quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Qual é a raiz da Insegurança Afetiva e como tratar?



A insegurança gera tamanho desconforto que na maioria das vezes, faz uma relação promissora terminar.

E qual a razão para isto acontecer?

Uma pessoa insegura, sem querer, pode sufocar e pressionar.

O outro se sentindo controlado e sufocado, tende a se afastar.

Um dos sintomas constantes de uma relação desgastada pela insegurança, são:

  • Brigas,
  • Distanciamento,
  • Diminuição do contato íntimo,
  • E outros.

Além do impacto nocivo nos relacionamentos, a pessoa insegura acaba tendo uma qualidade de vida prejudicada, pois apresenta episódios de insônia, ou noites mal dormidas.

Seu estômago pode apresentar alguma patologia, pois a produção do suco gástrico aumenta, por conta da alteração emocional.

A ansiedade anda de mãos dadas com a insegurança, pois o medo de perder, de ser traída (o) ou abandonada (o), faz a pessoa ficar pensando no futuro, com muita frequência.

No entanto existe saída.

Quando a insegurança é tratada na raiz, todo o efeito se esvai e a pessoa consegue ter uma vida mais leve, sem este transtorno constante, atormentando a sua mente.

Antes de dizer como eliminar a insegurança em sua vida afetiva pela raiz.

Gostaria de ressaltar, que muitas vezes a pessoa imagina que esta insegurança é dela.

O que ela não supõe, que pode ter sido uma emoção herdada dos pais, ou ancestrais.

Ou seja, ela pode ter buscado terapia, cursos e lido vários livros sem solução. Porque estava pensando que a emoção era dela, e por isto o problema não foi resolvido.

Então se o problema não for identificado corretamente, qualquer solução será limitada e a questão persistirá.

Daí a pessoa pode se sentir frustrada, por não conseguir sair da situação, por mais que ela faça. E por isto, entra em um looping muito negativo de autodestruição.

Porque acredita ser um erro.

Imagine que você está com um problema nos rins, vai até um médico e ele passa um medicamento para o estômago.

Isto vai ajudar?

Com certeza não, na maioria das vezes, pode até piorar ainda mais o problema.

Ou seja, o primeiro passo para eliminar a insegurança, em sua vida afetiva pela raiz, é identificar corretamente de onde vem esta emoção.

  • É sua?
  • Da sua mãe?
  • Do seu pai?
  • Dos seus irmãos?
  • Dos seus ancestrais?

Note que ao identificar com assertividade, o tratamento será efetuado corretamente.

O segundo caminho de solução é limpar, ou liberar esta emoção aprisionada no corpo físico, emocional e mental.

Isto precisa ser feito, para a pessoa conseguir fluir com mais leveza, em sua vida a dois.

Caso contrário esta dor nociva continuará repetindo muitas e muitas vezes.

Então repetindo para dar mais clareza ao que foi trabalhado até aqui:

  1. A insegurança tem um efeito devastador na vida afetiva
  2. A sua insegurança pode não ter sido resolvida, por ser uma emoção de terceiros e não sua
  3. É preciso identificar corretamente de onde vem a insegurança
  4. Depois de percorrer todo o processo é preciso limpar e liberar esta emoção do corpo físico, emocional e mental

 

Se o problema for resolvido, a pessoa sentirá paz e mais leveza em sua vida a dois.

Consequentemente haverá uma melhoria nesta área, pois tudo aquilo que é emanado emocionalmente, o outro capta e, portanto, a relação melhora muito.

Como eliminar a insegurança em sua vida pela raiz?

  • Identifique de quem é esta emoção,
  • Limpe e libere esta emoção aprisionada.

 

E se você já tentou vários métodos e processos terapêuticos, sem a solução de fato. Gostaria de apresentar a você a possibilidade de experimentar algo novo, que vai até a causa da questão.

Não sei qual idade você tem hoje, se pode esperar ou não.

Enfim, vou dar dois possíveis caminhos rumo à solução.

Não estou falando de algo mágico, mas sim de algo possível, onde você saberá como lidar melhor com você e com o outro.

Entenda que depois desta liberação emocional, você perceberá sua vida afetiva sob outro prisma.

Então vamos lá.

O primeiro caminho de solução pode ser feito em grupo. Existe um programa de 21 dias de Liberação Emocional e Desbloqueio Afetivo, onde diariamente liberamos uma emoção aprisionada em relação a vida a dois dos participantes.

