quarta-feira, 15 de setembro de 2021

O desgaste das brigas na relação a dois.

 



As brigas desgastam e corroem o relacionamento afetivo a curto, médio e longo prazo. Então por que será que elas continuam recorrentes, na imensa maioria das vezes?

Se brigar realmente resolvesse alguma questão afetiva, a situação de muitos casais já seria outra. No entanto o que se nota constantemente são términos, hora abruptos, hora morosos.

O fato é que brigar não funciona e muitas vezes causa traumas complexos, para serem removidos na terapia convencional.

Muitas pessoas podem até pensar em desistir desta área e focar no trabalho, tentando tirar o foco do relacionamento para evitar o sofrimento.

Mas infelizmente lamento informar, que isto também não funciona.

O máximo que a pessoa consegue é se tornar um workaholic, ou seja, adquire o vício nocivo pelo excesso de trabalho.

Então cá entre nós, isto é literalmente tapar o sol com a peneira.

Em outras palavras, fugir de uma dor emocional afetiva, se agarrando ao trabalho não resolve o problema afetivo, a verdade é que este tipo de estratégia, causa mais problema, do que a solução propriamente dita.

O assunto é extenso e complexo, portanto vou me ater ao tema proposto neste artigo que é a questão do desgaste das relações, por conta das brigas em excesso, em um outro momento volto a questão das compulsões no trabalho.

Quando uma briga começa, o que os olhos racionais não percebem é que são duas crianças feridas, lutando para ver quem ganha a disputa.

No entanto as duas saem perdendo, pois no calor da situação palavras dolorosas são ditas, que em estado lúcido de consciência não seriam.

Depois que tudo acaba, é aquele transtorno para fazer as pazes e “voltar ao clima pacífico” novamente.

Muitas vezes as brigas podem inclusive evoluir, para agressões verbais, emocionais e físicas. Pois além da criança ferida estar em ação, o instinto animal entra em cena, fora os complexos negativos que são ativados e a pessoa parte para o ataque.

O sistema de defesa do corpo inteiro é acionado e a pessoa reage como se fosse lutar o morrer, totalmente correlacionado ao sistema nervoso central. O coração dispara, a respiração fica ofegante e a pupila dilata. Quase uma crise de pânico só para fazer uma analogia.

Portanto para evitar o desgaste da relação é preciso se autoconhecer e se autocurar antes, pois quando a briga começa, dificilmente uma pessoa que não trabalhou suas questões internas em terapia, consegue ficar neutra em uma situação de briga (ataque/fuga).

A conversa muda de figura quando uma pessoa conseguiu o autodomínio, pois nestas condições, não se irrita com a crise emocional do outro. Respira e entende que o outro está vivendo o momento dele.

Neste nível a pessoa consegue não entrar na briga e, portanto, quando um não quer os dois não brigam.

Porque para a briga existir é preciso que haja uma plateia, que neste caso é representada pelo parceiro.

Não existe atalho e nem jeitinho, brigar e fugir não resolverá a questão.

O desgaste na relação é inevitável se as brigas persistirem.

E as pessoas têm compulsão por brigas, porque podem possuir questões dolorosas do passado dentro de si, mas que preferem não olhar de frente. O que é totalmente entendível, pois com certeza existem algumas feridas que doem muito.

O que eu costumo dizer em consultório é que se estiver muito difícil, por doer demais: Respire e se acolha com carinho.

Se trate com mais amor e generosidade, pois existe na imensa maioria das vezes, um acúmulo de feridas internas, e para tratar cada uma delas na raiz, é preciso ter muita paciência consigo e com próprio processo terapêutico.

Procure um profissional que aprofunde a questão nas águas profundas do inconsciente, que possa te levar e trazer em segurança. Acredite é possível ter uma relação significativa e sem brigas, por mais difícil que pareça acreditar nisto.

Eu pessoalmente já atendi vários casos ditos como “perdidos”, mas que ao fazer esta jornada interna a pessoa conseguiu se recuperar internamente, e consequentemente isto acabou reverberando na vida a dois, cessando as brigas compulsivas.

