quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

A Reconexão com a Mãe abre as portas.


A mãe representa a vida.

Quem rejeita a mãe, em um nível muito profundo e inconsciente, acaba rejeitando vida.

Quando isto acontece a vida se torna mais pesada, por isto se reconectar com a mãe internamente, é fundamental, para quem deseja ter uma vida, mais leve, abundante e divertida.

Acredite ter leveza é possível, mas isto começa na mãe.

Muitas vezes procrastina-se para olhar esta relação.

Entenda que não é necessário fazer um movimento externo, a priori, pois o fundamental é que isto aconteça, onde os bloqueios estão, que são na psique humana, ou no mundo interno.

Um machucado só cicatriza de fato, quando ele é limpo e desinfetado, por um remédio específico para isto.

Caso isto não aconteça, o machucado pode infeccionar e ficar pior do que antes.

O grande problema nas relações internas, é que uma pessoa não consegue ver a olho nu, o que está acontecendo por dentro. Ela consegue perceber os sintomas, que normalmente são:

  • Vida afetiva conturbada
  • Vida financeira instável
  • Relação difícil com o corpo
  • Etc

Ou seja, todas as sintomáticas da vida, aparecem por fora, por conta de uma desregulação interna. Mas como estamos em uma sociedade que acredita que a ansiedade é normal, evita-se ao máximo olhar para aquilo que realmente resolve a questão.

Que é a relação e a reconexão com a mãe.

Muitas pessoas buscam várias formas para fazer a vida avançar, pode ser um livro, uma abordagem terapêutica etc. Mas normalmente não surte o resultado desejado, pois ela literalmente está focando no lugar errado.

Por “definição” a mãe gesta o corpo da criança, ou seja, durante os nove meses, a mãe tem contato direto com a criança, visceralmente falando.

Depois do parto a gestação prossegue, agora na forma extrauterina, até aproximadamente um ano de idade. O mundo da criança, é a mãe.

E detalhe, sabemos que o ego ainda não está formado, e não tem diferenciação, então como não olhar para esta relação?

Bert Hellinger, não disse à toa que a mãe tem a face do sucesso, isto tem um embasamento. Não só dele, mas de outros autores e pesquisadores.

Basta abrir os olhos para ver, quem tem dificuldade com a mãe, tem dificuldade com a vida.

Atire a primeira pedra, quem não tem um familiar, que tem muitos problemas com a mãe.

E que por consequência disto, tem muitas dificuldades com a própria vida.

Negar, se revoltar, xingar, mal dizer, lamento dizer não resolve. Se resolvesse, eu seria a primeira pessoa, a dizer para você fazer isto. O que não é o caso.

Não sei como foi a sua infância, não dá para saber.

O que sei por conhecimento de causa, por formações, atendimentos, e vivência própria é que no momento que você vira esta chave, a sua vida vai para outro nível, e aquilo que estava parado anda.

Não estou falando de algo mágico e instantâneo, mas sim, de processos com começo, meio e fim.

A reconexão com a mãe é possível!

E ela abre as portas.

Pois além de estar relacionada com a vida, relaciona-se com o corpo, finanças, sucesso, profissão, relacionamento afetivo, família, ou seja, tudo. Se uma pessoa olha para esta relação, e decide resolver esta questão interna, com a mãe, não tem como a vida dela não passar por uma transformação.

Só se ela não quiser mesmo, e fizer uma força no sentido contrário, para a vida dela não avançar.

O que você está vivendo hoje, pode ser na verdade da sua mãe. A insegurança, o medo, a ansiedade etc.

Isto tem um nome, se chama transferência do complexo transgeracional. Um nome “complicado”, para dizer: A mãe transmite suas emoções, inseguranças, medos e incertezas para o filho.

Nas constelações familiares falamos da repetição do padrão familiar, que provavelmente você já deve ter ouvido falar.

Gostaria de convidar você, que chegou até aqui no final do artigo, para assistir a Palestra Gratuita RECONEXÃO COM A MÃE, que gravei para minhas alunas e alunos.

