quinta-feira, 27 de maio de 2021

O amor-próprio abre as portas para as bênçãos do universo.




Existe uma fluidez natural na vida das pessoas, que possuem amor-próprio ancorado em sua psique. Em outras palavras com amor-próprio, haverá abertura para o recebimento das bênçãos do universo, nas diferentes áreas da vida.

Sandra Bullock foi traída pelo Jesse James, seu marido na época, e ela pediu o divórcio para ele, em um período que estava no processo de adoção de um menino de três meses, Louis Bardo Bullock. Atualmente ela está em um outro relacionamento e adotou mais uma menina.

Trouxe a história da atriz Sandra Bullock para contextualizar este artigo sobre as bênçãos do amor-próprio. Não sei se você já assistiu algum filme da atriz, mas o que gostaria de enfatizar é que ela realmente é formidável, ela foi premiada com o Critics Choice Award de melhor atriz, Screen Actors Guild para melhor atriz no cinema, Globo de Ouro de melhor atriz em filme dramático, e o Oscar de melhor atriz por seu papel como Leigh Anne Tuohy em The Blind Side.

Muitas vezes se reinventar após uma traição, divórcio faz parte de uma jornada de vida. De acordo com os meus atendimentos de consultório, posso afirmar que uma pessoa que aprende a se amar, tornar-se extremamente forte e bem resolvida. Consequentemente, se torna ousada e aprende como lidar consigo em diferentes etapas da vida.

No entanto quando a pessoa está vivenciando a dor, não consegue perceber que aquilo a fortalecerá dentro em breve. A vida se expande e contrai o tempo todo, como um parto. E com o passar dos anos a pessoa se torna mais madura emocionalmente e psicologicamente, se ela souber como lidar com as fases da vida, quando as coisas não estão tão boas assim.

Desenvolver a paciência e o respeito com a própria jornada do despertar, faz parte do caminho. Hora na crista da onda, hora no vale.

E o amor por si, faz parte de toda a trajetória. Pois quando uma pessoa compreende, que viver é um processo de expansão e contração, a pessoa desenvolve compaixão por si e aprende a se valorizar. Valoriza o seu passado, o seu presente e o consequentemente valorizará o seu futuro.

Porém se a infância foi tortuosa e complicada, ela poderá ficar presa em alguns emaranhamentos do passado. Pode ter uma percepção de si e de seu valor pessoal de forma distorcida, e terá dificuldade de se amar como é.

Quando uma pessoa enfrenta dificuldades para nutrir o seu amor-próprio ela pode desenvolver, ter seis distorções emocionais que machucam muito. Vou listar seis, mas gostaria de enfatizar que existem outras. São elas:

  1. Escassez
  2. Vida afetiva tumultuada
  3. Problemas com a autoimagem (corpo)
  4. Medo do abandono
  5. Medo da falta
  6. Medo de ser rejeitada

 

Escassez e falta, pois, em alguns casos não recebeu amor na infância, e pode ter presenciado algumas formas de falta (afeto, dinheiro, atenção), e neste caso a pessoa desenvolve a tendência, em olhar para a vida da mesma forma.

Vida afetiva tumultuada, novamente a questão a infância vem à tona, pois a criança aprende através da observação. Nos meus atendimentos observo com certa frequência a repetição do padrão afetivo dos pais, em minhas clientes no consultório.

Problemas com a autoimagem, em alguns casos com muita rejeição ao próprio corpo e sexualidade. A pessoa apresenta uma dor emocional profunda e não se acha bonita e nem boa o suficiente.

Medo do abandono e da rejeição, os pais podem ter trabalhado fora, ou a pessoa pode ter se sentido abandonada por ter um irmão que teve maiores cuidados. Aqui também entra casos de adoção.

Existem feridas primais profundas, que requer averiguação e cuidado.

O fato é que ao perceber quais são as suas feridas emocionais e buscar ajuda, a pessoa consegue desenvolver o amor por si, ao fazer isto a fluidez natural passa a fazer parte de sua vida cotidiana. Pois quando uma pessoa se ama, ela desenvolve uma sensação constante de autoconfiança e autovalor, e consequentemente isto reverbera em todas as áreas de sua vida.

Como sempre digo é preciso ter paciência e muito autorrespeito, com o seu próprio processo, pois se conhecer e se amar demanda tempo, mas que com certeza vale muito a pena.

Se deseja aprofundar em suas raízes de dor, vou deixar alguns possíveis caminhos, caso queira o meu acompanhamento direto.

Mas antes vou deixar aqui uma meditação que gravei no meu canal do youtube, de limpeza e centramento para acessar CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva em meu canal, vou adorar te ver por lá também.

 

Atendendo casos pontuais sobre o amor-próprio, percebi que as minhas clientes apresentavam dores muito similares, por isto gravei 40 vídeos ensinando os exercícios terapêuticos que uso no meu consultório para elas, fazerem a autoaplicação. E acabou virando um programa intensivo do amor-próprio, que se chama O desafio de se amar. Se sentir que deseja fazer parte CLIQUE AQUI

 

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Grande abraço!