Trata-se de um programa gravado, onde você terá acesso por um ano, além disso poderá tirar dúvidas diretamente comigo, pela área de membros. Para participar do Programa de Liberação Emocional e Desbloqueio Afetivo se inscreva aqui. 

O segundo caminho de solução é realizado individualmente online, através de uma sessão de desativação e liberação emocional. Onde eu pessoalmente trabalharei com você a sua questão. Caso opte por este atendimento individual, reserve a sua vaga aqui. 

 

Cuide-se com amor!

 

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

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terça-feira, 15 de novembro de 2022

O segredo para liberar as emoções aprisionadas com mais rapidez.

 


Você teve uma infância complicada?

Presenciou alguma cena impactante?

Teve um lar desestruturado?

Acompanhe os números abaixo.

99% das pessoas vieram de um lar desestruturado e/ou presenciaram alguma cena impactante.

Se você pertence aos 1% que não vivenciou nada disto, parabéns, mas saiba que você é uma exceção.

A primeira fase da infância é crucial para o desenvolvimento ótimo da psique de um ser humano, nesta fase a criança está completamente exposta e aberta ao inconsciente pessoal da mãe.

Portanto se a mãe tem algum tipo de desconforto emocional, invariavelmente isto é transmitido para o bebê e posteriormente, para a criança.

Ao ler isto, você pode chegar as seguintes conclusões:

  • Perceber que os efeitos emocionais que têm hoje começaram na infância;
  • Que pode estar vivendo uma emoção que não é sua, mas da sua mãe;
  • Que existe algo que precisa ser visto, limpo e liberado de seu mundo psíquico;
  • Que aquilo que imaginou ser o problema, não era;
  • Que é possível resolver esta questão.

Imagine a seguinte situação:

Teresa uma mulher de 42 anos de idade, autônoma, com dois filhos pequenos, sustenta sozinha a sua casa.

Era uma tarde de sol, e ela estava desesperada, pois tinha dois boletos que venceriam em quatro dias e ela não tinha ideia de onde arrumar o dinheiro.

O desespero de Teresa, já tinha sido tratado em terapia, atenuou um pouco, mas infelizmente ainda não tinha sido resolvido.

Então no dia seguinte a mãe dela, foi até a sua casa para fazer uma visita.

Ao chegar lá, ela contou para a sua mãe que não sabia o que fazer, estava desesperada e começou a chorar, por conta de todas as pressões que ela estava vivendo.

A mãe dela disse:

Fique calma Teresa, tudo vai se ajeitar!

Então Teresa perguntou para a mãe:

Mãe, a senhora nunca ficou assim?

A mãe respondeu:

Não, só fiquei assim desesperada uma única vez, quando fui mandada embora do meu trabalho. Pois tinha acabado de me separar do seu pai, e vocês eram todas pequenas. Você tinha 3 anos naquela época. Nem dormi direito a noite, fiquei desesperada, pois não sabia onde iria arrumar dinheiro, pagar as contas.

Esta é uma história verídica, com os nomes alterados.

Perceba que a emoção de desespero foi herdada da mãe e aprisionada no corpo de Teresa, quando ela era uma criança. Ou seja, o segredo não revelado era este.

Quando ela teve a possibilidade de liberar esta emoção aprisionada em seu corpo, ficou pasma, pois o desespero simplesmente desapareceu e nunca mais retornou.

Isto pode acontecer em vários setores da vida.

Neste momento, você pode estar passando por algum tipo de situação desconfortável; por exemplo:

  • Dificuldade na vida afetiva;
  • Dificuldade na profissão;
  • Dificuldade com o dinheiro;
  • Dificuldade com o corpo;
  • Etc.

Seja a área que for, normalmente o problema, está relacionado à infância, e as emoções herdadas dos pais e aprisionadas no corpo físico, emocional, mental e em todos os registros psíquicos.

Muitas vezes uma pessoa pode ter uma vida sofrível, com uma emoção que não é dela.

Pode repetir um padrão, ou pior, transmitir isto para os filhos.

A boa notícia é que ela pode romper este padrão patológico, e ser o ponto terminal do mal em sua família. E libertar os seus descendentes, deste tipo de dor com mais facilidade e rapidez.