Aproveite, pois fiz uma palestra mostrando dos impactos da gestação, e fiz um breve aprofundamento sobre o tema.

Para assistir a Palestra RECONEXÃO COM A MÃE CLIQUE AQUI aproveite enquanto ela está disponível, pois ficará no ar somente por alguns dias, porque se trata de um bônus exclusivo que dei para minhas alunas e alunos. 

Cuide-se com amor!

Abraços.

 

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Adriana Mantana

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

É preciso se perder para se encontrar.


Esta afirmação do título, foi dita pelo psiquiatra suíço, Carl Gustav Jung. O criador da psicologia analítica, ou psicologia profunda.

Muitas pessoas principalmente no começo do ano, fazem listas de desejos e objetivos para serem alcançados.

A verdade é que existe praticamente uma repetição de desejos, entra ano e sai ano.

Pois no fundo, o x da questão está no fato da pessoa estar perdida, e não saber o que realmente deseja. Em outras palavras ela está perdida em si mesma.

Ninguém nasceu sabendo o que veio fazer aqui na terra, exceto os grandes missionários e avatares da humanidade.

Um ser humano normal, passa por um processo de amadurecimento da psique que leva bastante tempo.

Muitos estão com mais de cinquenta anos e não sabem ao certo, qual a sua verdadeira vocação, ou chamado nesta existência.

O desconforto emocional é um impulsionador para a pessoa buscar ajuda, pois quando isto é vivenciado, a pessoa faz qualquer coisa para sair do estado caótico interior. Em outras palavras, ela faz o que precisa ser feito, quer goste ou não.

Por isto quando uma pessoa está perdida em si mesma, ela está no caminho do auto encontro, que acontecerá cedo ou tarde.

Vivemos em um período maravilhoso, pois existem várias abordagens terapêuticas e ferramentas diversas do autoconhecimento.

Isto ajuda uma pessoa a ganhar tempo.

Porque ela poderia levar 20 anos, para saltar de consciência sozinha, mas se ela utiliza, uma ferramenta terapêutica adequada para a questão dela, pode mudar sua realidade externa em até um ano, ou dependendo da questão em até menos tempo.

A dor não precisa fazer parte deste caminho. Pode ser mais leve e até mesmo divertida, se a pessoa cooperar com ela, nesta jornada da autodescoberta.

No entanto, o que mais se vê são pessoas que adiam este momento tão importante, por vários fatores. Por exemplo:

  • “Falta de tempo”
  • Falta de dinheiro
  • Opinião dos outros

Em outras palavras, falta a priorização real da dor emocional que se vive, pois quando a dor realmente cansa e machuca ao extremo, a pessoa arruma um jeito, para mudar a sua situação interna desconfortável.

Todo ser humano sabe, mesmo que de forma inconsciente, que precisa olhar para o seu mundo interno, para mudar sua vida externamente.

Mas uma coisa é saber, a outra coisa é praticar.

Atendo pessoas em sessões de terapia, e grupos em imersões e programas avançados de autoconhecimento.

O que mais vejo, são pessoas que dizem que querem transformar suas vidas, mas na hora H, elas não fazem o que precisa ser feito.

Pagar um curso, imersão, livro ou terapia, não resolve o problema. O próximo passo precisa ser feito, que é praticar.

Adultecer e se auto responsabilizar, pela própria vida é o que falta, pois, a humanidade ainda está infelizmente, na infância, onde a vitimização impera.

E busca-se um guru, um pastor, um terapeuta ou qualquer outra “autoridade”, para fazer o papel do pai e/ou da mãe, cuidando da pessoa.

Sei que pode parecer firme demais este artigo, mas estou seguindo o fluxo do campo, e o que está vindo são estas palavras. Se você está lendo, e está fazendo sentido para você fico feliz.

Não leve para o lado pessoal, mas se auto-observe, se machucou é porque de alguma forma, trata-se de algo que vive em você, que inclusive pode ser um dos pontos, que requer um trabalho interno.

