mês a mês e ano após ano. Um desconforto aqui, outro acolá e você tem uma receita perfeita para uma crise no relacionamento daqui um tempo.

Ninguém deseja passar por uma crise no relacionamento afetivo, no entanto o que é preciso fazer para:
  1. Prevenir,
  2. Sair da crise no relacionamento quando ela surgir.
Antes de entrar nos detalhes deste artigo vou começar pelo início...

Antes de conhecer o seu parceiro como era a sua vida?

O que você costumava fazer?

Qual a razão destas perguntas? Fazer você refletir sobre você e a sua própria vida.

Atendo várias mulheres todos os dias e noto que principalmente as mulheres, tem uma propensão maior em se perder na vida a dois.

Não quero dizer que os homens não passam por isto. Eles passam, no entanto o número dos homens é reduzido em comparação às mulheres.

Pode ser também porque as mulheres tendem a buscar ajuda com mais facilidade do que os homens. Enfim não vou me prolongar neste assunto, pois foge do tema central deste artigo que é crise nos relacionamentos.

Voltando as perguntas que te fiz acima, o fato é que ao entrar em uma relação a primeira coisa a se fazer para evitar uma possível crise é prevenir. E como fazer isto? Você pode estar se perguntando agora.

Então vamos lá...Como prevenir uma crise no relacionamento?

A primeira coisa é estar centrada em você e nos seus valores. A segunda é não perder a sua identidade e jeito de ser.

Vou explicar melhor estes dois pontos.

Quando você perde o seu centro para colocar o seu parceiro em um pedestal, você começa a notar os pequenos sintomas. Como por exemplo: Ele passa a não te respeitar como antigamente. Deixa de te valorizar. Não liga para a sua opinião etc. São só alguns exemplos não vou prolongar aqui pois a lista é bem grande.

O mesmo acontece com a questão da sua identidade. Quando ele te conheceu você era você, autêntica e fazia as coisas que gostava de fazer. Com o início da relação e de acordo com os meus atendimentos e os relatos de minhas clientes e até alunas (ministro cursos de formações), elas dizem que deixaram de fazer determinadas coisas pois começaram a passar mais tempo com o parceiro, atendendo inclusive as necessidades dele.

Ou seja, começaram a praticar o autoabandono. Se deixando de lado, para atender os anseios dele.
Isto na prática tem um péssimo efeito.

Dai eu começo ouvir no decorrer das sessões:

Adriana, o relacionamento esfriou o meu relacionamento agora está conturbado, ou até mesmo complicado elas dizem.

Resumindo o primeiro ponto, não se deixe de lado. Se você gosta de sair com as suas amigas, saia. Se você gosta de ler, ir academia, pintar ou qualquer outra coisa faça. Não se deixe de lado.

Saiba que para uma relação dar certo e ser significativa, você precisa ser você e o seu parceiro ele.

Costumo dizer que uma relação é uma tríade: Você + Ele + Relacionamento.

O que acontece na imensa maioria dos casos é que as mulheres se deixam de lado e focam somente nele e no relacionamento, esquecendo de viver a própria vida.

Com o tempo o relacionamento vai esfriando ele vai perdendo o interesse, as brigas começam acontecer com mais frequência, ciúmes, traições e a relação acaba terminando, ou entrando em uma crise dolorosa e complicada.

Entenda que o bem mais precioso que você tem é a sua identidade, sem ela você fica totalmente sem direção e totalmente a mercê dos caprichos do outro.

Para entrar em um looping de relacionamento abusivo é daqui para ali.

Portanto as palavras chaves aqui são: Preserve a sua identidade própria.

Ao preservar a sua identidade própria você se blinda contra as crises no relacionamento.
Agora se você chegou até aqui porque já está com a crise no relacionamento batendo em sua porta, seja pelo motivo que for vou aprofundar um pouco neste assunto.

Como eu disse no início deste artigo uma relação afetiva, não entra em crise da noite para o dia.
Trata-se de algo que foi construído, o desrespeito, as brigas, o abuso, a traição e qualquer outro gatilho negativo, pode ter sido responsável por desencadear uma série de problemas que não foram resolvidos.

Como primeiro passo aqui vou sugerir que liste quais são as suas principais dores com relação ao seu parceiro.

Em seguida comece a trabalhar em você a paz e o equilíbrio, para na sequência, chamar seu parceiro para uma conversa amorosa e gentil.

Não adianta falar estando nervosa, magoada e triste. Isto não funciona, acredito que você inclusive já deve ter feito isto. Quando você tenta conversar com alguém alterada, o outro levanta uma barreira de defesa o que impede que suas palavras cheguem até ele.

Neste caso o objetivo de resolver a crise no relacionamento não é atingida pois os dois estão na defensiva e magoados.

Por isto sugeri a identificação das suas dores através da lista das mágoas, para você trabalhar na limpeza dos ressentimentos e traumas. Continue aqui comigo porque no final vou te mostrar um possível caminho caso esteja realmente cansada desta situação e deseja ter resultados melhores e principalmente paz a dois.

Agora vamos os 3 comportamentos que podem afetar e até mesmo aumentar a crise no relacionamento:
  1. Mentiras, gritos e brigas;
  2. Repetição de padrão comportamental dos pais;
  3. Traições.
A boa notícia é que é possível sair de uma crise no relacionamento. Na imensa maioria dos casos não é preciso partir para o rompimento, desde que você realmente atue na causa e o principal tenha ajuda para sair desta situação.

Lembrando que ao identificar as mágoas, ressentimentos e traumas, você consegue partir para a limpeza, desprogramação e ressignificação. Dai você conseguirá dialogar com o seu parceiro de forma natural, sem a costumeira raiva e neste caso pode resgatar a sua relação restabelecendo a paz e a harmonia a dois.

Caso você realmente queira melhorar o seu relacionamento e já não sabe mais o que fazer, pois já tentou de tudo. Pode optar em agendar uma sessão de terapia comigo. Nela vou identificar junto com você quais são as principais dores, promover a limpeza e ressignificação. Para verificar a disponibilidade de horários e partir para um próximo nível em sua relação a dois agendando uma sessão individual CLIQUE AQUI

Também pode ouvir a meditação de Centramento e Limpeza que gravei no meu canal do YouTube. Para ouvir CLIQUE AQUI e aproveite e se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também.


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Adriana Mantana.

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