E se você sentiu com este texto, que deseja avançar comigo em um tratamento terapêutico, vou deixar alguns possíveis passos.

Mas antes disto gravei um vídeo no meu canal sobre: Os impactos nocivos de uma vida afetiva desestruturada para assistir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também.


Estou na terceira edição da Mentoria Afetiva Premium, onde pessoalmente trabalharei com as participantes. Tenho uma vaga restante para fazer parte da Mentoria CLIQUE AQUI 

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Adriana Mantana

terça-feira, 14 de setembro de 2021

As consequências de uma ferida afetiva não curada.

 


Uma ferida quando não tratada, pode levar a necrose da parte afetada e isto também pode acontecer na vida afetiva de uma pessoa.

Mas a necrose afetiva acontecerá de forma sutil e quase imperceptível, normalmente a pessoa só se dará conta disto, quando a dor for insuportável.

Ninguém precisa passar por dificuldades homéricas, para reverter um quadro afetivo doloroso.

O problema acontece quando a pessoa sabe que tem esta ferida, mas não quer ver, limpar ou elaborar a questão.

Quando você era uma criança você ralou o joelho, ou teve algum tipo de ferimento nas pernas?

Eu sim!

Quando eu era criança, gostava muito de brincar na rua (naquele tempo isto era possível) e vira e mexe eu aparecia com o joelho ralado. Minha mãe já estava até de certa forma acostumada com isto, e me levava para o tanque. Pegava o sabão e a bucha e vraum, lavava o meu joelho que estava cheio de sujeira e sangue.

Enfim um cenário doloroso acredite!

Se você viveu isto, sabe exatamente do que estou falando.

Bom e o que isto tem a ver com o título deste texto?

TUDO.

Porque se não fosse a minha mãe, provavelmente não tinha mais joelho para contar história.

Pelo simples fato de que eu não queria lavar nada, mas sim deixar do jeito que estava, afinal convenhamos lavar, limpar e passar remédio em um machucado não é tão agradável assim, não é mesmo.

O ponto aqui é este, pois exatamente por isto, uma pessoa pode carregar uma ferida afetiva, por anos e anos. Algumas morrem sem de fato terem se resolvido afetivamente. Muitas podem até adoecer e somatizar, com graves doenças por causa disto.

Portanto se você chegou até aqui, no fundo já sabe quais são as consequências de uma ferida afetiva não curada, no entanto mesmo assim vou citar algumas para você:

·         Estagnação na vida afetiva

·         Amargura e frustração

·         Sensação de impotência e desvalor

·         Excesso de carência e ansiedade

·         Medo de perder, de ser abandonada, ser traída e rejeitada

·         Excesso de expectativas

·         Ressentimento e mágoas do ex-parceiro

Estes são só alguns exemplos, não preciso nem dizer o quanto isto acaba afetando todas as outras áreas da vida de uma pessoa.

Pelo simples fato, que o ser humano é inteiro, se estiver com um problema afetivo, o rendimento no trabalho invariavelmente cai e a pessoa acaba sentindo o impacto também nas finanças.

A saúde também é afetada, podendo ocasionar insônias e dificuldades na concentração.

Por isto sou grata a minha mãe, porque ela me ensinou que as feridas precisam ser limpas, por mais dolorosas que sejam. Uma lição que trago ainda hoje para minha vida.

Muitas pessoas buscam a minha ajuda, por mensagens e e-mails. E normalmente faço a seguinte pergunta: Você realmente quer limpar isto e ter uma qualidade de vida nesta área? Porque não basta pagar por sessões ou cursos, é preciso ter o enfrentamento da ferida primordial (aquela que está em estado latente dentro do ser).

Obviamente quando alguém chega no meu consultório ou através de um dos meus programas, eu caminho ao lado da pessoa. Mostro e trabalho com ela os seus pontos cegos, para ela chegar em sua autocura.

Pois convenhamos lavar o próprio joelho quando criança é um trabalho hercúleo, algo que normalmente não fazemos, por isto alguém faz isto por nós. Novamente, muito obrigada mãe!