 

Adriana Mantana

 

quinta-feira, 13 de maio de 2021

A dor como norteadora do caminho rumo ao amor-próprio.



Analgesia congênita é uma doença rara onde a pessoa nunca sente Dor. Neste tipo de situação o cuidado com ela desde a infância deve ser redobrado, justamente porque a dor não é uma norteadora do sentimento e emoção. E qualquer coisa pode colocar a vida desta pessoa em risco.

Sem a dor provavelmente a nossa espécie já teria sido extinta, pois estamos programados biologicamente para nos preservar de coisas dolorosas. Um exemplo claro disso é quando queimamos alguma parte do nosso corpo, em algum momento da vida.

Isto fica registrado em nosso neocórtex, sistema límbico e cérebro reptiliano e, portanto, programado a nível de DNA.

Existe a dor física, que é aquela diretamente ligada ao instinto de sobrevivência, que citei acima, e a dor emocional.

Esta segunda não aparece de forma tão evidente assim, normalmente existe um mecanismo de fuga muito forte, para abafar as emoções e sentimentos durante a vida. Para elucidar alguns deles: Comer em excesso, compulsão por comprar, por sexo, por jogos, por trabalhar etc.

Existe uma frase que diz: “Todo excesso esconde uma falta”. Não me lembro do nome autor, e esta falta é exatamente a razão da dor.

A essência divina ou Self, inclui na jornada alguns desafios e normalmente após algum tempo, a pessoa sente grande frustração, mágoa, tristeza, insegurança, medo e ansiedade, ela naturalmente percebe que existe algo errado. Neste ponto ela para de fugir da dor e escolhe ver o que a vida, está querendo mostrar, com tanto infortúnio e dor. E busca ajuda.

Muitas vezes pode estar vivendo uma vida no piloto automático, insatisfeita em vários níveis. Como se a vida, fosse em preto e branco.

Em alguns casos trabalha com aquilo que não gosta, está em uma relação insatisfatória, ou está sozinha a bastante tempo, não gosta de seu próprio corpo, se sente feia, inadequada e sente muita ansiedade por desejar controlar pessoas, situações e coisas sem sucesso.

Apresenta certo perfeccionismo, e uma sensação constante de tudo o que faz parece insuficiente. Além disso pode ter a procrastinação como um dos sintomas.

Tudo o que citei nestes três últimos parágrafos, trás uma sensação de dor emocional, em que a pessoa pode ter feito de tudo para resolver sem êxito.

A dor emocional está atuando como norteadora do caminho. Como quem diz: Não é por aí, mude a sua rota, suas emoções e a sua vida. Este caminho não é o “certo” para você.

Muitas vezes as crises emocionais e existenciais, aparecem para dar um novo sentido para a pessoa. Em outras palavras, algo acontece, para ela aprender a se amar mais, ter mais autorrespeito, se valorizar e acreditar em suas capacidades.

Olhar para as feridas não é agradável, este tipo de movimento só é feito, quando a dor se torna insuportável.

E qual a razão de ser tão desagradável assim?

É desagradável, pois geralmente trata-se de uma ferida reprimida desde a infância.

Imagine uma comida guardada na geladeira por 2 anos. Com certeza quando a tampa da panela é aberta, o cenário é assustador, com fungos, mofos e a putrefação em si.

Dentro do mundo emocional, o efeito é o mesmo, só que não é percebido a olho nu, mais sim através dos sintomas emocionais.

Sei que vivemos em uma época em que tudo é rápido, a tecnologia, o supermercado com a comida pronta, mostram isto com frequência.

Quando uma pessoa chega em meu consultório, normalmente ela deseja um resultado para ontem. Eu entendo perfeitamente isto, pois ninguém gosta de ficar sofrendo por um tempo indeterminado.

Mas uma coisa que sempre esclareço, com muito respeito, para todas (os) é que precisam ter paciência com eles e a sua própria jornada.

Afinal uma ferida de infância não é curada instantaneamente, basta avaliar a psique humana, que chega à maturidade aos 20 anos aproximadamente.

O ego forma-se entre 2 e 3 anos de idade e existe todo um processo complexo e intrincado interno, para que esta maturidade se complete.

Por maturidade entenda que me refiro a algo biológico e psíquico, não quero dizer que uma pessoa aos 20 anos já está totalmente madura financeiramente, psicologicamente, afetivamente e profissionalmente. Inclusive, basta olhar a volta para perceber que pessoas de 40 anos, 50 anos e até 90 anos em alguns casos não estão totalmente maduras. E isto não é uma crítica, mas uma constatação factual.

A dor mostra que é preciso mudar o caminho, o comportamento, a emoção, o relacionamento, a profissão ou qualquer outra coisa, que seja o desafio atual da pessoa.