No entanto, para fazer isto ela terá que olhar para a sua infância e escolher liberar isto de seu campo sistêmico.

Trabalho com a constelação familiar e com a liberação emocional, através do biomagnetismo. E tenho presenciado grande mudança, na vida das minhas clientes.

Fugir não resolve a questão, pois normalmente enquanto a pessoa não libera esta emoção aprisionada, ela não avança como gostaria.

Inclusive ela pode ter experimentado várias técnicas e abordagens terapêuticas, mas sem o sucesso almejado.

Isto porque pode ter alterado alguma crença, mas o impacto emocional, continua latejando em seu mundo interno.

Provavelmente, você já deve ter ouvido falar, que é a emoção que realmente cria a realidade. Não é um processo racional, ou lógico, mas sim emocional.

Então, quando esta emoção de dor aprisionada é liberada, o fluxo segue o mesmo caminho. E a pessoa consegue ter mais leveza e facilidade, com aquilo que estava refém.

Fiz uma palestra sobre a criança interior e a ferida primordial, lembro que no dia, as participantes gostaram muito, inclusive passei um exercício terapêutico para elas fazerem em casa. Quer ter acesso a este exercício também? Entre por aqui. 

Como mencionei, faço atendimentos de liberação emocional com o biomagnetismo. Se você deseja experimentar e comprovar por si mesma o que disse acima, entre neste link para agendar a sua sessão. 

Cuide-se com amor!

Grande abraço!

Adriana Mantana

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terça-feira, 4 de outubro de 2022

Como descobrir o seu valor através do relacionamento afetivo?


 


Autovalor é uma moeda emocional interna, que leva um certo tempo para ser desenvolvida.

A área afetiva na minha opinião é uma grande universidade emocional, onde leva o confronto dos maiores medos e dores ocultas do casal.

A falta de valorização interna pode ter começado em tenra idade, às vezes no ventre da mãe.

Normalmente ninguém gosta muito de olhar para este mundo interno.

Sabe aquele castelo assombrado dos filmes de terror?

Pois é...

As portas que rangem, as luzes que ficam piscando, fazendo aquele barulhinho característico de um possível curto-circuito, e à espreita o assassino aguarda.

Você pode pensar, eu hein, não gosto de filme de terror e muito menos de um castelo mal-assombrado, vou parar a leitura agora.

Sugiro fortemente que prossiga, pois este castelo mal-assombrado está bem mais perto do que você imagina.

O passado emocional das pessoas, geralmente é soterrado pelo tempo, mas não adianta imaginar que o tempo vai curar alguma coisa.

Eu me lembro daquela música de sucesso do Michel Jakson, Thriller. Se você não é daquela época, depois pesquise para entender, melhor assista o clipe da música.

Aquilo que é suprimido, ressurge como os mortos vivos, da música do Michel.

E por mais aterrorizante que este assunto possa parecer, acredite o relacionamento afetivo traz à tona, as dores emocionais, para que o autovalor seja reconhecido e curado.

O problema não está no outro.

A verdade é que a dificuldade, mora em nós, em um passado mal resolvido e consequentemente, a falta de habilidade de lidar com o parceiro.

Entenda por favor, não estou dizendo que o outro não tem responsabilidade na relação. Afinal, trata-se de um casal.

Pense comigo, se dentro de você existe um castelo mal-assombrado, em seu parceiro(a) também.

Porque afinal de contas, atraímos uma pessoa muito similar emocionalmente ao nosso mundo interno.

Não sei você, mas eu não acredito em acaso.

Portanto, pela lei da afinidade, cada pessoa é uma mensagem para nós.

Se esta mensagem for entendida, nos reconectarmos ao nosso mundo interno. Por isto defendo que o relacionamento afetivo, pode trazer a autocura.

Afinal quando o sapato aperta, o ser humano busca ajuda. Para que dor do coração suma de vez.

E aí a jornada do autoconhecimento começa, até que a pessoa aprenda a se amar e se valorizar, como ela é.

Isto não acontece nem antes, nem depois.

Você que está lendo aqui agora, pode estar cansada de buscar caminhos e ferramentas para fazer a sua vida afetiva andar, não é mesmo?!

Pode ter feito terapia, cursos e lido livros, mas a frustração, pode estar latejando agora em sua mente, pois nada do que tentou, funcionou como você gostaria.

Daí eu te pergunto:

Verdade, que você procurou no lugar certo?

