quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

A insegurança afetiva tem relação com a mãe.

Andréa estava com 45 anos quando se deu conta, do quanto era insegura e fechada em seu mundo.

Se casou muito cedo, teve 3 filhos e tinha muitas crises de ciúmes com o marido, que acabou saindo de casa, porque tinha se apaixonado por outra mulher.

Andréa, estava sentada em seu sofá amarelo, em uma tarde ensolarada de domingo, quando percebeu que estava repetindo o mesmo padrão da mãe.

Desde criança ela não se sentia nem amada e muito menos desejada por ela.

A mãe sempre a rejeitava de uma forma ou outra. E quando havia um abraço, ele não era tão afetuoso assim.

Ela constantemente fazia comparações, dela com as outras irmãs e isto a machucava muito.

As irmãs lindas e ela o patinho feio da casa.

A verdade é que ela, na maioria das vezes era deixada de escanteio, enquanto mãe bajulava as suas irmãs.

Sua mãe contou certa vez, que a gravidez dela, tinha sido muito tumultuada, pois, ela tinha sido fruto de uma relação caótica, onde o pai tinha se casado com outra mulher.

As irmãs vieram 8 anos depois, frutos de outro relacionamento.

Muitas fichas caíram naquela tarde de domingo.

Agora ela só pensava em sair daquela situação, pois com certeza gostaria de ter alguém, em um relacionamento saudável, para compartilhar a vida.

Será que seria possível romper este padrão de insegurança e rejeição?

Era o que ela iria descobrir 1 ano depois.

A relação com a mãe começa no ventre.

O que isto quer dizer na prática?

Que tudo o que ela sentiu é transmitido para o bebê.

Muitas vezes fazendo o atendimento individual em meu consultório, e após o exame radiestésico, fica claro como a água, que a emoção da insegurança na maioria vezes é herdada da mãe.

O que as pessoas não compreendem, é que da mesma forma, que isto foi impregnado nas células é possível remover.

Desde que a pessoa escolha dar este passo, para ser libertar da insegurança herdada. Gostaria de ressaltar que nem toda insegurança tem relação com a mãe, mas a maioria sim.

Por mais que haja a negação, basta perguntar para as pessoas que estavam ao redor, quando você foi gestada (o), para ter uma breve percepção sobre a situação.

Por exemplo: Qual era o clima externo que a sua mãe estava vivendo? Teve apoio do seu pai? Estava estruturada psicologicamente? Estava estruturada financeiramente? Se sentia protegida?

Estas foram só algumas perguntas, para você ter clareza do quanto o ambiente externo pode ser impactante.

Às vezes você pode estar vivendo, com a emoção de insegurança há muito tempo, mas agora pode ter percebido que esta emoção não é sua.

Costumo dizer que para sair de qualquer situação, o primeiro passo é identificar aonde você está.

Pois, se você não tem a consciência exata do seu desconforto, como poderá alterá-lo?

Muitas pessoas se perderam de tal forma, que não sabem mais dizer o que estão sentindo. Ou seja, não sabem definir qual é a emoção. Só sabem dizer que está muito desconfortável.

A boa notícia é que este processo de remoção, não é demorado, mesmo que a pessoa não acredite. Isto pode acontecer em dias, se ela usar a ferramenta correta.

É o mesmo que tentar capinar um lote com uma colher.

Eu já passei pela experiência de capinar um lote, com uma enxada. Na época que morávamos em uma casa, onde não tinha cimento.

Confesso que foi muito cansativo. Como eu era uma criança, logo passei a enxada para um adulto e fui brincar RS.

Se é cansativo com uma enxada, imagine se fosse com uma colher?

E se eu te disser que isto acontece nas terapias. Estamos vivendo em uma época maravilhosa, abundante de recursos tecnológicos e abordagens terapêuticas.

Muitas vezes, você pode inclusive, estar cansada (o) de procurar um jeito para se livrar desta insegurança, pode ter tentado terapias, cursos, livros etc.

Em alguns casos pode ter tido uma melhora, mas não percebeu de fato uma solução.

Mesmo que esteja cansada (o), não desista.

Me casei quando eu tinha 16 anos, estava grávida. E aos 20 anos, o pai do meu filho me pediu o divórcio.

Me senti muito mal, pois o amava muito. Além disso, tinha acabado de concluir o segundo grau.

A única coisa que eu pensava, era encontrar uma forma de acabar com aquela dor, e cuidar do meu filho que na época estava com quatro anos.

Fiquei bloqueada muito tempo, me sentindo insegura e rejeitada.

Então comecei as minhas buscas, pesquisas e estudos.

O que vou apresentar para você, não é um curso, é um tratamento que eu fiz. Que eu vivenciei!

Criei um programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo.

Neste programa eu trabalhei com a liberação da insegurança, da rejeição, do medo e outras emoções nocivas.

Além de aplicar a técnica terapêutica, eu ensino como você poderá fazer no dia a dia, para ir liberando as camadas de dor que foram aprisionadas em seu corpo físico, emocional e mental durante vários anos.

Mas já te peço desculpas, caso você clique no link e ele esteja desativado.

Como as pessoas que estão fazendo os 21 dias, terão acesso à plataforma por um ano, onde eu pessoalmente respondo às questões. Não tenho tempo para atender tantas pessoas ao mesmo tempo, pois eu faço atendimento individual de terapia, dou aulas e formações.