E em todos estes anos de atendimento, vejo que a dor principal é causada justamente porque a pessoa não se ama e por isto, não se sente nem amada e querida.

Note que isto é uma questão estrutural, em outras palavras, que foi gerada há muito tempo, normalmente na infância ou em alguns casos no ventre da mãe. Pois a ciência já comprova que as emoções da gestante, interfere diretamente no bebê, que pode desenvolver insegurança, medos e fobias quando adulto, como reflexo da gestação materna.

Se você tem estes sintomas emocionais:

  • Insegurança;
  • Sensação constante de inadequação;
  • Sensação constante de que tudo o que faz não é o suficiente;
  • Tem excesso de baixa autoestima;
  • Não valoriza os seus talentos naturais ou nem os conhece;
  • Tem medo constante de ser abandonada e rejeitada.

É provável que em algum momento em sua infância não se sentiu amada de verdade por seus pais. Consequentemente isto pode ser a causa geradora da falta de amor-próprio, que causa toda esta sintomatologia citada assim.

Então o caminho da solução é buscar ajuda externa para aprender como ir até a causa do problema. Lembrando que o autoamor é fundamental, pois quem se ama, respeita sua própria vida, suas emoções e consequentemente se cuida com muito amor.

Caso queira a minha ajuda direta, vou deixar alguns possíveis caminhos. Se fizer sentido para você, será uma honra para mim acompanhar a sua jornada.

Mas antes disso gravei uma meditação para acalmar a mente e coração no meu canal do youtube, para ouvir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal, vou adorar te ver por lá também.

 

Fiz um programa que se chama o desafio de se amar. É um desafio de 40 dias, justamente porque como citei no artigo, existe uma jornada de autocura. São exercícios terapêuticos que uso em meu consultório com as minhas clientes. Você poderá fazer sozinha (o), pois eles se adaptam facilmente a qualquer tipo de rotina, para adquirir CLIQUE AQUI

 

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Adriana Mantana

domingo, 9 de maio de 2021

O poder impulsionador do relacionamento afetivo.


Um relacionamento pode proporcionar um impulso salutar na vida de uma pessoa, ou pode drenar as suas forças até que ela fique muito mal.

Quanto mais ancorada uma pessoa está dentro dela, mais autoconfiante ela será. Em outras palavras, quando uma pessoa aprende a se amar e se valorizar, o relacionamento tende a ser mais saudável e significativo.

E se de repente você é uma pessoa que absorve muito o humor do outro, isto pode te machucar muito. Por exemplo, se o parceiro não está bem ou se sente frustrado por alguma questão, se você não estiver centrada em você e em seus processos e sentimentos internos, pode oscilar da mesma forma que ele.

Na psicologia chamamos isto de contágio psíquico. E claro, isto machuca muito.

E qual a razão de uma relação afetiva exercer tanto poder sobre a psique do outro?

O primeiro ponto é que ter um contato tão próximo com alguém, mexe com a vulnerabilidade. Pois uma máscara ou até mesmo o mecanismo de defesa, pode estar em grande evidência no início da relação, mas como tempo, a tendência é ter mais intimidade e com isto, tudo aquilo que estava reprimido emerge, ou seja, a pessoa se torna vulnerável à ação do outro.

No formato de uma ferida da infância por exemplo.

Então se a pessoa tem uma ferida da rejeição, do abandono e da falta de importância, quando o parceiro se afasta um pouco, ou até mesmo não dá atenção por conta de um dia estressante do trabalho, a pessoa que tem este tipo de ferida, entra em crise emocional e sofre muito.

O segundo ponto é que normalmente quem está à frente de uma relação afetiva é a nossa criança interna. Principalmente quando a relação apresenta algum tipo de disfunção. Basta olhar para as brigas do casal, para perceber o comportamento infantil deste arquétipo da criança ferida. Por isto existe um ditado, quando um não quer, os dois não brigam. Por quê? Porque quando uma ferida de uma das partes é aberta em uma briga, logo em seguida a chaga do outro também se manifesta.

E por isto brigar não funciona, pois geralmente, existe muita dor e culpa após um embate emocional das duas crianças feridas.

O diálogo é fundamental, mas quando ele é feito a partir de um ponto de paz, com as duas pessoas em sã consciência, com as suas partes adultas.

Portanto as relações afetivas podem impulsionar favorecendo a pessoa em todos os níveis, ou não. Isto dependerá da ferida da criança interna, por ser uma área mais sensível emocionalmente falando, ela se manifesta com certa frequência. Mas não veja isto de forma negativa, pois a verdade é que isto ajuda nesta limpeza emocional. Afinal a natureza é sábia e se algo está doendo e machucando é porque isto não faz parte da pessoa.

Quando a relação a dois vai bem, a pessoa tem mais clareza, foco e ânimo para fazer a maioria das atividades.

As pessoas que não estão em uma relação a dois, uma hora ou outra é acometida por uma vontade de ter um parceiro ao lado, e, portanto, acaba perdendo um pouco de foco no dia a dia. Pois somos seres sociais, instintivamente apreciamos a presença de alguém, faz parte da espécie humana.