Como seria levantar o tapete do mundo interno em profundidade para curar o que precisa ser curado, sem fugir?

Afinal, fugir não funciona, só adia o inadiável.

Você tem escolhas, pode aprofundar nisto agora, ou deixar que o tempo cuide disto.

Só gostaria de relembrar que o tempo soterra a dor, não acaba com ela, e os zumbis do passado podem ressurgir, em momentos inesperados.

Fazendo qualquer pessoa, até mesmo as lógicas e as pragmáticas, olharem para aquilo que muitas fugiram a vida inteira.

Perdi as contas de quantas pessoas já atendi com questões afetivas.

E o discurso é sempre o mesmo:

  • Não me sinto valorizada.
  • Ele não se importa comigo.
  • Brigamos muito.
  • Sinto muito ciúme.
  • Fico insegura sempre que saímos e ele olha para outras mulheres.
  • Já fui traída e não confio mais.
  • Não consigo perdoar, mas também não consigo sair do relacionamento.
  • E etc.

São frases recorrentes, na maioria dos meus atendimentos.

Sempre ressalto que o relacionamento é uma bússola.

 

Enquanto a pessoa, não for até a fonte, que é dentro dela, para desenvolver o amor-próprio e o autovalor, a situação afetiva continuará a mesma.

Ou pior, pode mudar de parceiro e repetir o mesmo padrão afetivo indefinidamente.

Sei que você pode estar cansada, mas eu tenho um convite para te fazer.

Depois de vários anos, atendendo pessoas de diferentes idades, homens e mulheres, eu resolvi fazer um desafio, a princípio era só para meus clientes, mas depois escolhi divulgar para outras pessoas estes exercícios terapêuticos, no formato de um desafio.

Foi aí que nasceu O Desafio de se amar, são 40 dias de exercícios que são liberados diariamente, para quem escolhe agora, enfrentar os zumbis, o castelo mal-assombrado, para ir para o próximo nível de autovalor, amor-próprio e na vida afetiva. Entre no Link para adquirir o seu Acesso Aqui.

 

Agora, se você deseja Liberar e desbloquear emoções represadas de cunho afetivo, pode escolher participar dos 21 dias de liberação e desbloqueio emocional afetivo. Para participar dos 21 dias pegue seu ingresso aqui 

 

Não desista de você!

Grande abraço.

Cuide-se com amor!

Adriana Mantana

 

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segunda-feira, 26 de setembro de 2022

O seu relacionamento é limitante ou expansivo?


O relacionamento afetivo, pode tomar grande parte da energia emocional de alguém.

Consequentemente uma pessoa pode se sentir completamente esgotada, e isto pode drenar sua capacidade criativa: na profissão, nas finanças, na saúde e até mesmo com os seus familiares.

Hoje sabe-se que as doenças são geradas grande parte por fatores emocionais, as chamadas doenças psicossomáticas.

Afinal, quando uma pessoa está com um desconforto na área afetiva, muitas vezes, não consegue nem dormir direito e muito menos ter um sono reparador.

Pode comer mais por ansiedade, gastar ou desenvolver qualquer outro tipo de compulsão.

Faça esta pergunta:

Meu relacionamento é uma âncora ou um avião?

Esta pergunta, te ajuda ter clareza sobre uma área tão importante e estratégica.

Pois se uma pessoa não vai bem em sua vida a dois, isto acaba reverberando nas demais áreas de sua vida.

Mas não precisa ser assim.

Costumo dizer que o relacionamento afetivo é uma bússola, ele mostra exatamente onde estão as feridas mais profundas que necessitam de tratamento.

Normalmente são questões inconscientes, vividas na infância onde a pessoa não tem mais acesso, ou seja, ela não se recorda.

Mesmo assim causa grande impacto, porque geralmente aquilo que foi um trauma no passado infantil, reflete na vida a dois.

Ou seja, se uma pessoa teve um dos pais abusivos, pode ter um parceiro afetivo, com este mesmo padrão de comportamento.

A criança de forma inconsciente, assimilou que é assim que é o “amor”, e consequentemente isto é revivido várias e várias vezes, quando ela cresce.

Em alguns casos pode ter presenciado, cenas fortes com relação a vida afetiva dos pais, e por um sistema de lealdade inconsciente, repete o mesmo padrão.