Por isto se você clicar e estiver desativado, me perdoe, em breve abrirei outras vagas.

Agora se você clicar e ele estiver ativo, aproveite e participe, será muito bem-vinda (o) ao programa avançado de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, onde você saberá como liberar a emoção de insegurança que foi impregnada em seu corpo, quando você ainda era um bebê, ou uma criança.

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

Adriana Mantana.

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

Adriana Mantana.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Como liberar a dependência emocional afetiva?

 


Com muita expectativa Lúcia, se cadastrou em um site de relacionamento.

Estava há muito tempo sozinha, e queria ter alguém para compartilhar os bons momentos.

Um dia depois, recebeu uma mensagem de Antônio, pelo aplicativo. Assim que viu a foto e trocaram algumas mensagens ela se conectou de forma profunda a ele.

Ficou com medo, tamanho sentimento logo na primeira semana.

A conversa migrou para o celular e foi se estreitando cada vez mais.

Todos os dias conversavam. E ela olhava constantemente para o celular, na expectativa de ter recebido alguma mensagem dele.

Dois meses se passaram e combinaram de se encontrar pessoalmente.

Lúcia, mal cabia em si tamanha felicidade, entusiasmo e paixão.

Quando se encontraram naquele bar, quinta-feira às 20 horas, ambos se entregaram a um tórrido e apaixonado beijo.

Afinal, depois de dois meses se falando todas as noites, já estavam íntimos.

A única dúvida, era se haveria química, entre eles ou não.

O que ficou claro, assim que se olharam pessoalmente, que este não seria o caso. Não faltou química alguma, durante a noite toda.

O tempo passou e Lúcia começou a notar, que todas as vezes que não se falavam a noite, ela não conseguia dormir.

Antônio se tornou um vício para ela.

Tudo pedia a opinião dele e caso ele não aprovasse, ela desistia de qualquer coisa, porque ele não tinha gostado.

Certa vez, ao ligar para ele, Antônio gritou com ela e disse que estava com dor de cabeça, em seguida ele desligou o telefone na cara de Lúcia.

Naquele dia ela viu claramente, que não conseguiria viver sem ele.

Entrou em pânico e desespero.

Ao perceber que a dependência emocional afetiva, era um padrão em sua vida. Mas não sabia como se livrar disto.

Eu estava fazendo algumas pesquisas, sobre a dependência emocional afetiva e me deparei com relatos extremos.

Gostaria de dizer que se você passa por alguma situação difícil e tortuosa, que te machuque de alguma forma internamente, tem o meu afeto e a minha empatia. Sinto muito que esteja se sentindo desta forma.

Por isto, vou procurar colocar palavras, neste artigo que de alguma forma, possa contribuir com você e o com o seu processo de autoconhecimento e autocura.

A dependência emocional pode começar muito cedo na vida de uma pessoa.

Esta questão, está diretamente ligada a falta de nutrição afetiva, na primeira infância. Ou seja, não houve nutrição emocional em sua criação.

Imagine uma pequena semente.

Quando ela germina e cresce, seus galhos são tenros, o que requer um cuidado especial, para evitar que as pragas proliferem, nestes pequenos e frágeis galhos.

Com o ser humano, funciona da mesma forma.

Quando isto não acontece, ele poderá apresentar sérias disfunções emocionais, ao se tornar adulto. E a dependência emocional é uma delas.

A maioria das pessoas cresce em um lar disfuncional, por isto olhar para as questões internas e os rótulos, que foram impregnados na psique, quando criança é fundamental.

O quanto antes a pessoa olhar, melhor.

Costumo dizer que para liberar a dependência emocional afetiva, a pessoa precisa passar por algumas fases, ou caminhos. São eles:

1.    Identificar os traumas, dores e bloqueios

2.    Limpar as memórias de dor e as impregnações dos rótulos negativos

3.    Liberar as emoções aprisionadas no corpo físico, mental e emocional

4.    Integrar as partes fragmentadas pelos maus tratos e passado não resolvido. Neste ponto a pessoa terá o auto encontro

Este é o caminho quádruplo.

Quando ele é percorrido, a pessoa tem a liberação emocional e a autoestima reestabelecida.

Saberá o seu valor e conseguirá identificar com mais facilidade, qual é o seu propósito de vida. Pois todos nós estamos aqui para realizar algo específico.

Quando uma pessoa sofre de dependência emocional afetiva, sua visão sobre si fica obstruída. Ela não consegue perceber o seu valor, pois sofreu abuso emocional e psíquico durante muito tempo na vida.

Há uma saída para esta situação, embora você possa imaginar que não tenha.

Mas para sair deste looping infeliz de dependência emocional afetiva, você precisará olhar para aquilo que está debaixo do tapete, por mais doloroso que seja, este é o único caminho.

Para limpar e liberar, primeiro você precisa identificar.

Muitas pessoas preferem ignorar isto, e ir levando a vida, mas pagam um preço alto. Estar infeliz é um preço muito alto a se pagar.

Eu não sei em que ponto você está.

Talvez até saiba exatamente o que gerou a sua dependência emocional, ou talvez não.

Talvez já tenha feito terapias, feito cursos e nada trouxe o tão desejado resultado esperado.

Então você provavelmente, deve estar muito cansada (o) não é mesmo?!