Muitas vezes uma pessoa pode não querer mais se relacionar, pois foi muito ferida no passado e prefere se preservar emocionalmente. Mas no fundo isto pode ser uma fuga, para não entrar em contato com esta ferida primordial. Pois com certeza dói muito olhar para isto. E aí a pessoa se sente desconfortável inconscientemente ou até de forma consciente, nas duas situações. Se sente desconfortável, quando está sozinha, e se sente desconfortável quando está com um parceiro ao lado.

Neste caso citado acima existe uma tendência natural de auto sabotagem da relação. Pois no íntimo a pessoa tem muito medo de ser vulnerável, mas a vulnerabilidade na vida a dois é o que traz a cura, e o impulso positivo na vida a pessoa, se ela escolhe olhar para a sua ferida, limpar e integrar.

Uma pessoa pode escolher não olhar para a vida afetiva, pois não têm ânimo e nem vontade de construir uma relação. Mas como eu disse, isto não a deixa verdadeiramente em paz, pois o seu sistema emocional, sabe que ela está fugindo e causa um vazio no peito e uma angustiante sensação de solidão.

Portanto o ideal seria olhar para a vida a dois, com o intuito de verificar quais são as feridas, para limpá-las e integrá-las. Ao fazer isto a pessoa conseguirá ter o poder impulsionador da relação afetiva, impactando positivamente todas as áreas de sua vida.

Sou terapeuta a bastante tempo e atendo vários casos como mencionei acima. Se sentiu ressonância com o meu artigo e deseja agendar uma sessão de terapia comigo CLIQUE AQUI

 

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Adriana Mantana

 

terça-feira, 4 de maio de 2021

Os malefícios causados por um relacionamento mal resolvido.


 


Os malefícios causados por um relacionamento mal resolvido podem variar muito, de um problema emocional até dívidas homéricas por conta de uma relação afetiva desestruturada. O passado mal resolvido, também pode pesar muito para as relações atuais e até mesmo as futuras.

A área afetiva é um lugar de muito aprendizado.

Normalmente quando se está ao lado de alguém, existe uma grande vulnerabilidade. Isto quer dizer que tudo aquilo que dormita escondido no inconsciente pode emergir, por este contato tão próximo. Em outras palavras, quando se vive uma relação, principalmente as mais duradouras a tendência e se mostrar, como se é verdadeiramente. As máscaras e as personas não se sustentam muito tempo.

Se uma relação é longa, ou curta, o fato é que se aprende muito quando estamos ao lado de alguém.

Costumo dizer para minhas alunas e clientes que uma relação afetiva, gera muita consciência e se houver um aproveitamento intencional de todos os momentos desconfortáveis. O crescimento emocional, mental e espiritual será notório.

Afinal o outro mexerá com aquelas feridas mais ocultas.

Imagine uma pessoa que não se sentiu querida quando era uma criança, que não teve atenção e nem se sentiu amada pelos pais. Quando cresce, tem um relacionamento com um parceiro, que não se importa e que é indiferente, frio e distante. Ela sentirá profundamente esta dor, mas note que não se trata desta relação atual, mais sim de uma ferida primal, gerada na infância. Mas a pessoa não faz a relação da dor da sua pequena criança interna, com a sua vida afetiva.

Por isto, se uma pessoa realmente quiser passar por um processo profundo de cura emocional, eu sugiro fortemente que ela esteja em uma relação. Pois se a vida é uma escola, o relacionamento afetivo é uma universidade.

Conforme a pessoa identifica quais são as suas dores na relação afetiva, ela pode ir cada vez mais se aprofundando em seu autoconhecer e na autocura. Se ela estiver em um processo terapêutico, vai facilitar muito mais, pois ela ganhará tempo.

Agora se ela está com uma pessoa, ou até mesmo sozinha, mas dentro dela existe uma dor emocional muito forte, com relação a um relacionamento mal resolvido do passado, ela não conseguirá avançar. Porque pode ter culpa, raiva, mágoa, ressentimento, frustração e tristeza com relação ao seu passado a dois.

E um dos malefícios de um relacionamento mal resolvido, é que isto vai impactar não só a vida afetiva da pessoa, mas infelizmente em tudo, até possivelmente na saúde.

Dependendo do jeito que este relacionamento mal resolvido terminou, ela pode alimentar pensamentos nocivos, que foi implantado por seu parceiro ou parceira, no ato do término. E isto fica indo e voltando na mente da pessoa, como um eterno looping negativo sobre ela mesma e a sua capacidade de ser feliz.

Ou seja, ela vai minando a sua vida emocional e afetiva por dentro, pouco a pouco.

Noto com certa frequência que as pessoas tendem facilmente se perder em uma relação a dois.

Você pode estar se perguntando: Em quê sentido Adriana?