Negar, fugir e se irritar com isto, não traz a solução e muito menos uma relação mais equilibrada e nutritiva.

Enquanto não se vai até a causa, a pessoa repete a mesma situação dos pais, vivendo muitas vezes o mesmo padrão de âncora, que ela percebeu em sua infância.

Em outras palavras, atrai um parceiro (a) que atrapalha seu crescimento e drena sua capacidade de ir além.

Como resolver?

  1. Olhe para o seu parceiro como um guia, aquele que te mostrará as feridas internas mais profundas
  2. Veja o que mais dói em sua vida a dois
  3. Limpe os traumas da infância que estão ligados aos seus pais
  4. Libere espaço emocional dentro de você através de técnicas terapêuticas que vão te ajudar.

Caso queira conhecer o DAM® (Desativação e ativação magnética), ele libera emoções represadas de forma massiva, trabalho com ele todos os dias.

Ao seguir estes quatro passos, conseguirá ver a real situação de sua área afetiva, e o melhor conseguirá fazer escolhas sem ficar tomada por emoções ou um passado mal resolvido.

Atendo várias pessoas e assim que conseguem se libertar do passado, a leveza é instaurada em suas vidas.

Você pode estar sendo afetada por algo que nem é seu, mas sim de seus ancestrais.

O relacionamento neste caso, funciona como um farol e ilumina aquilo que até então estava oculto.

Por exemplo: A dor da carência, a rejeição, o abandono, o ciúme etc.

São sintomas de algo interno, que está dentro da uma pessoa, que apresenta este tipo de questão emocional.

Por mais que uma pessoa diga, todo casal briga.

Verdade, que você escolhe ter uma relação conflituosa?

Como seria ter um relacionamento nutritivo e significativo?

Mas para chegar neste ponto é preciso seguir os quatro passos, e olhar para aquilo, que está debaixo do tapete.

Não sei você, mas eu não acredito em acaso.

Cada pessoa que surge em nossas vidas são mensagens.

Algo que precisamos conhecer, que até então estava oculto em nosso inconsciente.

Esta pessoa traz pedaços de nós, que foram fragmentados com o tempo.

Pedaços emocionais, por relações que foram difíceis e degradantes no passado.

A vida tem formas interessantes de surpreender, e uma relação que é uma âncora pode contribuir para você se curar e se resgatar interiormente.

Estou escrevendo um livro que aprofundo nesta questão.

Porque em um artigo, por uma limitação de espaço, fica inviável falar sobre um assunto tão complexo.

Mas gostaria de deixar um convite, caso queira alguns exercícios terapêuticos que utilizo em meu consultório, para tratar questões pendentes do passado, vou deixar aqui a possibilidade para você.

O nome do treinamento com estes exercícios é Cure a sua Vida Afetiva, além dos exercícios para liberação emocional, tive o cuidado de deixar o pdf, para você baixar e imprimir. 

Será um prazer te ver na área de membros, tirando dúvidas!

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

Informações sobre: Sessão de Biomagnetismo, DAM® ou Constelação Familiar 

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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Por que tenho uma vida afetiva caótica?


 


Quem nunca passou por uma turbulência na vida afetiva que atire a primeira pedra.

A turbulência faz parte do percurso, o problema acontece quando a turbulência se torna uma rotina.

Muitas vezes, uma pessoa pode estar vivendo, uma repetição do padrão familiar, ou seja, repete a vida afetiva da avó, da mãe ou outro ancestral.

Isto tudo acontece de forma inconsciente. A pessoa pensa que é dela, mas de fato não é.

Trata-se de algo que vem dos anteriores.

Às vezes esta pessoa, tem boa vontade e deseja mudar este cenário afetivo.

Pode ter feito cursos, terapias e lido muitos livros etc.

Mas continua vivendo afetivamente, em uma areia movediça.

Como funciona a areia movediça?

A areia movediça, puxa a pessoa para baixo, causando a imobilização. Só conseguindo sair deste lugar, com a ajuda de outra pessoa.

Não estou dizendo com isto, que a pessoa deve se conformar, ou pendurar a chuteira afetiva (linguajar popular). Pois isto, não funciona.

O que funciona?

A ferramenta certa.

E claro, ter paciência, pois trata-se de um processo.

Porque se fosse instantâneo, todas as pessoas do mundo, já estariam resolvidas em todos os níveis em um piscar de olhos.