Lembro como se fosse hoje, quando eu cheguei na exaustão emocional, após 10 anos para superar um divórcio, aqueles foram tempos difíceis.

Costumo dizer que tudo é possível, desde que a pessoa escolha, porque isto requer uma certa dose de ação.

Eu ensino as ferramentas para a auto aplicação da liberação emocional e desbloqueio afetivo. Com isto, se a pessoa escolher. ela poderá liberar a dependência emocional afetiva.

Acredite testei várias técnicas e abordagens, com isto criei um programa intensivo. Nele utilizei diferentes técnicas, para você liberar emoções aprisionadas em sua psique, durante os 21 dias e aprender como fazer isto no dia a dia.

O programa se chama 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, você terá acesso a ele por um ano e com isto, vai liberar várias camadas da dependência emocional afetiva.

Mas gostaria de dizer que se você clicou no link e ele está desativado, não fique chateada (o) comigo, pois como eu pessoalmente respondo as perguntas na área de membros, as vagas são limitadas.

Pois além de atender no consultório, dou aulas. 

Agora, se você clicou e o link está ativo, aproveite, pois ele poderá sair do ar a qualquer momento.

Programa 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo. 

Grande abraço.

 

Seja gentil com você!

 

Adriana Mantana

 

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Como liberar o apego na vida afetiva?

 

O mundo de Andréia era João.

Tinham mais de 15 anos de casados, construíram uma casa e tiveram 3 filhos.

Ela não sabia o que fazer quando ele viajava, ou mesmo saía a trabalho com clientes e amigos.

Há muitos anos ela tinha decidido junto com ele, que cuidaria dos filhos, enquanto ele terminaria a faculdade e se dedicaria ao trabalho.

Ele se formou e foi promovido.

Andréia foi percebendo, que com o passar do tempo, mais ele se distanciava, pois trabalhava muito e mal se viam. E quando isto acontecia, este tempo era dividido com os três filhos, que tinham 7, 9 e 10 anos.

Ela estava aflita, pois o amava muito.

Andréia não sabia mais o que gostava na vida, perdeu completamente a identidade, pois o mundo dela era João e os três filhos.

Quando ela ficava sozinha, não sabia como lidar com isto. Sentia muita dor no coração, pois era muito apegada a família.

Temia por seu casamento, pois ela não se considerava uma mulher tão interessante assim.

Já a secretária do marido era deslumbrante, uma ruiva com o corpo desenhado.

Andréia não falava nada para João, mas tinha muito ciúme dele com a Kátia.

Afinal, ele passava mais tempo no trabalho do que com ela e com os filhos.

Andréia passava mais tempo em casa, já não tinha nenhuma vaidade, não se arrumava e tinha engordado 20kg.

No final de 2013 o medo dela se tornou uma realidade, o marido pediu o divórcio, pois tinha se apaixonado pela secretária.

Quanto maior o apego, maior a dor.

A teoria do desapego é muito bonita, no entanto o que faz a diferença mesmo é a prática.

Acredito que todo ser humano, já sentiu em algum momento da vida, o desconforto de estar apegado a alguém.

Não é à toa, que na psicologia falamos que quando uma pessoa passa por um rompimento, ela na verdade vivencia um luto. Afinal, por mais que o tempo tenha sido curto, a intimidade gera vínculo emocional.

Não sei até que ponto, você que está lendo, sabe sobre os chacras.

Se souber maravilha, mas se não souber, gostaria de dizer que temos o primeiro chacra, voltado para a sobrevivência, estabilidade e família, ele é o primeiro de sete.

Possui uma cor vermelha e se ele não estiver alinhado, pode gerar medo e muito desconforto para a pessoa, ele é chamado de chacra básico.

E qual a razão de falar sobre ele?

Em uma relação sexual existe muita troca energética entre o casal. Em outras palavras, eles ficam emaranhados.

O que quer dizer na prática, que ficam muito envolvidos. Dependendo da quantidade de troca, entrega e afeto, um pode perceber o que o outro está sentido, a quilômetros de distância.

Físicos fizeram um experimento sobre isto e houve comprovação cientifica, deste emaranhamento quântico no livro: O campo. Este estudo ficou bem relatado pela autora Lynne McTaggart.

Então existe uma dificuldade real em relação ao apego.

Se esta pessoa além da troca sexual, tem algum tipo de carência ou desnutrição emocional que aconteceu em sua infância, a situação se agrava ainda mais.

A dor pode se tornar insuportável, onde a pessoa inclusive, pode sentir esta dor fisicamente.

Já atendi casos em que meus clientes relataram dor física no coração, falta de ar e desconforto no estômago.

Seja como for, isto não é uma frescura, ou algo parecido.

Requer averiguação, para que esta liberação emocional de fato aconteça.

Se não houver intervenção, a pessoa pode levar anos, sem conseguir se libertar disto, algumas morrem sem resolver.

Não sei se em sua família, você tem algum parente, que teve um rompimento traumático e nunca mais se recuperou.

Seja por conta do falecimento, ou mesmo um divórcio.

Na minha família tenho os dois tipos de casos. E minhas tias não querem nenhum tipo de ajuda.

Anos já se passaram, e elas falam como se a situação tivesse acontecido hoje.

Em outras palavras, quando o apego está presente, a pessoa fica cega, não consegue perceber o presente, está presa no passado mal resolvido.