No sentido de perder a sua identidade própria e viver a vida do outro, este na minha opinião é um dos piores malefícios causados por um relacionamento mal resolvido. Porque a pessoa se perde completamente na relação e depois que ela acaba, não sabe o que fazer, pois literalmente se perdeu.

Daí fica pensando na pessoa e não consegue ter força e nem energia para seguir com a sua vida.

No início do texto disse que as relações afetivas podem ser professoras emocionais para todos os seres humanos, isto se houver uma abertura e uma vontade genuína de navegar nas águas profundas do inconsciente para resgatar as dores e traumas emocionais. Tudo isto precisa ser feito com amor.

Afinal a pessoa já está machucada por dentro.

Quando a pessoa tem uma infância sem amor, atenção e carinho. Ela pode se tornar uma pessoa adulta carente, insegura, com baixa autoestima e desvalor. Isto a fragiliza nas relações, que pode atrair aproveitadores profissionais. Vou sugerir um filme muito bom, que mostra exatamente o que estou dizendo. Limite da Traição, assista este filme para compreender a magnitude do problema que isto pode chegar.

Existem pessoas mal-intencionadas que podem tirar tudo de alguém justamente por esta pessoa estar carente e fragilizada. Por isto costumo dizer que se existe uma coisa séria neste mundo é um processo de se conhecer internamente e de se auto curar. Pois desta forma e pessoa tem uma vida mais leve e consegue ao mesmo tempo, evitar cair em uma possível armadilha afetiva.

Uma relação afetiva saudável, envolve duas pessoas bem resolvidas, que se bastam e que conseguem viver uma sem a outra. Pois o oposto disso é a codependência.

Agora para ficar didático, segue abaixo a lista de alguns malefícios de uma relação afetiva mal resolvida.

  • Impacto na vida da pessoa em todas as áreas,
  • Diminuição da autoestima e autoconfiança da pessoa,
  • Somatização por doenças ou problemas financeiros,
  • Sensação de impotência e inadequação,
  • Sensação de incapacidade para ser plenamente feliz,
  • Depressão,
  • Sensação de ser refém nas mãos do outro, em casos que o relacionamento vai e volta constantemente,
  • Crise de pânico associada a ansiedade.

Estes são só alguns, mas existem outros. Depende de cada caso e situação que a pessoa está passando.

Atendo casos críticos há muito tempo, com relação a vida afetiva e emocional das pessoas. Caso tenha sentido ressonância com as minhas palavras e deseja o meu acompanhamento deixarei alguns possíveis passos.

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Adriana Mantana

 

quarta-feira, 28 de abril de 2021

A criança interior ferida, só deseja se sentir amada pela mãe.


Uma relação delicada e muito importante.

De acordo com Bert Hellinger, a mãe tem a face do sucesso. E aquele que não consegue se alegrar com a mãe, também não conseguirá se alegrar com a vida.

Sei que é um assunto delicado, principalmente se você, que está lendo este texto, passou por alguma situação difícil durante a sua infância. Gostaria que soubesse que compreendo a sua dor, mas também acredito que este texto poderá contribuir com você de alguma forma, por isto prossiga comigo até o final por favor.

O primeiro relacionamento que todo ser humano tem, ao iniciar o seu processo de manifestação aqui na Terra é com a mãe. O útero alquímico onde toda a jornada gestacional acontece.

O homo sapiens possui dois processos gestacionais, um intrauterino normalmente 9 meses dentro do ventre da mãe e outro extrauterino também de 9 meses, fora do ventre materno. Ambos com total dependência da genitora.

A natureza é sábia e com certeza isto faz todo o sentido para o desenvolvimento da psique humana. Caso contrário isto não seria tão impactante nos casos em que este ciclo é interrompido por alguma razão.

No ventre materno o feto não possui ego, ele está totalmente imerso no inconsciente pessoal da mãe, portanto as emoções, pensamentos, complexos e sombras psicológicas da futura mãe, interfere diretamente na vida deste futuro adulto.

Não raro atendo casos em que a pessoa não sabe a razão de tanta insegurança, medo e ansiedade. E quando vamos investigar mais a fundo, a causa muitas vezes traumática, foi gerada durante a gestação e o parto. Atualmente dispomos de técnicas e abordagens que conseguimos ir a fundo nisto durante a sessão de terapia.

O ego é formado normalmente entre 2 a 3 anos de idade e a primeira fase da infância é considerada até os 6 anos de idade. Isto quer dizer que a criança está totalmente imatura e absorve tudo a sua volta, através dos seus cinco sentidos.

Muitas vezes adultos não se recordam muito bem de sua infância, em alguns casos trata-se do mecanismo de defesa do ego, que muito sábio protegeu esta pessoa de maiores danos. Esta função é especialmente necessária, enquanto a psique é amadurecida.

No entanto, quando a pessoa está mais madura, este mecanismo de defesa continua ativado, causando desta forma, bloqueios e dificuldades de diferentes ordens.