Afinal eu não te conheço, então não estou te falando de você, mas para você.

Não acredito em acaso, portanto se de alguma forma, está lendo estas palavras, por um mecanismo de sincronicidade, esta mensagem é para você.

Se está vivendo em uma tempestade, acolha-se, e saiba que isto vai passar.

Se agora se sente perdida, em breve você irá se encontrar.

Acredite em seu Self ou sua centelha divina, ela te mostrará o caminho, a verdadeira autoridade está nela.

Se uma terapia, curso, livro, imersão ou qualquer outro movimento for necessário, seu Self fará isto chegar até você. Confie!

Como disse acima trabalho com terapias e programas avançados de autoconhecimento. Caso queira participar de um de meus programas vou deixar o link abaixo.

Mas antes disso gravei uma meditação de limpeza e centramento, no meu canal do YouTube, caso queira ouvir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva vou adorar te ver por lá também.

Criei um programa, que poderá contribuir muito, com o seu processo de auto encontro, ele se chama O DESAFIO DE SE AMAR, são exercícios terapêuticos que trabalho em consultório, com as minhas clientes, para adquirir o seu acesso CLIQUE AQUI 

 

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Grande abraço.

 

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Adriana Mantana

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Quando o seu brilho foi bloqueado?


Cada pessoa tem uma assinatura única e exclusiva, em outras palavras seu brilho pessoal.

Este brilho quando está ativado, é capaz de alavancar mudanças positivas na vida da pessoa.

A ousadia, coragem e vontade de fazer as coisas, estão diretamente ligadas a este brilho pessoal.

O problema acontece quando este brilho está bloqueado.

Acredite, não existem vários pontos de bloqueio. Existe aquele bloqueio principal, em outras palavras, a dor primordial, que causou o bloqueio deste brilho, alegria e espontaneidade.

Muitas pessoas podem passar uma vida inteira tentando ter sucesso, alegria, amor e prosperidade, algumas conseguem outras não.

O que a maioria das pessoas não sabem, é que se elas acessarem este bloqueio principal, e virar a chave, conseguirão o êxito que tanto sonham.

A questão é que atirar para todos os lados não funciona. Gasta-se muita energia e foco, para algo que trará um resultado ínfimo.

Então o que pode ser feito? Você pode estar se perguntando agora não é mesmo!?

Eu te respondo.

Ir até a causa, e isto está ligado a Mãe.

Se você já leu algum outro artigo meu, deve saber que já falei, da importância nevrálgica deste relacionamento para o sucesso.

Todo constelador já ouviu a frase, que a mãe tem a face do sucesso, que foi dita por Bert Hellinger. Pode até ter ouvido, mas se não foi experienciado, não compreendeu de fato a importância desta relação.

Você tem noção do quanto esta frase é forte?

Em outras palavras, se eu nego a minha mãe, eu me nego e nego a vida.

E se eu nego a vida, ela me nega e consequentemente tudo fica parado, ou se alguma coisa “anda” é preciso um esforço hercúleo.

Não preciso nem dizer que isto gera um cansaço fora do comum, e a procrastinação logo visita as pessoas que tem este tipo de bloqueio.

Alguns clientes me dizem, seja nas imersões que eu ministro, ou nas sessões de terapia, que apanharam muito da mãe, outros que foram abandonados, rejeitados, humilhados e por aí vai.

Pode ser que um filme tenha passado agora em sua mente, pois é inevitável, quando falo da experiência com a mãe, logo a sua emerge de suas lembranças, não é mesmo?!

A verdade é que não é preciso ir em cada dor e bloqueio, para ter uma vida mais leve, abundante e divertida.

Você precisa descobrir o nó principal, aquele que em alguns casos, você pode nem se lembrar de forma consciente, pois talvez tenha sido uma dor tão grande, que o seu ego, através do mecanismo de defesa, jogou em seu inconsciente todo o processo.

O fato é que através de um exercício específico, você consegue acessar este nó e dar um salto de consciência. Em outras palavras, reconhece, ressignifica e integra. E você terá um nó desatado, ou um bloqueio desbloqueado.