Mas se a pessoa escolher liberar este apego, pode ser mais rápido do que ela pode imaginar.

O primeiro passo é realmente querer isto, pois, pode ser um pouco desconfortável ver, aquilo que normalmente a pessoa não quer ver.

No entanto, se ela se permitir, a vida pode ganhar outra conotação e a alegria pode se apresentar na vida dela.

Os passos necessários são:

  1. Desejar se libertar da situação
  2. Olhar para aquilo que a pessoa não quer ver
  3. Escrever tudo o que ficou aprisionado no passado
  4. Liberar o apego do chacra básico
  5. Liberar o apego emocional do coração
  6. Liberar do corpo físico, emocional e mental as emoções aprisionadas

 

Gostaria de ressaltar que o apego em demasia, pode se apresentar no dia a dia, sem que a relação de fato tenha acabado.

São aquelas pessoas que colocam o outro no centro do seu universo, fazem tudo por ele, não possuem mais identidade própria. A verdade é que não sabem quem são, sem esta pessoa não está por perto.

Não preciso nem dizer o quanto a relação fica desgastada com isto, pois uma pessoa apegada pode sufocar o outro, até que ele não aguente mais e vá embora.

Pense comigo, para ter uma relação leve e significativa é preciso ter uma troca, se isto não acontece, o relacionamento pode acabar.

Nas constelações familiares falamos sobre a terceira lei, que é a lei do equilíbrio, ou seja, para uma relação afetiva existir é necessário que a troca aconteça de forma equilibrada.

Uma pessoa apegada, não consegue trocar em equilíbrio, por isto suas relações possuem certas complicações.

A raiz está no apego, que precisa ser liberado, para que a pessoa consiga ter uma vida o mais natural possível.

Como este tipo de situação é recorrente em meu consultório, resolvi criar um programa de 21 dias liberação emocional e desbloqueio afetivo. 

Nele os participantes conseguirão liberar emoções que estão aprisionadas em seu corpo físico, emocional e mental.

Além de passar pela liberação, eles aprendem como fazer isto no dia a dia.

Caso queira a minha ajuda neste processo, entre no programa, além do conteúdo em si, você terá acesso a área de membros por um ano, onde poderá tirar dúvidas diretamente comigo.

Se você está lendo este artigo e o link ainda está ativo, aproveite, pois ele não ficará disponível por muito tempo. Em breve vamos retirar ele do ar.

O programa 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, foi feito para mostrar o quanto liberar as emoções pode ser leve, fácil e eficaz. 

Não só a questão emocional do apego é liberada, mais outras emoções aprisionadas no corpo físico também. Tais como: Insegurança, medo e carência.

 

Cuide-se com amor!

 

Grande abraço.

Adriana Mantana

 

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Como superar o fim de um relacionamento com mais leveza?


 

Todo rompimento gera algum tipo de transtorno, uns mais, outros menos.

Quanto maior é o nível de envolvimento, parceria e principalmente carência maior a dor.

Então o que fazer para superar um rompimento afetivo com mais leveza?

Será que isto realmente é possível?

Joana, era uma mulher carente, dependente e pegajosa, de acordo com o seu parceiro Pedro.

A sua ocupação mental predominante era com o Pedro. Trabalhava, estudava e mesmo assim seu foco central era em seu relacionamento.

Falava constantemente sobre ele, com as poucas amigas que tinha.

Não se dava conta do quanto estava ficando envolvida. E não percebia que um distanciamento começou acontecer.

Ele já não respondia as mensagens como antes e arrumava várias desculpas para não se encontrar Joana.

Ela já não dormia direito a noite.

A relação foi se arrastando pelos dias, até chegar na semana do dia dos namorados. Ela toda animada, pensava em comprar um presente maravilhoso para Pedro.

O presente fez um rombo em seu orçamento, mas ela não importava, fazia de tudo por ele.

Temia a possibilidade de um término.

Então escolheu fazer uma surpresa, enviou o presente para a casa do Pedro, junto com uma bela cesta de café da manhã. Além disso, escreveu uma carta dizendo o quanto ele era importante para ela.

O tempo passou e ela não recebeu nenhuma mensagem dele.

Ela sabia que ele tinha recebido o presente, pois a empresa que fez a entrega, a notificou dizendo que ele estava em casa, e que tinha recebido a cesta de café da manhã.

Joana não estava aguentando a ansiedade, mal se segurava para dar a hora do almoço. Mesmo ele não tendo dito nada, era Dia dos Namorados, e ela iria na casa dele de qualquer jeito.

No entanto, 10:30 horas da manhã ela recebeu um e-mail.

Era dele.

Ela correu mais que depressa e começou a ler.

Conforme lia, chorava e chorava.

Todos do escritório não sabiam o que havia acontecido, e uma colega de trabalho foi até a sua mesa, para ver se podia ajudar.

Joana, estava desesperada e não acreditando que no Dia dos Namorados Pedro tinha terminado com ela.

Por mais desafiador que seja o término de uma relação, se uma pessoa tem a ferramenta certa, ela consegue liberar este desconforto emocional.

Muitos podem dizer que isto é impossível, que existe o luto natural do rompimento.

Eu concordo em partes.

Sei que existe o luto após o término, afinal foram meses ou até mesmo anos convivendo um com o outro.

Mas o que eu discordo, é que uma pessoa NÃO precisa, demorar meses ou anos para superar o rompimento de uma relação.