Este relacionamento é crucial, pois a mãe representa a própria vida. E se eu nego a minha mãe, eu também me nego. E, portanto, perco força e não consigo me alegrar com a vida de forma genuína.

Claro que se a pessoa passou por algum tipo de abuso, foi adotada ou até mesmo tem uma mãe com algum tipo de transtorno mental, sempre oriento que antes de ir direto tratar esta relação, que primeiro a pessoa faça um fortalecimento do seu próprio ego. E olhe para a mãe interna, que chamamos de complexo materno na psicologia profunda, com o objetivo de retirar a potência deste complexo. Em outras palavras, tratar a ferida interna, para só depois trabalhar a relação com a sua própria mãe.

Cada pessoa é única e tem a sua própria história e o constelador e terapeuta, precisam atuar com muito respeito perante o sistema do cliente, justamente por ser uma relação extremamente delicada e muitas vezes de profunda dor.

O ego muitas vezes não aceita, pois foi muito machucado na infância e não quer nem pensar na hipótese de entrar em contato com esta dor interna novamente. Por isto disse que o primeiro passo é fortalecer o ego que está machucado, para só depois atuar na ferida interna e na sequência o relacionamento com a mãe.

E por mais que a pessoa diga que não quer saber de curar esta relação, o que nós consteladores vemos na prática é exatamente a validação da frase de Bert Hellinger que coloquei no início do texto. Não adianta fugir, mas existe um respeito muito grande em relação ao tempo de cada um para curar esta ferida.

Que começou na imersão do ventre materno, na primeira infância e se não curada e tratada continuará impactando a vida da pessoa por muito tempo. A criança interior ferida precisa ser curada, para se sentir verdadeiramente amada e querida pela mãe arquetípica.  Só assim terá uma sensação genuína de autoconfiança, amor-próprio e segurança.

Parabéns para você que chegou até aqui na leitura deste texto! Sei que é um assunto delicado e para muitos, doloroso. Espero sinceramente que fique bem!

Gravei 7 áudios com exercícios voltados para cura desta relação com a mãe. Me baseie nos estudos e práticas avançadas das Constelações familiares. São exercícios terapêuticos, com a visão sistêmica, ao ouvir e praticar, a pessoa consegue ver uma melhora gradativa neste relacionamento tão fundamental com a mãe. Caso queira adquirir CLIQUE AQUI

Agora se a sua situação é mais profunda e delicada, pode desejar agendar uma sessão de terapia, para tratar a sua questão ou agendar uma Constelação Familiar

Fiz uma meditação do perdão utilizando o código de Grabovoi no meu canal do YouTube, para acessar CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também.

 

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Adriana Mantana

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Se você não se priorizar, não será uma prioridade.


De acordo com Oxford Languages, prioridade é a condição do que é primeiro em tempo, ordem e dignidade.

Se você sente que não é uma prioridade na vida de alguém? Ou se você vive fazendo muito mais para uma pessoa, sem a reciprocidade. Sugiro que leia até o final, porque acredito que este texto poderá contribuir com a sua priorização pessoal e consequentemente poderá aumentar a sua qualidade de vida.

Não ser uma prioridade na vida de alguém, pode machucar muito.

Principalmente se existe uma ferida interna de rejeição e abandono, reprimida e não vista.

Em uma abordagem de padrão de comportamento, usualmente chamamos de ferida da falta de importância. Em que a pessoa em tenra idade, não sentiu que as suas necessidades de carinho, amor e atenção não foram atendidas.

Isto pode ter acontecido pela pessoa ter irmãos menores, doentes e que demandavam muita atenção, ou até mesmo a ausência dos pais, por motivo de trabalho, ou mesmo abandono (casos de crianças que foram adotadas).

Neste caso a pessoa pode ter aprendido que precisava ser autossuficiente, pois não era tão importante assim, ou uma prioridade na vida dos pais. Gostaria de deixar claro que isto geralmente é absorvido de forma inconsciente.

Em estado latente, esta ferida da falta de importância fica à espreita, e constantemente ressurge quando algo acontece.

Exemplos que fazem esta ferida emergir: Término de um relacionamento, indiferença por parte do parceiro, traições, relacionamentos tóxicos etc.

Peguei casos de relacionamento afetivo, mais isto pode acontecer também em ambiente de trabalho. Casos em que uma pessoa tem prioridade perante o chefe, e a pessoa que tem este tipo de ferida não.

Independentemente da área, quando esta ferida é tocada, existe uma dor profunda. Normalmente acompanhada da sensação de insegurança, medo, ansiedade e até mesmo raiva.

E por mais que a pessoa faça... o máximo que ela conseguirá fazer é abafar esta dor, mudando o foco, esperando o tempo curar esta situação. No entanto, esta ferida sempre volta, porque de fato ela não foi curada, mas sim soterrada, reprimida e ignorada.