Isto é possível! Mas é preciso desejar visceralmente resgatar o seu brilho pessoal, a sua assinatura única.

E o principal, tomar posse do ser autêntico que você é.

Isto implica em ter sua autoconfiança restaurada.

Deixar o seu brilho, fazer o que veio fazer.

Ser uma pessoa audaciosa, com muita autovalorização e autorrespeito.

O tipo de pessoa que sabe se posicionar e dizer não, quando não se sente confortável.

Se você deseja resgatar o seu brilho pessoal, neste 2022 talvez queira fazer parte do meu novo programa Reconexão com a Mãe.

Mas tenho uma má notícia, ele tem vagas limitadas, pois será intenso e profundo. Vou trabalhar com as terapias do inconsciente que domino.

Isto é um verdadeiro atalho, pois eu levei mais de 10 anos para consolidar todo o meu conhecimento, que darei a você nos encontros ao Vivo e no acompanhamento por um ano.

Se você sente que agora é hora, que já está cansada de buscar sem encontrar uma saída, comece pelo principal. Comece pela reconexão com a sua mãe CLIQUE AQUI para se inscrever.

Gravei um vídeo no meu canal do YouTube sobre: A sua Mãe é a chave CLIQUE AQUI para ver, aproveite e se inscreva em meu canal vou adorar te ver por lá também.

Cuide-se com amor!

 

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Adriana Mantana

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

O bloqueio emocional mais impactante.


O bloqueio emocional que literalmente pode impactar a vida toda de uma pessoa, está ligado ao relacionamento com a mãe.

Não quero dizer com isto, que a pessoa precisa ficar colada à mãe. A verdade é o oposto disso.

Uma pessoa só conseguirá seguir rumo ao seu destino, se tiver a postura de honra, gratidão e liberdade em relação a mãe, sem ficar presa os complexos transgeracionais da família.

Bert Hellinger em seus livros relata a importância da mãe na vida de uma pessoa. Além disso os movimentos das constelações familiares mostram isto com clareza.

O problema é: Como liberar este bloqueio emocional em relação a mãe, para conseguir ter a fluidez, que a maioria das pessoas, gostaria de ter?

Obviamente não se trata de algo racional, mas sim emocional, onde só as terapias do inconsciente têm o acesso.

Quando uma pessoa é uma criança, ela não tem discernimento sobre o que é o certo e o errado. Nesta fase, ela idealiza a mãe, como se ela fosse uma rainha, perfeita e imaculada.

Isto vem com a criança, está no inconsciente coletivo, o modelo ideal de mãe.

Temos a sensação de que a mãe é sagrada e perfeita, “com a Mãe de Jesus”, não quero fazer uma analogia com a religião. Portanto retire o cunho religioso de Nossa Senhora, para ter uma ideia do mito arquetípico que estou falando.

Então quando uma criança nasce, ela tem este ideal de mãe.

No entanto, cada pessoa tem uma mãe possível, ou seja, uma mãe real, do dia a dia.

Por conta deste conflito entre o ideal (Nossa Senhora arquetípica) e a mãe possível, os grandes problemas acontecem, porque existe um grande julgamento de como deve ser uma mãe.

E nenhuma mãe, por mais maravilhosa que ela seja, não conseguirá chegar aos pés de um ser puro e imaculado, como Nossa Senhora. Novamente peço, retire o contexto religioso e perceba, com uma visão psicológica, que é o intuito deste artigo.

Não preciso nem dizer o quanto isto pode ser devastador na vida de uma pessoa, pois a relação com a mãe, simbolicamente representa a relação com a vida.

Ou seja, quando uma pessoa tem dificuldade nesta relação, a vida dela pode apresentar diferentes bloqueios. Ela pode sentir de forma constante, a sensação de impotência com algumas áreas da vida.

Pode ter tentado diferentes tipos de recursos, para avançar, mas sem sucesso.