Não sei você, mas em minha família, tenho umas tias que sofrem até hoje o término da relação, criticam os parceiros anteriores há mais de 20 anos.

Eles reconstruíram a vida amorosa, se casaram novamente, tiveram filhos. E as minhas tias, estão remoendo até hoje, como se tudo tivesse acontecido ontem.

Então como superar um rompimento com mais rapidez e leveza?

Eu digo, com um imã de geladeira é possível fazer maravilhas.

Quando eu falo isto, as pessoas podem rir ou achar que é uma conversa fiada.

Destas que charlatões falam.

Eu ri e pensei a mesma coisa, até que eu experimentei várias vezes em mim, e testei com minhas clientes em atendimento.

Não sei até que ponto você me conhece, mas eu sou uma pesquisadora nata, minha primeira graduação foi em Biologia, então pesquisar e testar já faz parte de minha rotina desde 2005, quando me formei pela primeira vez.

A minha segunda graduação está sendo realizada em psicologia, mas antes já fiz outras formações, sempre pesquisando e testando.

Entrei neste mundo de terapias, não por ser um sonho.

Mas por necessidade.

Estava com um buraco do tamanho do mundo dentro do meu coração, por conta da minha vida afetiva na época. Então busquei cursos, livros, formações para me resolver por dentro.

Pois aquilo era simplesmente insuportável.

Desta forma, eu me tornei uma especialista em terapia breve, afinal de contas eu queria resolver aquela dor, da maneira mais prática, rápida e mais fácil possível.

Por isto, não ignore, teste.

Chegue em suas próprias conclusões.

A maneira mais rápida e leve para superar o rompimento de uma relação na minha opinião, se dá através do Biomagnetismo, ou liberação emocional.

Por isto falei sobre o imã de geladeira.

Em uma das formações que ministro para novos terapeutas, existe uma escala emocional, nela consigo fazer o rastreio, para saber exatamente qual emoção está aprisionada, que idade e que parte do corpo está.

Ao liberar esta emoção a dor física diminui de forma considerável, em alguns casos some completamente.

O aperto no peito, por conta do rompimento desaparece e a pessoa sente um espaço interno, de mais leveza e paz.

Costumo trabalhar com pessoas que tem pressa, que já tentaram várias técnicas sem sucesso. E estão exaustas.

Se você é esta pessoa tenho uma boa notícia para você.

Criei um programa intensivo de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, onde trabalhei com a ferramenta mais poderosa que até então tive conhecimento. 

Pode ser que exista outra, mas eu ainda não conheci, pode ser que conheça em algum momento.

Este programa é único, pois além da liberação emocional, associei a constelação familiar, o maha lilah e a mesa magnética. Ou seja, um tratamento amplo, com começo, meio e fim.

Mas preste atenção!

Ele não ficará disponível por muito tempo, afinal eu pessoalmente respondo os alunos durante um ano. Justamente por isto, não é possível atender centenas de pessoas.

Então não me leva a mal, mas em breve o link será desativado.

Se você está lendo e o link está ativo, adquira agora, porque pode ser que ao voltar, a oportunidade tenha terminado. 

E sabe aquela frase: Cavalo selado costuma passar uma vez na vida.

Então aproveite, pense você poderá economizar anos de sua vida, e acabar com esta dor, se escolher entrar no programa.

Eu escolhi entrar em um programa como este há muitos anos e sem dúvida foi a melhor escolha que fiz, pois além da minha dor afetiva ter cessado, consegui reconstruir a minha vida a dois.

Hoje posso dizer que tenho uma relação mais leve e significativa.

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Saiba como superar as 4 fases de dor após uma traição.


 

Eram duas horas da manhã de uma quarta-feira, quando ele chegou em casa.

Joana, fingiu que estava dormindo.

Mas dentro dela, um turbilhão de emoções povoava a sua mente.

Ela o esperou adormecer, se levantou da cama e foi cheirar as suas roupas.

Algo humilhante, no entanto, a suspeita que ela sentia naquele momento, era maior do que a sua dignidade.

Afinal de contas, não acreditava que ele estava trabalhando até aquele horário.

Quando estava cheirando a camisa do marido, se recordou o quanto criticava a sua mãe e agora ela fazia exatamente a mesma coisa.

Joana sentiu um cheiro adocicado e viu uma marca de batom bem discreta na roupa. Aquilo fez a face dela ruborizar, tamanha raiva e decepção.

Partiu para investigar o celular, ela sabia a senha que ele tinha colocado naquele aparelho.

E viu uma mensagem picante de uma mulher com o nome de: “Ela”.

André, colocou este nome de propósito, acreditava Joana.

A investigação daquela noite, comprovou a traição que ela já suspeitava.

Após quatro anos de casamento e dois filhos pequenos, ela não sabia o que fazer, pois dependia financeiramente e emocionalmente de André.

Ela poderia fingir que nada aconteceu, ou jogar todas as cartas na mesa e ir embora para a casa dos pais?

Joana, estava perdida, triste, em prantos e desolada, não sabia o que fazer.

A traição pode gerar sequelas profundas, se não tratadas. A maioria das pessoas não quer olhar e muito menos limpar de forma consciente esta dor emocional.

Consequentemente, este fantasma psíquico povoa o mundo interno da pessoa traída.