Experimente ignorar uma panela com comida dentro da geladeira por 3 meses e depois olhe. O cenário não será o mais agradável, justamente porque ignorar a panela com comida dentro, não impede a proliferação de fungos e bactérias. E ao final de 3 meses, os fungos e o mofo estarão bem evidentes.

O que vejo de forma recorrente em meu consultório é o seguinte, várias pessoas tentam ignorar uma dor, se reprimem e tentam abafar esta ferida. Eu entendo perfeitamente, pois eu já fiz isto em minha própria vida, quando só pensava em trabalhar e ignorava completamente os meus sinais internos. Nesta época eu era gestora e nem pensava em me tornar uma Terapeuta e trabalhar na área da saúde. Isto já faz um bom tempo!

Até que a dor veio à tona e precisei encarar de frente as minhas principais feridas. E uma delas era exatamente esta, a ferida que estou falando para você aqui neste texto.

O que fazer para curar esta ferida e aprender a se priorizar?

Um dos primeiros passos é ser mais gentil e amorosa consigo, pois precisará de paciência em sua jornada.

Como um segundo passo sugiro que liste quais são as emoções que emergem de seu sistema, quando alguém não te prioriza, ou te trata com alguma indiferença.

Para iniciar qualquer tipo de jornada, é necessário saber onde se está. Todo ser humano tem dentro de si, uma parte luminosa que sabe exatamente o que precisa ser feito. Esta parte é chamada na psicologia de Self, ou caso queira centelha divina.

Se o canal de acesso ao Self estiver desobstruído, a pessoa se torna segura, confiante e não precisa da opinião externa, para saber o que é melhor para si, pois o Self a direciona para o que realmente fará sentido para a sua essência.

E para ter acesso direto ao Self, a inspiração e a intuição, a mente precisa trabalhar em harmonia, com a criança interna, o ego e os complexos.

Quando existe uma ferida, normalmente quem está fragilizada é a criança interior. Ela guarda as memórias de abandono e rejeição, que falei no início do texto.

O ho’oponopono por exemplo é utilizado para limpar as memórias de dor da criança interior ferida. Caso não saiba o que é o ho’oponopono, vou deixar aqui o link do meu canal, gravei um vídeo explicando o que ele é CLIQUE AQUI para saber e praticar.

 

Portanto quando este canal é desobstruído a pessoa naturalmente se prioriza, faz o que gosta e não se sente ferida pelo outros. E o que acontece é que ao fazer este movimento de autocura, ela passa a ser priorizada.

Isto acontece porque ela por ressonância emite uma onda de amor-próprio, autoconfiança e alegria de viver. Pois se sente mais segura e muito amada por sua própria centelha divina. E, portanto, aqueles que não a priorizavam, passam a tratá-la com mais respeito, amor e dignidade.

Parabéns por ler este texto até aqui e estar comprometida com você mesma e os seus processos internos. Saiba que você faz parte, estatisticamente falando, de pessoas seletas no mundo que leem este tipo de assunto. Portanto parabéns!!!

E se gostou deste texto e deseja o meu acompanhamento direto em sessões de terapia e no seu processo de autocura, vou deixar alguns possíveis caminhos para você abaixo.

Não sei que você gosta de meditação, mas deixarei um link de meditação guiada que fiz no meu canal do YouTube, ela se chama Meditação de limpeza e centramento, para acessar CLIQUE AQUI aproveite se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também.

 

Fiz um desafio com algumas alunas e clientes, que se chama O Desafio de se amar. São 40 exercícios terapêuticos que utilizo em consultório, com clientes que desejam aumentar o amor-próprio e aprender como se amar. Para adquirir basta acessar AQUI

 

Agora se prefere algo individual para acompanhar o seu processo interno com a minha ajuda CLIQUE AQUI

 

Gratidão por ler até o final.

Cuide-se com muito amor!

Espero te ver em breve!

 

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

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quinta-feira, 15 de abril de 2021

Os pilares do amor-próprio são construídos na primeira infância.

 


 

Pilar é uma estrutura vertical, que sustenta toda uma obra. Os pilares do amor-próprio são construídos na primeira infância.

Para trabalhar de forma didática com você neste texto, o tempo cronológico seria da gestação até os 6 anos de idade.

Se um pilar estiver com rachadura, trincado ou com infiltração, toda a obra poderá ser condenada. Justamente por ele ser fundamental, na sustentação de qualquer empreendimento na construção civil.

Fazendo uma analogia com a vida humana, acontece o mesmo. Muitas vezes pessoas tem um problema estrutural com relação ao amor-próprio, na primeira infância. Seja pelo motivo que foi, de alguma forma, elas não foram supridas com a quantidade suficiente do amor dos pais.

Neste caso, elas podem estar sofrendo hoje, de baixa autoestima, falta de amor-próprio, carência, insegurança e medos psicológicos infundados, justamente por não ter se sentido amada e querida, neste período crucial, da formação da psique.

Muitas vezes tentar resolver um problema emocional, olhando superficialmente a questão, invariavelmente levará a frustração e aumentará ainda mais a sensação de falta de amor-próprio.