E por consequência disto, ter o gosto amargo dos sentimentos latejantes de frustração e tristeza, com relação a estagnação desta determinada área.

Por isto também muitas mães se sentem culpadas e esgotadas, pois por mais que façam, não conseguem ser Nossa a Senhora arquetípica, mas sim uma mãe possível.

A mãe é o papel mais julgado, ou seja, a maioria das pessoas olham para as mães, e não se sentem satisfeitos de fato, com a mãe possível, pois vivem desejando ter uma mãe ideal.

Isto literalmente bloqueia a vida da pessoa, que pode impactar absolutamente tudo. Em outras palavras, quem tem algum tipo de problema com a mãe, tem problemas com a vida, como mencionei acima.

Por isto o bloqueio emocional mais impactante que existe, está ligado com mãe.

A boa notícia é que é possível reverter isto, e ter uma relação bem resolvida com a mãe.

Vou deixar alguns possíveis caminhos para você, caso tenha alguma dificuldade nesta relação com a mãe.

Mas antes disso gravei um vídeo no meu canal do youtube explicando sobre a mãe. O nome dele é: A sua mãe é a chave para assistir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também. 

Gravei um Workshop com algumas ferramentas que uso no consultório, caso queira adquirir se chama Minha mãe, eu e o meu ego. CLIQUE AQUI para adquirir o seu acesso vitalício. 

Preparei algo novo para 2022, que é um programa Avançado de Reconexão com a Mãe, para adquirir CLIQUE AQUI 

Agora se deseja fazer parte de um programa individual de integração emocional terapêutico CLIQUE AQUI 

 

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Adriana Mantana

 

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

O poder curativo do feminino.

O princípio feminino está presente em todo ser humano. Ele não está relacionado somente ao corpo biológico feminino.

Este princípio é curador, afetivo, confiante, tranquilo e generoso.

Sabe exatamente o que faz sentido para a essência, e segue na direção apontada, pelo sentir.

É curativo, pois tranquiliza, ama e se perdoa.

Este feminino está ferido, na sociedade atualmente. Tanto em homens, quanto em mulheres.

E a prova disto é que existe um ceticismo muito grande, uma insegurança constante, medo, ansiedade e foco no fazer, pensar, agir e ter.

Não quero dizer que pensar, fazer, sentir e ter, não são relevantes. É claro que são! O problema está no desequilíbrio, no excesso.

Nunca se tomou tanto remédio ansiolítico na humanidade e a tendência infelizmente, não é reduzir, mas sim aumentar.

Justamente pela falta de habilidade, de não lidar com as próprias emoções e os seus conteúdos internos.

Então utiliza-se uma medicação para anestesiar os sentidos, para que a dor “desapareça”.

Tomar um remédio prescrito por um médico, e fazendo acompanhamento terapêutico, faz parte de um processo, quando uma pessoa chegou em um estado que não consegue mais conviver, com os seus pensamentos e emoções. Daí esta dupla; remédio e a terapia, são importantes.

Mas antes de chegar em uma situação emocional mais grave, é possível reverter este quadro, se a pessoa se dispõe a olhar para este princípio feminino, que geralmente, está associado a mãe e ao arquétipo da grande mãe.

Quando uma pessoa, consegue ver o que bloqueou o seu sentir, elaborar e integrar ela se torna uma pessoa verdadeiramente livre.

E não se engane os maiores bloqueios e dores emocionais estão ligados a este feminino. Que desemboca na relação com a mãe.

Se esta relação não está resolvida a pessoa tem uma tendência a fuga. Pode fugir de diferentes formas, compras em excesso, comida em excesso, relacionamentos tóxicos, sexo em excesso etc.

Tentar resolver só o sintoma, não trás a solução. Pois a solução, não está no raso, mas sim no profundo. Na relação com a mãe.

Não raro atendo pessoas, em meu consultório, que alegam ter uma ótima relação com a mãe. Mas basta um exercício breve de integração emocional que costumo fazer, que a situação se mostra com ela é.