Voltando ao meu consultório...  quando uma pessoa chega à exaustão com a dor, desconforto, raiva e tristeza é o momento que ela consegue fazer a virada. E são estas pessoas que eu seleciono, para ajudar. Mas não fique pensando mal de mim, por favor. Vou explicar melhor a razão de selecionar as pessoas.

Porque se a pessoa não está pronta para um processo de limpeza, integração e autocura, além de não solucionar sua dor, ela ainda sai falando mal do terapeuta, pois de acordo com ela o terapeuta que é o incompetente.

Sendo que a verdade é que ela ainda não estava pronta, para olhar para a sua própria ferida, e, portanto, isto acaba inviabilizando qualquer tratamento terapêutico.

Então se você se considera pronta, para um tratamento profundo e está decidida em olhar para isto, com a minha ajuda. E realmente está exausta com as suas questões de cunho afetivo.

Participe da minha nova mentoria afetiva premium, as vagas são contadas, justamente porque eu acompanho a pessoa de forma direta por 12 meses. Atualmente só tenho duas vagas, portanto se sentiu o chamado entre em contato e garanta a sua vaga agora, para participar da Mentoria CLIQUE AQUI 

Ou se preferir algo para aumentar o seu amor-próprio, pode escolher participar do programa o Desafio de se amar, são 40 vídeos com exercícios gravados que trabalho em consultório com as minhas clientes CLIQUE AQUI para adquirir o seu acesso vitalício. 

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Abraços

 

Adriana Mantana

 

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Como tratar o complexo do abandono e a ferida de não se sentir importante?


 


A ferida de não se sentir importante machuca profundamente, afinal ninguém aprecia o fato de ser ignorado ou deixado de lado, mas para as pessoas que possuem esta ferida aberta, isto se torna algo insuportável.

Isto pode ser percebido quando o parceiro não dá atenção, ou o devido valor.

Costumo dizer que o relacionamento é um agente catalisador de cura, pois através dele, temos acesso as feridas mais ocultas dentro de nossa psique.

Em outras palavras quando se está em uma relação e a pessoa diz, ou age de determinada forma e isto traz à tona uma dor primitiva, ou visceral é fundamental parar e olhar. Mas o que normalmente a maioria das pessoas faz é “ignorar” esta emoção interna e brigar com o parceiro. Ao agir assim perdem um momento precioso de autocura. O fato é que brigar não funciona, se funcionasse teríamos outro cenário nas relações afetivas atualmente.

Cada pessoa é uma mensagem, carregada de informação e dotada de nossas emoções. Por isto mesmo uma relação ou a área afetiva, só se tornará harmoniosa e equilibrada, se esta compreensão for atingida.

O problema não é o outro, mas sim o sentimento e as emoções que temos na presença do outro.

E se o que existe dentro de nosso mundo interno, são dores, traumas, bloqueios e complexos. Isto invariavelmente virá à tona na presença do parceiro ou parceira.

Não sei se você conhece aquelas relações complicadas, difíceis e cheias de altos e baixos. Normalmente isto acontece porque a pessoa não vai até a causa, que dormita nela mesma.

Tentar consertar o outro:

  1. Não funciona
  2. Desgasta
  3. Frustra

Então se isto é percebido como resolver esta questão?

A ferida de não se sentir importante ou o complexo do abandono, fica em estado latente e vem até a superfície para a limpeza, integração e cura.

O que resolve é que ao ser tomada por esta dor, a pessoa precisa entrar em contato com este complexo, limpar e integrar com amor.

Obviamente ler isto é fácil, torna-se complicado fazer sozinha (o), isto não está presente nem em livros e muito menos em vídeos. É preciso investir tempo e dinheiro em um profissional, que ajudará a pessoa chegar neste ponto.

Acredite tentar fazer isto sozinha (o) não é tão eficaz assim, pois o ego é intolerante a dor, então ele utiliza o mecanismo de defesa e foge. E a pessoa pode ter a falsa ilusão que resolveu o problema, sendo que de fato isto não aconteceu.