Casos de Co dependência emocional, não acontecem por acaso. Especialistas fizeram um estudo e a imensa maioria das pessoas, codependentes tiveram sérios problemas na primeira infância.

Além da falta de amor, presenciaram cenas fortes e marcantes.

E por mais que a pessoa se torne funcional, ou seja, trabalhe, estude, cuide de uma rotina. Chega um determinado momento em que infelizmente a conta chega. São os reveses da vida, para fazer esta pessoa despertar para esta ferida, que na correria do dia a dia, ela não dava importância. A verdade é que ela nem sabia de forma consciente da sua existência.

A vida é uma mestra, e mostra as estas feridas reprimidas, justamente para acontecer o tratamento e consequentemente a cura, ou melhor a autocura.

Caso contrário, o fato é que ninguém olharia para o mundo interno. Isto só acontece quando a dor da baixa autoestima e falta de amor-próprio são fortes demais. Nestes casos, o fundo do poço torna-se uma fonte luminosa, para levar a pessoa para dentro dela. E este movimento pode ser feito com muito amor, se a pessoa estiver acompanhada com um profissional, que sabe conduzir o processo para as águas profundas, onde a causa está.

Na psicologia profunda, trabalhamos o fortalecimento do ego, para só então acontecer este reconhecimento e integração. Pois se isto não é feito o risco de uma cisão emocional é bem forte. Podendo dependendo do caso causar uma psicose em uma pessoa.

Porque imagine se de repente em uma sessão de terapia, vem à tona uma cena em que você foi abusada sexualmente por um de seus pais, mas que o seu consciente, promoveu o esquecimento, justamente porque naquele momento, aquela situação poderia literalmente causar a sua destruição.

Se o profissional não souber que precisa fortalecer o ego antes de iniciar esta jornada rumo as profundezas do inconsciente, poderá causar um dano irreversível na pessoa. Pois a dor de relembrar isto, pode causar uma cisão na psique e a pessoa, poderá se tornar psicótica.

Portanto, entenda que a solução não está no raso. Muito pelo contrário. Jung escreveu várias obras, aprofundando várias questões, justamente porque trata-se de algo delicado.

Mas entenda, não quero causar medo ou aflição em você, muito pelo contrário o intuito aqui é contribuir de alguma forma com o seu processo.

E gostaria de esclarecer que se você não se sentiu amada e querida por seus pais, nem tudo está perdido. Não me entenda mal. O amor-próprio pode ser reconstruído.

Os pilares da primeira infância são fundamentais e para solucionar, uma dor estrutural é preciso:

  • Fortalecer o ego
  • Ver
  • Limpar
  • Integrar com amor as feridas mais dolorosas

Em mais de 10 anos de atendimento clínico, percebo que quando isto é realizado, a pessoa consegue não só resgatar o amor-próprio, a saúde emocional, mas também consegue ter outra qualidade de vida. Tendo mais leveza e alegria na condução do seu dia a dia.

Sem dizer que todos os aspectos de sua vida melhoram: Vida afetiva, financeira, profissional, saúde e vida familiar.

O que não é resolvido na causa, vira sintoma, que posso resumir de forma breve nas sensações de dor, estagnação, insegurança, frustração e tristeza.

Parabéns, seguir com a leitura até aqui.

Se gostou de minha abordagem e deseja passar pelo processo de autocura com a minha ajuda, em sessões de terapia, vou deixar alguns possíveis próximos passos, para eu te ajudar a resgatar a sua criança ferida, o amor-próprio e a autoconfiança.

Mas antes disso gravei uma meditação para acalmar a mente e o coração, no meu canal do YouTube, caso queira ouvir CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva no canal vou adorar te ver por lá também.

Fiz um treinamento, com começo, meio e fim. Com os exercícios terapêuticos que mais uso em meu consultório com as minhas clientes. Gravei 40 vídeos curtos, junto com 40 lições, para que qualquer pessoa possa praticar sozinha, de forma prática e objetiva.

Ele se chama o Desafio de se amar, uma jornada rumo ao amor-próprio. Com este treinamento, você poderá utilizar a área de membros para falar diretamente comigo caso queira. Então se deseja se aprofundar em si e em seu processo interno CLIQUE AQUI para adquirir o acesso vitalício do Desafio de Se Amar.

Outra possibilidade é você fazer parte do treinamento que eu fiz para pessoas que estão passando por algum desconforto afetivo. Neste treinamento eu ensino exercícios terapêuticos para você fazer no dia a dia (não subestime são muito eficazes). O nome do treinamento é Cure a sua vida afetiva. Para acessar CLIQUE AQUI 

Agora se você deseja algo mais personalizado para o seu caso e a sua situação, pode verificar a possibilidade de agendar uma sessão de terapia comigo. Para agendar CLIQUE AQUI

Cuide-se com amor!

 

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Abraços.

 

Adriana Mantana.

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