Em prantos a pessoa consegue reconhecer, que ela estava se iludindo quanto ao seu relacionamento com a sua mãe.

Acredite, se uma pessoa realmente não tem nenhuma pendência emocional, com a mãe. A vida dela flui em todos os sentidos, ela literalmente tem uma vida mais leve e satisfatória.

E pessoas assim, não sentem necessidade de buscar terapia, constelação ou qualquer outro tipo de abordagem, pois estão muito bem e felizes.

Como disse acima fugir não resolve.

Antes de atirar para todos os lados, buscando uma solução para o problema, eu sugiro que a pessoa olhe para a relação com a mãe. Um olhar genuíno, em busca da verdade com ela aconteceu.

Quando a pessoa consegue olhar para isto, e trabalhar esta relação, ela compreende na prática o poder curativo do feminino.

Isto é tão palpável, quanto pegar em uma caneta. Simbolicamente falando.

Ao curar a relação com a mãe, a pessoa cura o seu princípio feminino e sendo assim, consegue ter uma vida emocional completamente diferente. E os resultados acompanham esta mudança de forma sustentável e segura.

Se este artigo fez sentido para você, vou deixar alguns possíveis caminhos para você abaixo, para trilhar rumo a solução.

Mas antes disso, gravei um vídeo no meu canal do Youtube: A sua Mãe é a Chave, para assistir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também.

Fiz um Workshop Teórico Vivencial: Minha Mãe, eu e o meu ego, que trabalhei com algumas ferramentas que uso em consultório, para adquirir o acesso vitalício CLIQUE AQUI  

Caso queira agendar uma sessão de terapia CLIQUE AQUI para saber quais abordagens, valores e formas de pagamento para iniciar um tratamento terapêutico comigo.

Grande abraço.

Cuide-se com amor.

 

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Adriana Mantana

sábado, 11 de dezembro de 2021

A chave que abre todas as portas.



A chave emocional é poderosa.

É possível perceber qual a sua localização, pelo desconforto, que uma pessoa sente em relação ao próprio corpo.

Este corpo não precisa necessariamente estar adoecido, mas se trata de um desconforto relacionado a auto rejeição corporal. Em outras palavras, insatisfação com o corpo, pelo excesso de peso, ou pela falta.

Um desconforto, que pode fazer a pessoa buscar vários recursos e mesmo assim, se sentir incompleta.

Como se fosse uma água salobra, que não mata a sede.

O que esta chave pode abrir na vida de uma pessoa?

Absolutamente tudo.

Pois ao se sentir confortável de verdade com o corpo, ela se sentirá livre e a vida responderá este sentimento de liberdade, proporcionando leveza, alegria e abertura na vida dela.

A razão do corpo ser uma chave poderosa, é que ele se relaciona de forma direta, com a mãe, com o feminino e com a vida.

E de acordo com Bert Hellinger, quem se alegra com a mãe é capaz de se alegrar com a vida.

Ou uma outra frase dele de grande repercussão hoje em dia: A mãe tem a face do sucesso.

Isto eu consegui perceber, na prática clínica e em minha própria vida.

Quando uma pessoa consegue ir, até a ferida primordial com relação a mãe e cura esta ferida, ela percebe uma sensação interna de liberdade e limpeza, quase que imediatamente após o exercício.

Falar somente do problema com relação a mãe, não resolve completamente a questão. Embora falar seja fundamental em um processo terapêutico.

O que é necessário é fortalecer a pessoa, antes dela conseguir ter forças e prontidão interna, para confrontar com uma mágoa antiga, com relação a mãe.

Muitos clientes que atendo, guardam no inconsciente tais dores e mágoas.

Ou seja, tem dificuldade de lembrar da infância. Quando isto acontece é preciso fazer quase um “trabalho de arqueologia”, para escavar junto com a pessoa sua história, complexos e vivências, para chegar até a questão e a chave da sua liberdade.

Outros clientes conseguem se lembrar de situações traumáticas, nestes casos é possível atuar no fortalecimento da pessoa a priori, para depois entrar junto com ela neste mundo psíquico mais escuro e inconsciente, para encontrar a chave que a libertará do cativeiro, da falta de alegria, ânimo e entusiasmo genuíno pela vida.