O nível de autocobrança do ego pode se tornar devastador, pois ele quer para ontem, aquilo que demanda um certo tempo e isto gera ansiedade, aflição e angústia.

Sabe aquele dito popular: “A grama do vizinho parece mais verdinha”. Esta é uma frase do ego.

Imagine a seguinte cena, uma criança sai correndo em um dia de sol. Toda a família está reunida em uma tarde de domingo.

Ela cai e quebra o bracinho.

Tudo fica natural, ou existe uma outra agitação no ambiente?

A criança levanta e volta a correr normalmente, ou chora e se contorce de dor?

Claro, que o ambiente muda e a criança chora de dor.

Depois deste evento, esta mesma criança precisará engessar o braço e ele ficará imobilizado por um tempo.

E todos da família, ficarão mais atentos em relação as crianças.

Em suma, todos passarão por um processo, desde a quebra do pequeno braço da criança, do gesso, atenção e depois de um novo padrão de comportamento, após a cura do braço.

Gostaria de ressaltar aqui que o braço não voltará a ser o mesmo, pois o osso terá uma cicatriz, ele ficará mais espesso no local da fratura.

E o que isto tem a ver com a vida afetiva caótica?

Tudo.

Muitas vezes a pessoa leva um tombo afetivo, não passa por um processo de cura, que funciona assim:

  1. Ver a dor
  2. Limpar a dor
  3. Ressignificar a dor
  4. Liberar a dor

São quatro passos, que interrompem a repetição de padrão.

Pois ao ver a dor, a pessoa conseguirá ver a similaridade, com a vida afetiva da mãe ou de seus antepassados, consequentemente inicia um tratamento focado, na solução.

Logo em seguida, ela trabalha na limpeza desta dor, ressignifica e finalmente libera.

Quando ela chega na fase da liberação da dor, ela já não é mais a mesma.

Consequentemente o ambiente interno passou por uma transformação, e neste caso, a vida afetiva se transforma.

Ou o relacionamento muda, ou ela encontrará alguém, que seja compatível com a sua nova realidade interna.

Então por que as pessoas normalmente continuam tendo uma vida afetiva caótica?

Por que limpar é desconfortável, daí ela pode fazer algumas terapias ou cursos, que não aprofundam muito na questão.

E exatamente por isto, continua repetindo e repetindo o mesmo cenário afetivo caótico.

Se você estiver fazendo terapia sugiro, que peça para o seu terapeuta para aprofundar mais em sua questão.

Seguir e aplicar estes quatro passos faz total diferença na vida de uma pessoa.

A boa notícia é que vivemos em uma época maravilhosa, onde existem várias técnicas e abordagens terapêuticas.

Escolha aquela que ressoa com você.

Se colocar em primeiro lugar não é egoísmo, trata-se de um gesto de autoamor.

Particularmente gosto de contribuir com as minhas clientes com algo mais prático e direto ao ponto.

Foi isto que usei para superar o meu divórcio, e reconstruir a minha vida afetiva.

Uma ferramenta poderosa com exercícios terapêuticos de autoaplicação, o nome dela é Cure a Sua Vida Afetiva, um treinamento que incluí algumas técnicas poderosas que uso em consultório. 

Grande abraço.

Cuide-se com amor!

Adriana Mantana

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terça-feira, 20 de setembro de 2022

Como Liberar a dor emocional do relacionamento afetivo?


 

Você conhece alguém que já desistiu de ter uma vida a dois, por que já sofreu demais?

O relacionamento afetivo pode ser altamente curativo se pelo menos uma pessoa, se abrir para esta possibilidade.

No entanto o que vemos na imensa maioria das vezes, são pessoas feridas, por relações frustradas do passado, que levam para a relação atual, este tipo de pendência mal resolvida.

A conta jamais fechará, se aquilo que foi vivenciado anteriormente não for ressignificado.

Não se trata de afirmar que o tempo cura tudo, o que na minha opinião é uma grande mentira.

Para comprovar isto lembre-se daquela pessoa que não foi tão legal assim com você.

Se veio um rosto em sua mente, isto prova que o tempo não cura absolutamente nada, a verdade é que o tempo adia.

Adia a autocura, adia o relacionamento significativo e a tão sonhada paz e satisfação a dois.