Existe uma constelação de complexos, arquétipos e aspectos da personalidade dentro do mundo interno de um ser humano.

O problema é que as pessoas pensam que são uma coisa só, sendo que na verdade não são. Querem um resultado imediato, o que é totalmente compreensivo, afinal ter esta dor emocional é extremamente desconfortável.

Existem abordagem e técnicas validadas, que podem facilitar este processo, conferindo, segurança e o máximo de agilidade possível para resolução dele.

Através de um processo intrínseco de maturação, afinal a psique humana não dá saltos. Eu descobri é que é possível associar diferentes abordagens e ferramentas, para a pessoa se proporcionar este salto na vida afetiva, e consequentemente resolver esta dor tão desconfortável que é a ferida de não se sentir importante e o complexo do abandono.

Nestes mais de 10 anos de atendimento em consultório, ministrando formações em diferentes regiões do Brasil, eu resolvi abrir uma mentoria afetiva em 2020, bem no início da pandemia, com o intuito de ajudar pessoas neste processo afetivo, limpeza e integração emocional. Tivemos a 1ª e a 2ª edição, como os resultados observados foram altos, eu abri a 3ª edição para poucas pessoas que realmente querem aprofundar nos complexos, traumas, dores emocionais e consequentemente que acaba reverberando na vida a dois.

Portanto se você deseja o meu acompanhamento direto de até 12 meses para ir até a causa, usando diferentes técnicas e abordagens terapêuticos CLIQUE AQUI 

Além disso gravei uma meditação no meu canal do Youtube de limpeza e centramento, para ouvir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também. 

 

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Grande abraço.


Te vejo do outro lado na Mentoria Afetiva.

 

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Adriana Mantana

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Você realmente quer superar a ferida da traição?


Quando existe a traição algo internamente passa por um processo profundo de cisão, gerando desorientamento, revolta, indignação, raiva e muita mágoa.

Muitos podem ter tido este tipo de experiência, mas por falta de aprofundamento nesta ferida, ela não é curada totalmente.

O tempo não cura tudo, muito pelo contrário ele acumula os processos e pendências emocionais, que ficam armazenados no ser, até o momento em que tudo isto eclode.

Isto pode ser observado no dia a dia, quando se coloca qualquer tipo de lixo debaixo do tapete. O cenário depois de 1 ano debaixo deste tapete, não fica tão belo assim, pois além dos bichos que o lixo atrai, o mal cheiro fica muito evidente.

A ferida não passa por um processo de cura e cicatrização, automaticamente. Seria maravilhoso se isto acontecesse, pouparia tempo, lágrimas e dores emocionais.

O problema é que uma ferida de traição, não é uma simples ferida, mas sim um trauma.

Depois de certo tempo, a pessoa que foi traída e optou pelo rompimento da relação, pode desejar se envolver novamente com outra pessoa. Mas não consegue ter um relacionamento significativo, pois ela possui esta ferida mal curada. E as relações não fluem como ela gostaria.

Quando uma pessoa escolhe continuar com o parceiro, ou parceira que traiu, muitas vezes a insegurança afetiva, a falta de confiança e os ciúmes atormentam a cabeça da pessoa que sofreu a traição.

O assunto é delicado, polêmico e altamente revelador da psique humana, se a pessoa optar em olhar para a ferida, limpar e integrar.

Falar pode parecer bem simples, no entanto na prática só quem passou por uma traição, sabe o quanto ela pode ser nociva, tóxica e desintegradora da dignidade humana.

Sei que pode ser doloroso olhar para esta chaga emocional, mas acredite a longo prazo a falta de cura desta ferida, intensifica ainda mais o problema e a dor. Afinal a mente não para de reproduzir a cena da traição, e os complexos são ativados de forma negativa. O complexo de rejeição, insegurança e abandono principalmente.

Como sempre falo nos meus textos não adianta tentar resolver a partir da superfície, é fundamental ir até a origem, navegar nas águas profundas do inconsciente.

Este texto é uma prévia de um assunto tão delicado e doloroso, não tenho a pretensão de esgotar o assunto deste tema. O meu objetivo é gerar reflexões para que você responda à pergunta que fiz no título: Você realmente quer superar a ferida da traição?