O corpo mostra se a pessoa tem algum tipo de desconforto mais profundo com a mãe. Ele é sábio, completamente diferente da cabeça, que cria cenários fantasiosos e paranoicos.

Hoje em dia existe uma anestesia geral na imensa maioria das pessoas.

Em outras palavras, elas pensam muito, mas tem uma dificuldade grande de sentir, soltar e confiar na vida.

Afinal, a vida é provedora, se não há confiança na vida, consequentemente não há confiança na mãe, que a pessoa teve na infância. E ela novamente sentirá no corpo este impacto.

O ego tem o princípio masculino, da lógica e da ação.

O corpo, tem o princípio feminino, do sentir e do confiar.

Por estas frases acima, você consegue ver, onde mora a sua maior dificuldade.

Só para reforçar, algo que acredito que você já sabe: A vida não é lógica, ela é percebida e sentida.

Mas como disse acima, existe uma anestesia geral, que impede uma pessoa confiar, soltar e viver espontaneamente. Esta anestesia “ajuda” a pessoa não entrar em contato com esta dor, e a mágoa primordial com a mãe.

Ou seja, vive-se uma vida no piloto automático, sem sentido e sensações. Só em busca do fazer as obrigações do dia a dia.

A boa notícia é que é possível encontrar esta chave e abrir esta prisão emocional, que a pessoa está.

Gostaria de reforçar que uma pessoa pode passar uma vida inteira anestesiada, sem sentir o pulsar.

São aquelas pessoas mais velhas, que toda família tem. Uma tia, ou um tio que tem certa amargura e tristeza no olhar, por não ter se realizado plenamente.

O que vou deixar abaixo para você, pode ser a diferença entre você continuar anestesiado para a sua vida, ou não.

Pode representar a sua libertação, sua alegria genuína e espontaneidade.

Mas antes disso, eu gravei uma aula no meu canal do YouTube, sobre a importância da mãe e os impactos que a falta deste alinhamento materno, pode causar na vida de uma pessoa, para assistir o vídeo Sua Mãe é a Chave CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.

Fiz um Workshop no início deste ano, que tratei esta questão citada acima. O nome do Workshop é Minha Mãe, eu e o meu ego, para adquirir o seu acesso vitalício CLIQUE AQUI 

Agora caso queira iniciar uma terapia comigo, agende a sua primeira sessão CLIQUE AQUI para agendar

 

Cuide-se com amor!

 

Abraços.

 

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Adriana Mantana

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Quem rejeita o corpo, rejeita a mãe, o feminino e a vida.


 


O corpo pode ser simbolicamente considerado, o caminho da liberdade ou da prisão.

Quando digo que quem rejeita o corpo, rejeita a mãe, o feminino e a vida, estou querendo dizer exatamente isto. Sei que em um primeiro momento, pode parecer uma frase pesada. Mas acredite ela é real.

Como posso afirmar isto?

Por minha vivência pessoal, nos estudos, nas pesquisas e nos atendimentos que faço há muito tempo, no consultório.

Biologicamente a mãe é a responsável por gestar o embrião, em outras palavras, tem uma representação simbólica de um forno biológico.

Imagine a seguinte cena:

“São 16 horas de um domingo ensolarado, e você sente uma imensa vontade, de comer um bolo de chocolate, no café da tarde. No entanto, está com preguiça de sair para comprar o bendito bolo. O que você pensa? Vou fazer um bolo, pois tenho todos os ingredientes.

Na boa fé, você une todos os ingredientes e coloca em uma forma.

Qual último passo, para você saborear este delicioso bolo de chocolate?

Colocar todos os ingredientes na forma, e depois no forno, aguardar o tempo necessário, e voalá.

Será um domingo alegre, com o seu bolo de chocolate e um fumegante cafezinho da tarde.

O quero dizer com isto?