O assunto que escolhi tratar aqui neste artigo contribui nisto, ou seja, se você realmente quiser ter uma vida afetiva melhor, acredito que liberar a dor emocional do passado, pode ajudar muito.

Mas você pode estar pensando agora: “Dor do passado nada, estou com uma dor emocional afetiva agora”.

É exatamente por isto, que liberar a dor represada do passado, vai favorecer a liberação emocional de sua vida a dois hoje.

Em outras palavras, o passado, o presente e o futuro estão totalmente interligados.

No entanto, não tiro a sua razão, afinal ninguém gosta de ficar com uma dor emocional afetiva martelando 24 horas por dia.

Isto causa grandes prejuízos, não só financeiro, mas em todos os níveis.

Pois quando se está com uma área mal resolvida, ela literalmente drena o foco de uma pessoa.

Lembro como se fosse hoje, estava passando por isto, uma dor mal resolvida do passado, neste caso, o meu divórcio não superado.

Estava impactando diretamente a minha vida afetiva naquela época.

A minha dor interna era tão grande, que estava em uma reunião com o meu chefe, e só conseguia pensar nele.

Um relacionamento que durou dois anos e que obviamente acabou, porque não conseguia lidar com todo aquele turbilhão do passado (meu divórcio).

Inclusive entrei neste mundo da psicologia e da terapia, para me curar, não tinha uma intenção profissional, afinal eu era uma gestora de empresa.

E por que te contei tudo isto?

Para você ter uma noção do quanto uma dor emocional afetiva, pode impactar a vida.

Ah esqueci de dizer, acabei sendo demitida.

Se eu soubesse o que vou te contar aqui naquela época, com certeza o final seria outro.

Mas eu não acredito em acaso, o passado precisa ser reconhecido e respeitado.

Afinal somos o que somos, graças a ele.

Pegue um papel e uma caneta, pois o que vou dizer agora pode ser a diferença, entre continuar reproduzindo a mesma dor afetiva com parceiros diferentes, ou não.

Ou seja, se escolher pode se libertar deste emaranhamento emocional afetivo.

Atendo várias pessoas online no Brasil e no mundo, e fiquei pasma com o resultado que um imã de geladeira, pôde fazer com uma pessoa emocionalmente envolvida, em uma relação complicada.

Ela sentiu um alívio imediato, depois de chorar bastante com todo o processo.

O que fazer com o ímã? Você deve estar se perguntando, não é mesmo?!

Com a polaridade negativa do ímã, a pessoa percorre todos os meridianos, do topo da cabeça até o cóccix.

Explicar por aqui não é tão didático assim, mas de forma sucinta é assim que ocorre.

Ao fazer este percurso com o ímã, falamos as palavras de liberação e desativação das emoções aprisionadas no corpo físico da pessoa.

Por conta deste evento e do que ela me falou depois, eu resolvi fazer algo diferente.

Pensei comigo, se em uma sessão de uma hora, com um imã de geladeira, ela me falou que teve um alívio e melhoria a dois. Eu resolvi fazer 21 de liberação e desbloqueio emocional afetivo, usando um imã de geladeira, e ensinando para as pessoas que escolherem isto.

Além disso, como eu acredito na lei da generosidade, resolvi incluir constelação familiar, maha lilah, mesa magnética e outras técnicas.

Enfim se isto despertou o seu interesse, já te aviso que o preço não será uma objeção.

Fiquei até meio receosa em colocar este valor, mas estou seguindo o meu sentir e acredito que a Liberação e Desbloqueio Emocional Afetivo de 21 dias, pode contribuir para qualquer pessoa que esteja vivendo em aflição afetiva, sair deste estado angustiante. 

Você ficará surpresa com o que um imã de geladeira é capaz de fazer.

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

Adriana Mantana

 

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sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Você está repetindo o mesmo padrão afetivo de sua mãe?


Não sei como está a sua vida afetiva no momento, mas se você está lendo este artigo, provavelmente está buscando algum tipo de solução.

Você já pode ter tentado várias coisas para fazer a sua vida afetiva ir para frente, mas sem sucesso.

Pode ter se perguntado inúmeras vezes, sobre como fazer as coisas serem mais leves.

Ou ter um parceiro, mais amoroso, gentil e que te valorize pelo que você é.

Sei que isto pode doer muito.

Eu também já fiz este percurso.

E o título deste artigo, se refere a isto. Eu estava repetindo o mesmo padrão afetivo de minha mãe inconscientemente.