Casais que passaram por este tipo de situação, podem voltar a ter uma relação mais madura, caso optem pelo tratamento. Com o consentimento de ambas as partes.

Por mais que uma parte do casal, queira avançar ou levar para frente o relacionamento, uma relação com este tipo de trauma, se não houver o acordo dos dois, a situação tenderá a uma piora.

Toda traição merece perdão?

Se você acabou de passar por este tipo de situação, provavelmente está na primeira fase deste processo.

Existem quatro fases psicológicas, que vigoram a psique humana, quando uma pessoa passa uma traição.

  1. Raiva
  2. Tristeza
  3. Revolta
  4. Mágoa

Quando uma pessoa não libera estas emoções, que ficam aprisionadas no corpo físico, mental e emocional, após a traição, isto tende a uma repetição de padrão [infelizmente].

Ou seja, constantemente episódios de traição podem existir na vida desta pessoa, por mais que ela não queira, as marcas emocionais atraem mais do mesmo.

Portanto, quando uma pessoa é traída ela poderá ficar estacionada na mágoa, ou fazer outras escolhas.

Quando existe o perdão verdadeiro, todas as emoções são liberadas e esquecidas.

O perdão da boca para fora, não surtirá o real efeito na psique, e por isto a pessoa fica em um looping angustiante, vivendo e revivendo esta dor.

Ao final deste artigo, vou apresentar alguns possíveis caminhos de liberação emocional.

Atendo inúmeras pessoas que vivem exatamente isto, traições e dores emocionais, em decorrência desta situação.

A boa notícia é que ao liberar estas emoções, a pessoa conseguirá restaurar a vida afetiva, seja para continuar com o (a) mesmo (a) parceiro (a), ou não.

A vida não precisa ficar amarga depois deste episódio.

Tudo pode ser mais leve, se houver permissão e vontade em liberar tudo isto.

Quando a liberação acontece, a pessoa deixa de ficar com esta brasa quente nas mãos e diz de forma não verbal, que ela se ama muito e merece ser feliz.

O perdão e a liberação emocional, são gestos de profundo amor-próprio.

Algumas clientes, ao fazer a liberação emocional, conseguiram restaurar complemente a sua vida a dois.

Muitas me disseram que já faziam terapia convencional há muito tempo.

Eu não tenho nada contra a terapia convencional, afinal estou fazendo a minha segunda graduação em psicologia.

No entanto, eu sou diferente dos meus colegas de profissão.

Gosto de abordagens e técnicas objetivas, práticas e direto ao ponto. Mas sem deixar a eficácia de lado, é claro!

Por ter vivido a traição na pele, sei o quanto ela pode ser nociva em todos os sentidos, por isto, busco novas técnicas para aperfeiçoar o meu método terapêutico constantemente.

Recentemente fiz uma descoberta onde associei a constelação familiar, o biomagnetismo, maha lilah e a liberação emocional.

Eu descobri que a junção de todas elas, favorecem muito o processo.

Onde a pessoa consegue ter sua vida emocional, restaurada em um menor intervalo de tempo.

Então eu criei o programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, onde em um primeiro momento, forneci somente para meus clientes de consultório/terapia.

Como vi os resultados que eles obtiveram, resolvi abrir para outras pessoas passarem pela mesma experiência. Mas que ainda não são meus clientes.

Usei todos os recursos terapêuticos, que mais uso atualmente.

Mas tem uma questão, vou deixar aberto por pouco tempo.

Pois todas as pessoas que estão entrando, vão ter acesso ao conteúdo por um ano, e um dos benefícios é utilizar a área de membros para tirar dúvidas diretamente comigo.

Por isto, vou deixar este link por pouco tempo. 

Afinal, eu pessoalmente responderei as dúvidas e isto demanda muito tempo. E para mim ele é bem escasso, pois além de fazer os atendimentos individuais, eu ministro aulas.

Se você está lendo este artigo e o link está ativo, aproveite e entre nos 21 dias agora

É possível liberar todas estas emoções represadas que estão te machucando há algum tempo, com rapidez e eficácia.

Aviso: O programa de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, será removido em breve.  

Aproveite!

Cuide-se com amor.

Grande abraço.

Adriana Mantana

 

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Tudo aquilo que rejeito no relacionamento, me controla.




Aos vinte anos de idade, tinha acabado de concluir o ensino médio, quando recebi o ultimato: “Quero o divórcio”.

Ouvi isto do pai do meu filho e desde então eu descobri que o relacionamento afetivo, pode ser um norteador de caminho e de cura.

Eu descobri que tudo aquilo que eu rejeitava, me controlava. E fiz uma verdadeira jornada para me curar e descobrir a minha razão de viver.

O relacionamento afetivo amplifica TODAS as questões internas do ser humano. Tanto as coisas boas, quanto as ruins.

Basta olhar aquilo que uma pessoa mais teme. É o que ela pode manifestar com mais facilidade a qualquer momento.

Atendo várias pessoas e o que mais ouço é isto. O que eu mais temia aconteceu.

Se há rejeição de algo em uma relação à dois, isto pode se transformar em uma chave para ir além.

Foi o que fiz, com o meu relacionamento. Ele foi uma chave, para eu abrir várias portas em minha vida.

Na psicologia, existe um termo, que é chamado de projeção, em suma quer dizer que tudo aquilo que projeto no outro, tenho em algum nível, dentro de mim.