Conheço várias pessoas que tem certo desejo que isto aconteça, mas QUERER requer o famoso ... BASTA!!! Já chega!

Quando uma pessoa chega neste ponto, ela consegue dar o primeiro passo para superar esta ferida, que é buscar ajuda profissional.

Estes dias recebi uma mensagem de uma pessoa no meu Instagram.

Basicamente a pessoa me perguntou se é possível curar este tipo de trauma sozinha. E eu disse que isto seria o mesmo que: Tentar se salvar de um afogamento sem saber nadar, em outras palavras não funciona muito bem! Pode ser que a pessoa até consiga, mas vai demandar de muito mais tempo, dinheiro e esforço.

Eu nunca fiquei sabendo que um cardiologista operou o próprio coração sozinho. A verdade é que isto é impossível, por isto se ele precisar de uma ajuda cardiológica necessariamente precisa contratar um outro médico, para fazer este tipo de procedimento.

Os problemas emocionais e neles eu incluo principalmente a traição, são “facilmente” ignorados, pois são invisíveis a olhos nus. O problema é que o efeito/sintoma atormenta a pessoa em todas as áreas, gerando frustração, dor e estagnação.

É necessário aprofundar pois quando existe uma traição isto pode ter sido transmitido no processo transgeracional. Ou seja, casos em que a mãe passou por isto, a avó ou outro familiar do passado.

Portanto é fundamental olhar para a pessoa de forma individual, integral e sistêmica ao mesmo tempo. O trauma e a ferida podem ser curados, desde que a pessoa se submeta a este tipo de processo, ao fazer isto a qualidade de vida dela aumenta, o nível de confiança e a sua área afetiva pode ser reestruturada com mais equilíbrio, significância e amor.

E se você deseja aprofundar neste tema tão delicado com a minha ajuda direta, vou iniciar uma Mentoria Afetiva Premium, que está na terceira edição. Você terá a oportunidade de ter contato direto comigo durante um ano, justamente para ver, limpar e integrar estas questões, com o intuito da cura e cicatrização emocional. Caso queira dar este passo CLIQUE AQUI

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Adriana Mantana 

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

O lado oculto dos problemas afetivos.



Um relacionamento afetivo diz muito sobre os complexos, bloqueios e traumas que uma pessoa possui.

Normalmente isto é transmitido de geração para geração, em termos psicológicos falamos em complexos transgeracionais.

O útero é um caldeirão de emoções, o bebê fica submerso neste campo emocional durante nove meses. Ao nascer permanece no inconsciente pessoal da mãe, por mais um ano.

Caso a mãe tenha passado por grandes turbulências emocionais durante o período gestacional, isto pode gerar um grande impacto na vida afetiva desta criança, quando se torna uma pessoa adulta. Vou me ater nesta área, mas isto também pode causar efeitos nocivos nas demais.

O relacionamento afetivo é uma bússola, emocional e psíquica, pois mostra exatamente os pontos nevrálgicos para a melhoria interna.

Geralmente aquilo que mais machuca, precisa ser olhado de perto, porque pode ser uma ferida transgeracional e por isto mesmo se faz necessário esta averiguação, de preferência com aprofundamento e pesquisa.

Caso contrário, corre-se o risco de camuflar a causa, quando uma pessoa trata isto de forma superficial.

Para elucidar farei um paralelo com a odontologia que seria assim:

Um dente específico foi diagnosticado e direcionado para a realização de um canal. Agora imagine, que o profissional contratado, que neste exemplo seria o dentista, faz somente uma limpeza e aplica um flúor neste dente ferido.

Quando a realidade pede outras medidas, o canal, que é mais profundo e vai até a causa.

Como este dente ficará depois de 3 anos? Será que esta pessoa sentirá dores neste dente?

Obviamente nem todos os dentes precisam de um canal, isto acontece porque uma cárie avançou e o canal foi o último recurso antes da extração definitiva deste dente.

E o que isto tem a ver com o relacionamento afetivo e as feridas transgeracionais?