Que a mãe é a responsável, por dar o formato e a sustentação física para o corpo.

Quando uma pessoa me procura, chateada com o corpo, e com os resultados de sua vida, imediatamente pergunto sobre a relação com a mãe.

Em alguns casos, a pessoa pode até afirmar, que a relação é boa.

Mas por experiência prática e teórica, sei que existe alguma mágoa, que não foi vista, limpa, elaborada e integrada.

Pois muitas vezes, algo que é muito doloroso, é evitado pela maioria das pessoas, justamente porque não é nada confortável trabalhar as dores emocionais.

O fato é que a pessoa pode até tentar suprimir, fazer outras coisas para não pensar nisto, no entanto, ela continuará tendo os sintomas físicos e emocionais, por esta questão interna com a mãe, não resolvida.

Normalmente o que acontece?

A pessoa anestesia o próprio corpo de forma inconsciente, pode apresentar compulsão alimentar, ou não.

Tem a libido diminuída, reprime em si a sexualidade, o prazer, a alegria e espontaneidade.

O corpo é um templo que representa o sentir, o pulsar. Mas a pessoa se torna muito mental, objetiva e pragmática. Em outras palavras cética. Não confia na vida, no sentir, no pulsar e vive no piloto automático. Como se a vida fosse isto.

Mas a vida é muito mais do que isto, ela não tem controle. Teoricamente, você já pode até saber disto, não é mesmo!? Agora na prática as coisas podem mudar de figura.

A vida é feminina.

Como assim Adriana?

Olhe para a Terra. Se você coloca uma semente no solo (útero) ela germina, pois o solo é naturalmente fértil. Obviamente alguns, precisam de adubo e tratamento, para gerar a vida. Como acontece nos tratamentos de fertilização in vitro.

Quando a pessoa olha para a ferida primordial com a mãe, limpa, elaborar e integra, ela passa ter uma relação completamente diferente com o corpo. Se alimentar corretamente e fazer atividade física, deixa de ser um tormento, e passa a ser uma coisa completamente natural e prazerosa.

Hoje indústria de emagrecimento ganha milhões, com este mercado fitness. Justamente porque há uma grande ferida. E muitas pessoas até podem começar atividade física, mas param de ir até academia por “preguiça” e/ou “procrastinação”.

Será que realmente é isto? Preguiça e procrastinação? Ou uma dor muito antiga não trabalhada com a mãe.

O emagrecimento ou ganho de massa, para quem se considera muito magra, passa a ser um processo óbvio e natural depois de realmente ir até a causa.

É necessário inverter o processo, primeiro o mental e emocional, para só depois ir para a atividade física e reeducação alimentar. Pois estes últimos se tornam uma consequência natural dos primeiros.

E se você chegou até aqui e deseja aprofundar especificamente neste aspecto de sua vida. Vou deixar alguns possíveis passos para você abaixo, caso queira agendar uma sessão de terapia comigo, ou iniciar um alinhamento interno, da relação com a sua mãe, através de um de meus cursos.

Mas antes disso gravei uma meditação de limpeza e centramento no meu canal do youtube, para ouvir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também. 

Gravei um curso, com exercícios específicos para pessoas, que desejam alinhar a relação com a mãe. Ele se chama: Minha Mãe e eu. São ferramentas que trabalho em consultório, com meus clientes de terapia. Para adquirir o seu acesso vitalício CLIQUE AQUI 

Agora se deseja iniciar o seu tratamento terapêutico comigo, específico para este tema da mãe e do corpo CLIQUE AQUI 

Mas se você se encontra, em um período de vulnerabilidade financeira, pode verificar a possibilidade, de entrar no programa de sessão de terapia solidária. CLIQUE AQUI para maiores informações. 

 

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

 

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Adriana Mantana

 

A Ferida da Desvalorização: Como Superar Padrões Destrutivos em Relacionamentos Afetivos?

    Clara conheceu Daniel em uma festa de amigos. Ele era charmoso, inteligente, com um sorriso que iluminava o ambiente e uma capacidade ...