A verdade é que ninguém de forma consciente, deseja ter uma vida afetiva tortuosa.

No fundo desejamos alguém significativo, que nos valorize por ser exatamente quem somos.

No entanto, na imensa maioria das relações, o que vemos normalmente, são relações complicadas, abusivas e que fragmentam a pessoa.

Em outras palavras, em cada relacionamento, a pessoa fica ainda mais traumatizada.

Chegando a não querer mais nenhuma relação afetiva.

Afinal de contas, se é para ficar sofrendo, melhor ficar sozinha não é mesmo?!

Isto pode até funcionar por um breve período, mas somos seres sociais e logo almejamos alguém para compartilhar o nosso dia a dia.

Pode ser um namorado, noivo, rolo, marido etc.

A nomenclatura não vem ao caso no momento.

O que interessa agora é perceber, que cedo ou tarde, aquela vontade de ter alguém por perto vai surgir.

O grande problema da maioria das pessoas é que elas não percebem que estão presas, por fios invisíveis de lealdade a mãe.

Estou citando a mãe aqui, pois este artigo se refere a isto.

Mas pode ser qualquer membro da família.

Escrevi um artigo em meu blog, sobre repetição do padrão familiar, talvez queira ler e se aprofundar um pouco mais sobre este assunto, o nome do artigo é: Você está repetindo o mesmo padrão da família? 

O primeiro contato que a criança tem com o mundo é através da mãe, depois vem a figura do pai.

Entenda que dentro da barriga o feto absorve e percebe as emoções da mãe, mesmo pequenino, existe a validação das emoções, como sendo dele.

Já atendi inúmeras pessoas em situações como esta.

Sentem uma insegurança profunda e quando aprofundamos na terapia, percebem que aquela insegurança na verdade era da mãe.

Pois na época da gestação ela estava passando por grandes turbulências afetivas.

Em um caso específico a mãe de uma cliente, estava querendo se separar pois além de ser traída pelo marido, apanhava do mesmo, com certa frequência. E ela não aguentava mais.

O cenário interno da mãe era insegurança, medo, preocupação, ansiedade e muita angústia.

Pois além da minha cliente que estava no ventre, a mãe dela, tinha mais duas meninas ainda pequenas.

O fato é o seguinte, não adianta tentar resolver uma questão de forma superficial.

Por lealdade uma pessoa pode sim, ter uma vida afetiva muito parecida com a da mãe.

Ela pode até ter consciência que faz isto, mas sair desta situação já é uma outra conversa.

Muitas já haviam feito anos de terapia, cursos etc.

Mas não navegaram em suas águas profundas, para liberar e desativar a dor real.

Não é porque você não lembra do que aconteceu, que isto não esteja causando um impacto em sua vida.

Tudo está interligado.

A boa notícia é que é possível reverter tudo isto.

O destino de sua mãe, não precisa ser o seu, se você escolher se priorizar e ir até a raiz do problema para se liberar desta prisão interna.

Eu passei por um divórcio muito difícil, demorei 10 anos para superar. E notei que estava seguindo o mesmo caminho da minha mãe e das mulheres de minha família.

A maioria não tem um parceiro afetivo. Tenho 5 tias e destas, só uma está casada e feliz.

Todas as outras divorciaram e nunca mais tiveram nenhum outro relacionamento.

Minha mãe está entre elas.

Quando percebi isto, comecei a minha busca para interromper este tipo de destino.

E isto aconteceu, fiz outras escolhas e reestruturei a minha vida afetiva completamente.

Eu particularmente gosto muito de estudar e aplico em minha vida o que descubro, para depois compartilhar com as minhas clientes e alunas.

E uma das coisas que fizeram uma grande diferença em minha vida foram alguns exercícios terapêuticos, que usei para alinhar meu relacionamento com a minha mãe e para alinhar a minha vida afetiva 

Não sei qual é a sua situação atual. Mas vou deixar aqui uma meditação no meu canal do youtube. Meditação para melhorar a sua vida afetiva aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.

Cuide-se com amor

Grande abraço.

Adriana Mantana

 

P.S:

Tenho um canal do Telegram que gravo áudios semanais sobre amor-próprio, caso tenha interesse será uma honra para mim, te acompanhar nesta jornada. 

Meu Instagram com conteúdo diário nos Stories 

 

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