Tudo.

Pois tende-se na correria do dia a dia, não olhar para aquilo que realmente é importante e fará toda a diferença na vida do ser.

Como a área afetiva e as feridas transgeracionais, não são vistas a olho nu, existe uma forte tendência em ignorar tudo isto, até que os sintomas e as dores emocionais se tornam insuportáveis.

A fuga infelizmente ainda é um recurso muito utilizado pela maioria das pessoas, que sabe no fundo que a situação não está boa, no entanto mesmo assim ela continua levando a vida, do jeito que está. Em termos mais coloquiais a famosa frase: Empurrando com a barriga.

Ao fazer isto, estas questões se acumulam, tanto as feridas transgeracionais, adquiridas no ventre da mãe, quanto aquelas que a pessoa vai adquirindo ao longo da vida, com os relacionamentos afetivos do passado que não foram plenamente resolvidos.

Por isto o relacionamento afetivo na minha opinião é uma bússola emocional fortíssima do autoconhecimento, autocura e expansão de consciência. Porque quando a dor bate na porta, seja por alguma traição, desconforto extremo, inquietação e ansiedade nesta área, a pessoa invariavelmente busca ajuda.

Quando ela faz isto, consegue ir até a causa e se auto curar. Mas isto se ela se tratar com um profissional que sabe como trabalhar com os complexos transgeracionais.

Se esta pessoa busca alguma abordagem ou técnica que não aprofunda em sua situação, o que pode acontecer é o seguinte:

  1. Não resolver a questão de forma definitiva
  2. Piorar a situação a curto, médio e longo prazo
  3. Se sentirá frustrada consigo mesma e com a vida, por não conseguir avançar em sua área afetiva.

Estes são só alguns exemplos existem outros que varia de pessoa para pessoa.

Uma área afetiva estruturada, leve e equilibrada favorece a pessoa em todas as áreas da vida. Pois ela consegue ter serenidade, para avançar profissionalmente, financeiramente, na família, na saúde e consequentemente aumenta de forma considerável a sua qualidade de vida.

Tudo isto que citei acima vou trabalhar na minha nova mentoria afetiva premium, costumo abrir poucas vagas, pois acompanho de perto a pessoa por 30 dias + 11 meses via plataforma. Caso queira conhecer a Mentoria e se inscrever CLIQUE AQUI

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Adriana Mantana

terça-feira, 17 de agosto de 2021

O relacionamento afetivo como um caminho de cura


Uma área afetiva desestruturada, pode ser uma norteadora de um caminho de cura. Pois quando o ser humano fica abalado emocionalmente, existe uma forte tendência em buscar ajuda. Quando isto acontece esta pessoa entra em uma espiral de auto cura e consequentemente acaba descobrindo o seu próprio caminho.

Em outras palavras o relacionamento afetivo se torna um agente poderoso na autocura e autoconhecimento.

Muitas vezes quando existe uma pedra no sapato, uma pessoa pode andar algum tempo, sentindo este desconforto. No entanto, chega um determinado momento, em que ela literalmente não aguenta mais e retira o sapato, com o intuito de remover aquela pedra incômoda que a machucava tanto. O mesmo se aplica na vida a dois.

Mas em alguns casos não é preciso terminar a relação, ou como dizem por aí: “Aposentar a chuteira e deixar a vida afetiva de lado”.

Não é necessário este radicalismo, mesmo porque na imensa maioria das vezes, quando existe uma dor nesta área, há um chamado para a pessoa olhar para as questões internas dela. Ou seja, ver o que ela não queria e a partir disto, parar de fugir.

Pode ser um trauma, um bloqueio, uma infância difícil ou até mesmo uma gestação tumultuada, em que a mãe dela passou por grandes dores e dificuldades.

O fato que tenho observado com frequência em meu consultório é que se a pessoa resolve estas questões, a vida afetiva dela passa por uma mudança, para ressoar com esta ressignificação emocional que ela se proporcionou internamente.