Quando tive contato com este termo fazendo a faculdade de psicologia, achei muito forte e não aceitei de cara.

Mas depois de perceber e fazer as minhas reflexões, vi que fazia muito sentido.

Tem uma frase de Jung, que aprecio muito, ele diz que tudo aquilo que resistimos, persiste.

Ele trouxe o termo, de complexo autômato para a psicologia.

Os complexos controlam a pessoa, principalmente quando ela resiste ou rejeita determinada coisa.

Pois se as emoções não são elaboradas e trabalhadas, podem literalmente tomar a pessoa, onde ela terá algumas atitudes, que se arrependerá depois.

Em se tratando de relações afetivas, isto e se agrava ainda mais, as crises extremas de ciúmes, insegurança e medo, mostram esta realidade interna.

As emoções podem dominar a pessoa, onde ela perde totalmente o controle da situação.

Os problemas são praticamente os mesmos, o que muda é o endereço e o cpf de cada cliente, pois estes complexos e dores emocionais, são transmitidos de geração para geração, desde que o mundo é mundo.

Então consigo ir com facilidade no ponto que requer a virada de chave e com o cliente, liberamos e integramos as emoções nocivas.

Ou seja, a pessoa passa a não resistir mais. E percebe que tem o poder de mudar tudo isto, com mais leveza e facilidade. Através das ferramentas que eu mostro, nos meus cursos e em minhas sessões.

Costumo dizer que o problema não é o outro, mas sim como eu lido comigo, perante o outro.

Sabe aqueles momentos, onde a emoção toma conta e a pessoa sai do sério em discussões de relacionamento? Você já passou por isto? Onde tudo começou com algo “banal” e se tornou grande.

Isto pode ter grandes proporções, porque a pessoa possui muitas questões represadas e emoções reprimidas.

Então, o que é preciso fazer para melhorar a resposta emocional, em situações caóticas?

  1. Identificar quais são estas emoções
  2. Em que momento, isto ficou aprisionado no corpo
  3. Elaborar
  4. Liberar todas as emoções que ficaram aprisionadas

O ano era 1999, quando eu estava vivendo em um caos emocional. Um divórcio já é doloroso, imagine aos 20 anos de idade. Sinceramente não sabia o que fazer.

Você já teve este tipo de sensação?

Entenda que liberar as emoções, pode ser mais rápido do que você supõe.

Muitas pessoas estão acostumadas com anos de terapia.

E sei que a terapia convencional tem o seu lugar, afinal estudo psicologia.

Embora pense diferente de meus colegas, respeito o processo convencional.

Mas eu gosto de praticidade, rapidez e simplicidade. Ofereço isto para os meus clientes e para os meus alunos.

Afinal a pergunta que não quer calar é:

Como eu consigo sair desta situação o mais rápido possível?

Além de responder isto na prática, eu mostro o que a pessoa precisa fazer com ela no dia a dia, através do que eu costumo chamar de: Minha caixinha secreta de ferramentas.

Todas as minhas mentorias, formações, sessões e cursos temáticos, possuem diferentes ferramentas, que fui colecionando ao longo dos anos, todas geram um tipo de resultado.

Já estive do outro lado, com caos afetivo emocional, e não conseguia achar nada que fosse direto ao ponto. Acredite, eu tentei!

Pois fiz tantos cursos, que perdi a conta.

Só entrei neste universo terapêutico, porque precisava de algo para resolver a minha dor afetiva. Como não achei nada consolidado de forma específica, eu criei os meus próprios métodos e exercícios.

Escrevo meus artigos há muito tempo, e hoje gostaria de fazer um convite para você.

Caso queira identificar e liberar as emoções, que ficaram aprisionadas em seu corpo físico, emocional e mental com a minha ajuda.

Vou mostrar na prática, o que fiz para sair do caos que me encontrava aos 20 anos de idade.

E que também pode estar prejudicando a sua vida afetiva, e a sua saúde emocional.

Fiz um programa intensivo de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo, onde utilizei várias abordagens e técnicas terapêuticas que eu domino.

Neste treinamento eu mostro algumas ferramentas secretas.

Preste bastante atenção, este não é um simples treinamento, estou falando de algo, que pode liberar o seu corpo, de emoções represadas, que vem causando dor em você e em sua família há muito tempo.

Afinal todos sofrem, ao ver uma pessoa que se ama, sofrendo.

Portanto se você quer ir além e liberar as emoções e desbloquear aquilo que estava represado, participe dos 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo. 

Entre no programa enquanto ele está no ar.

Em breve o link será desativado.

Então se você chegou aqui e ele está ativo, aproveite.

Durante um ano, você terá acesso a área de membros, onde eu pessoalmente vou responder suas dúvidas.

Cuide-se com amor!

Grande abraço!

Adriana Mantana

 

P.S: Se eu tivesse tido acesso a este programa, aos 20 anos de idade, teria economizado muito tempo e dinheiro.

Programa Intensivo de 21 dias de liberação emocional e desbloqueio afetivo

 

Instagram 

Youtube Meditação para melhorar a vida afetiva 


quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Como liberar insegurança, para ter uma afetiva mais leve?



 A cabeça estava a mil, Debora estava insegura, triste e muito agitada, sempre suspeitou que tinha algo muito estranho acontecendo, mas nunca imaginou que passaria por isto.