Para isto ser realmente eficaz, não adianta ficar no superficial. Sei que pode ser desconfortável, olhar para algo que não se quer ver, mas isto necessariamente precisa ser feito.

Ir além das aparências.

Existe muita negação nesta área, isto é um mecanismo de fuga.

Ou seja, a pessoa diz para ela mesma em relação a vida afetiva, que isto é uma fase e que logo vai passar. Pode afirmar também, que ela fará a pessoa mudar, que o comportamento que o (a) parceiro (a) possui, não é tão grave assim. São só alguns exemplos.

Outras pessoas podem não querer olhar para o relacionamento afetivo do passado, aquele que foi doloroso e muito marcante. E gostaria de esclarecer que na imensa maioria dos casos, o problema dormita nesta relação mal resolvida.

Que pode até ter terminado externamente, mas por dentro a pessoa está totalmente emaranhada na situação e consequentemente sua área afetiva é turbulenta e caótica.

Por isto defendo a ideia de que a área afetiva pode ser uma forte aliada, no caminho da autocura. E quando a pessoa se olha, se conhece e se cura as relações intimas seguem o mesmo movimento.

Se você já tentou tudo e nada parece caminhar de forma fluída, leve e amorosa em sua vida a dois, pare de dar murro em ponta de faca e olhe para dentro.

Veja os seus conteúdos internos, perceba até que ponto tem algum complexo negativo ativado. Por exemplo: Os complexos de culpa, inferioridade, desvalorização, abandono, rejeição etc.

Observe também como foi a vida afetiva de sua mãe, acredite há uma forte correlação com a sua vida dois também. Principalmente se você tem algum tipo de problema sistêmico.

Nós seres humanos somos complexos, a última coisa que somos é uma coisa só. A verdade é que existe um vasto mundo dentro da psique humana. Somos um conjunto de fatores, formados por complexos e heranças emocionais.

Quando existe alguma dor que emerge, trata-se de um chamado para se olhar para este mundo interno, que muitas vezes na correria do dia a dia é abandonado e relegado a segundo plano.

Já atendi inúmeros casos em que a área afetiva atuou como um mecanismo de cura.

Anote quais são os pontos que mais te machucam na vida a dois:

  • Falta de atenção
  • Abandono
  • Traição
  • Rejeição
  • Indiferença
  • Vícios

Existem outros, mas citei os mais comuns. Se a sua dor não estiver nesta lista, veja qual é a sua. Esta dor é o seu caminho de cura.

Como o veneno da cobra, que pode matar ou curar. Assim é a área afetiva desestruturada. E a questão com relação a vida dois é como ela será direcionada: Para a dor ininterrupta ou para a cura, são caminhos e escolhas.

Caso queira a meu acompanhamento terapêutico, vou deixar alguns possíveis caminhos.

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Gravei alguns exercícios terapêuticos para as minhas clientes de consultório, para alinhar a vida afetiva, que se chama Meu relacionamento e eu, e resolvi disponibilizar para outras pessoas, caso queira adquirir o seu acesso vitalício CLIQUE AQUI 

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Adriana Mantana

terça-feira, 10 de agosto de 2021

O que um relacionamento mal resolvido com a mãe, pode causar na vida de uma pessoa?

  




A primeira relação que qualquer ser humano tem é com a mãe. Afinal todos nós passamos pela gestação intrauterina durante os 9 meses, ou com uma duração menor para os prematuros.

O fato é que este foi o primeiro e fundamental relacionamento, ou em outras palavras a relação primal. Aquela que literalmente baliza toda a trajetória humana, na vida e nas relações.

Antes de mais nada gostaria de esclarecer que o meu objetivo não é culpar nenhuma mãe, pois sei que primeiro isto não ajuda e segundo pode piorar ainda mais o quadro, nesta relação tão nevrálgica e delicada.

Trabalho como terapeuta e consteladora faz muito tempo, e sei que alguns casos são profundos e dolorosos, eu respeito todos eles. Estou aqui para contribuir com você de alguma forma, e por mais que você não me conheça pessoalmente, saiba que estou a seu serviço e a serviço da vida.

O primeiro contato com a mãe acontece na gestação intrauterina, onde o feto fica imerso no inconsciente pessoal da mãe e do coletivo. Isto na prática quer dizer, que os complexos da mãe e da família são transferidos no ventre para a criança. Fiz minhas pesquisas e aprofundamentos nos livros dos autores Carl Gustav Jung, Erich Neumann e Renate J. de Moraes, caso queira saber a fonte de tal afirmação.

Por isto normalmente quando inicio um tratamento terapêutico com os meus clientes, a primeira coisa que peço é para perguntarem para a mãe, ou para quem estava presente, como foi a sua gestação, as emoções da mãe, qual era o contexto histórico, financeiro e afetivo dela na época.

Justamente porque sei que é preciso iniciar todo o processo a partir daí, para ter a real mudança interna, e a qualidade de vida, que a pessoa busca.

Ao descobrir como foi a gestação, é preciso identificar quais são os complexos familiares e atuar, na retirada da potência do complexo que está ativo de forma negativa.

É preciso elucidar que temos duas gestações, a intrauterina de 9 meses no ventre e a extrauterina, do zero até 1 ano de idade. Isto quer dizer que a criança literalmente vive as emoções, pensamentos e complexos da mãe e isto determinará a qualidade de vida, que esta criança terá na idade adulta.

Exatamente por isto, existe a repetição familiar, ou seja, uma pessoa vive a vida que a mãe viveu. Como se fosse um disco de vinil furado (eu sou da época do disco de vinil).

O que o terapeuta precisa fazer é identificar junto com o cliente, quais são os complexos atuantes de forma negativa, e trabalhar para retirar a sua potência, integrar e elaborar o mesmo, para que a pessoa possa ter uma vida mais saudável e feliz. O que significa reduzir a insegurança, aumentar a autoconfiança, amor-próprio e confiar na própria vida.

Pois o fato é que seu não confiei em minha mãe no ventre e me senti abandonada, na tenra idade. Como será o nível de confiança que terei na vida?

Por isto a pessoa se sente fragilizada nas relações afetivas, na profissão e na vida financeira.

Não olhar para isto, faz a questão se tornar recorrente e de fato não ser resolvida.

Por exemplo uma pessoa pode até se submeter algum tipo de técnica terapêutica, mas por falta do aprofundamento que este tipo de situação requer, ela tem a falsa ideia de que foi resolvido. Quando de fato não foi!

Para perceber isto, basta olhar para os resultados, a qualidade de vida e a serenidade. Se foi de fato resolvido, tudo estará bem e a pessoa terá alegria e confiança na vida de forma genuína.

Navegar nas águas profundas se faz necessário para ir até a causa.

O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, em suas mais de 34 obras, fala exaustivamente sobre os complexos e o fato destes serem transgeracionais.

A boa notícia é que uma pessoa que teve algum trauma de nascimento, ou uma relação problemática com a mãe, não está de fato condenada a viver uma vida triste, escassa e adoecida.

Como citei acima, se faz necessário ir até a causa, para limpar, integrar, retirar a potência e elaborar o complexo, para a pessoa conseguir ter uma vida livre e mais funcional.

Como mencionei no texto, sou terapeuta a muitos anos e trabalho com as constelações familiares.

Vou deixar alguns possíveis passos, caso queira o meu acompanhamento direto ou indireto através dos meus programas de aprofundamento.

Mas antes disso, gravei uma meditação de limpeza e centramento no meu canal do Youtube, para ouvir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva vou adorar te ver por lá também.

 

Gravei 7 áudios para alinhamento da relação com a mãe, que foram baseados nas constelações familiares e nos exercícios terapêuticos de consultório, para as minhas clientes e resolvi abrir para outras pessoas, caso queira adquirir o acesso, para alinhar a sua relação com a sua mãe CLIQUE AQUI o acesso é vitalício.

 

Agora se deseja algo personalizado para a sua situação, agende a sua sessão de terapia, de acordo com a modalidade desejada, CLIQUE AQUI para agendar. 

Cuide-se com amor!

 

Grande abraço.

 

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Adriana Mantana

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