Parecia um filme de hollywood.

Seus olhos estavam vendo, mas ela só chorava, a ficha ainda não tinha caído.

Leu uma carta deixada na pia, a casa estava vazia e sem os móveis da sala.

João saiu de casa na madrugada e não disse nada.

Eles jantaram, ela se lembrava de ter tomado um suco, preparado por João.

Agora ela percebeu, que tudo era um plano, ele tinha colocado um remédio para dormir naquele suco, para ela não ouvir o barulho dos móveis sendo retirados.

A sua insegurança se tornou uma realidade.

Ele havia deixado a casa e o casamento, pois tinha se apaixonado por outra mulher.

A insegurança pode ser a emoção mais nociva que uma pessoa pode ter dentro de seu mundo psíquico.

Pois se ela não for tratada, pode manifestar coisas desagradáveis na vida de quem é acometido por ela.

Trata-se de uma emoção que corrói por dentro, e não há saída a não ser olhar para isto.

Existem duas atitudes possíveis, com relação a esta emoção:

  • A insegurança é reprimida
  • ou
  • A insegurança é liberada

Dependendo da escolha que uma pessoa fizer, ela poderá ser livre ou escrava deste desconforto indefinidamente.

Todos percebem quando existe uma insegurança interna em alguém, pois os comportamentos são oscilantes, o olhar não é firme e a voz apresenta apreensão e medo.

Consequentemente ela poderá atrair para a sua vida, pessoas que a maltratem.

Com isto, o looping negativo da insegurança fica ativo, girando em um vórtice descendente, trazendo caos, tristeza e desconforto principalmente afetivo.

Existem casos, em que a pessoa é segura no trabalho, mas insegura em sua vida intima.

Atendi certa vez uma juíza, ela muito poderosa e dona de si no trabalho, no entanto sua vida afetiva era caótica.

Este efeito acontece justamente, porque quem rege a vida a dois de uma pessoa é a criança interior ferida, não pessoa adulta.

O ser humano é complexo e apresenta vários aspectos. É um grande engano uma pessoa pensar que ela é uma coisa só.

Jung em suas obras completas, relata sobre os complexos autômatos e fala da criança interior.

Imagine a seguinte cena:

Você chega em casa, e em sua garagem tem uma Ferrari linda.

Só que tem um pequeno detalhe, você não sabe nem como ligar o carro, pois está acostumada com outro veículo.

Portanto, o primeiro passo é conhecer as particularidades de automóvel, caso contrário ele não irá se mexer.

O mesmo acontece com a vida humana em suas diferentes áreas, se a pessoa não souber como lidar com o seu mundo interno e as suas emoções, ela será levada rio abaixo pelas circunstâncias da vida.

Mas não precisa ser assim, se ela identificar e liberar esta emoção, a vida afetiva se tornará mais leve e significativa.

Antes de mostrar o que você pode fazer para ter uma vida afetiva mais leve, gostaria de dizer que esta emoção pode ser herdada.

Os complexos na maioria das vezes são transgeracionais.

E o que isto quer dizer na prática?

Quer dizer que uma emoção, pode ser transmitida de geração para geração. Ou seja, esta emoção pode não ser da pessoa, mais sim de algum ancestral.

E o que fazer quando isto acontece?

A primeira coisa a ser feita é saber se realmente foi herdada ou não, pois os procedimentos são diferentes para estes casos.

Por mais que se pense, que a emoção da insegurança é igual, isto não é 100% verdadeiro.

Por isto disse que é preciso identificar com clareza, a origem da insegurança.

Atendi uma cliente certa vez e ela tinha duas emoções que estavam prejudicando a sua vida em vários níveis, uma era a insegurança a outra era desespero.

A insegurança tinha sido herdada da mãe e o desespero era um trauma que ela tinha tido na infância, portanto esta última emoção não tinha sido herdada.

O que eu fiz, usei um procedimento para cada emoção e tudo foi limpo, liberado e desbloqueado.

Adoro ver os olhos das pessoas que se permitem fazer este tipo de liberação, eles mudam na hora.

Um novo brilho surge nos olhos, que anteriormente eram embaçados pela insegurança e medo.

Então se você deseja ter uma vida afetiva mais leve vou deixar alguns possíveis passos, caso queira a minha ajuda nesta jornada.

Gravei um programa de 21 dias de Liberação emocional e Desbloqueio Afetivo, os encontros são liberados a cada dia.

E a pessoa tem a possibilidade de liberar e ver como a técnica de liberação funciona, para ela fazer depois no dia a dia.

Trata-se de algo que pode virar a chave emocional da pessoa, e isto trás melhores resultados. Ou seja, uma vida afetiva mais leve.

Qualquer pessoa que queira ter uma vida afetiva mais leve, pode fazer o programa e perceber os resultados na prática.

Este programa não estará no ar por muito tempo, então se você deseja ter uma vida afetiva mais leve e significativa, clique neste link e participe. 

Se você está lendo e o link estiver saído do ar, acredito que podemos ter uma outra oportunidade no futuro. 

Agora se você clicou e ele está no ar, corra porque como eu disse, ele não ficará ativo por muito tempo.

Cuide-se com amor!

Grande abraço.

 

Adriana Mantana

 

P.S: Programa Intensivo de 21 dias de Liberação Emocional e Desbloqueio Afetivo, em breve sairá do ar

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