Público de Novos Hábitos

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Estudando a presença...



Por Adriana Mantana

Estou estudando muito a respeito da presença.
Ontem mesmo, estava conversando com uma amiga minha e nós chegamos na conclusão que a cura de todo sofrimento, realmente é estar presente em si mesmo.
Este com certeza é o nosso grande desafio enquanto ser humano.
Ter consciência de si mesmo.
Estar inteiro em qualquer situação.
Incrível que quando realmente estamos no presente, no agora, as pessoas sentem a nossa energia e presença total.
Ter o autoconhecimento é fundamental.
Saber quais são os nossos limites e claro nossas qualidades.
Mas é fato quando nos dividimos perdemos nosso poder.
Cuidar da voz interna, pois esta voz não somos nós.
Nós com certeza somos muito maiores e poderosos do que imaginamos ser.
Temos o controle total e absoluto de nossa vida.
TUDO ESTÁ EM NOSSAS MÃOS.
Por isto é importante reservar um tempo para fazer uma autoavaliação, ter alguns momentos de "solidão", pois isto nos dá uma força ainda maior.
Se amar de verdade.
Ter prazer com a própria presença.
Se bastar.
Se apoiar.
Enfim, estar inteiro dentro de si mesmo.
Muitas vezes o nosso coração é forjado nas chamas da dor, porque ela é benéfica e nos causa uma vitória particular.
Então desejo que você, assim como eu nos encontremos.
E que a nossa sede por nós mesmos, seja enfim saciada algum dia.
Porque metade de mim é amor e a outra metade também.

Forte abraço.

domingo, 8 de setembro de 2013

Relógio do coração...




Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.

Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.

Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.

Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.

Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.

E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.

Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.

Há eventos que marcaram, e que duram para sempre

o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.

Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.

Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.

Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.

O relógio do coração hoje descubro, bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.

Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.

É olhar as rugas e não perceber a maturidade.

É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.

Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

Mário Quintana

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Visão limpa.



Por Adriana Mantana

Quando a visão melhora o mundo fica ainda mais colorido e bonito.
Tudo fica melhor e mais claro.
É incrível como o mesmo caminho percorrido fica diferente com o poder da presença.
Ser é muito bom.
Então trabalhar o bem estar interno faz toda diferença.
Ter objetivos definidos.
Saber aonde se quer chegar.
E se dispor a percorrer este caminho.
Levantar e caminhar.
Planejar é bom, mas executar hummm é ainda melhor.
Visão clara e coração leve, não existem obstáculos quando estamos assim.
Cultive a sua paz.
Coloque como PRIORIDADE MÁXIMA o seu bem estar.
Esteja em você.
Se apoie em tudo.
Trabalhe com o perdão.
Arrisque-se.
Você é único (a).
Se olhe com mais amor e perdão.
Você MERECE tudo de bom e belo.
Viva na paz, confiança e equilíbrio.

Forte abraço!

Seja feliz agora, do seu jeito!!!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Declare o que você quer...



Por Adriana Mantana

O  poder da declaração é muito forte.
É preciso declarar o que realmente desejamos.
Dar asas aos sonhos.
E perceber que tudo é possível.
Qual a razão de ficar se reprimindo?
Permita-se ser o que é.
Declare o seu amor a vida.
Declare o seu amor ao seu trabalho.
Declare o seu amor aos teus sonhos.
Declare o seu amor por você mesmo.
Quebre a armadura.
Limpe-se.
Cuide-se.
Priorize os teus sonhos mais profundos.
Nascemos da luz e para luz iremos.
Somos semideuses.
Co criadores do nosso universo.
Fala sério, tira esta cara dó e tome posse do que é seu.
Chega da síndrome do coitadinho ou da coitadinha.
Tudo o que acontece na sua vida é responsabilidade sua.
Não existem acasos.

Forte abraço.

Fique na luz!

Seja feliz agora, do seu jeito!

domingo, 1 de setembro de 2013

Foco no presente...



Por Adriana Mantana

Exercitar o poder do agora é com certeza um grande desafio.
Fazemos grandes viagens no passado e no futuro.
Estava conversando com uma amiga minha e chegamos a conclusão que a grande ancora do presente é o corpo.
Quando sua mente estiver tumultuada, a primeira coisa a se trabalhar é a respiração.
Feito isto, feche os olhos e conte até 10.
Sinta os batimentos do seu coração.
Acalme-se.
Aprender a ter prazer em permanecer no presente é o grande X da questão.
Quando conseguirmos ter este nível de controle com certeza teremos mais paz.
Existe uma grande confusão a respeito do EU verdadeiro.
Afinal... Quem somos nós?
Somos nossa mente?
Na verdade a mente é só uma ferramenta, que nós utilizamos.
No entanto há uma inversão, no Ser.
Existe mais amor, paz, alegria em coisas pequenas e estas estão no AGORA.
Mate o seu passado todos os dias.
Fale sobre o seu passado somente quando for NECESSÁRIO, caso contrário esteja no agora.
Diga para si mesmo com frequência: "O meu passado não tem mais poder sobre mim".
E liberte-se.
Viva agora, sem pressa, sem dor.
Não tente nomear os teus sentimentos, apenas aceite-os como eles são.
Nem bons e nem maus, eles simplesmente são.
Então não tenha amarras.
Viva em paz!!!

Seja feliz agora, do seu jeito.

Forte abraço.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Eu quero, eu posso e eu vou...(Tempo de mudar)



Por Adriana Mantana

Eu quero, eu posso e eu vou.
Quando temos este tipo de determinação nada no mundo tem poder sobre nós.
O poder está dentro de cada um de nós.
Não  temos noção de nossa força, até que a vida nos presenteia com a oportunidade de melhoria através da dor.
Mas não precisa ser assim.
Reserve um tempo para você.
Cuide-se.
Olhe-se com carinho.
Afinal, você só tem a si mesmo.
Nascemos e morremos sozinhos.
Então curta-se, tenha prazer com a sua presença.
Estude os teus defeitos e as suas qualidades.
Faça uma reforma intima.
Não espere que a dor bata em sua porta.
Nunca abandone você mesmo.
Esta é a pior forma de rejeição.
Viva no presente.
SEJA PRESENÇA.
Quando vivemos no agora, o passado perde a força e o futuro também.
Mate o seu passado todos os dias, você não precisa dele.
Só o seu EGO que aprecia a presença do passado e a necessidade de um futuro.
Viva o SEU SER, seja consciente.
Desapegue-se da dor.
E para isto viva no presente.
Treine, treine e treine.
Porque chegará o dia em que isto será predominante NATURALMENTE.

Seja feliz agora, DO SEU JEITO.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Eu descobri... (Meu caminho é cada manhã)...



Por Adriana Mantana

Tudo está aqui dentro neste exato momento.
Não existe esta de problema, dor ou alegria lá fora.
Lá fora, sempre será lá fora.
E eu estou aqui, dentro de mim.
Vivendo o momento, me permitindo.
Sendo.
Pare tudo e olhe para sua lua interna, seu verdadeiro eu.
Não estou falando da sua voz, dos pensamentos.
Isto não é você.
Você é bem mais do que isto.
Tu és presença.
Seja isto.
Sinta.
Existe uma grande confusão com relação aos pensamentos.
Mas entenda, isto não é você, trata-se de uma ilusão.
No qual muitas vezes ficamos presos ou no passado ou no futuro.
É uma grande loucura, porque a vida está acontecendo agora.
E todos nós sabemos disto, mas não vivemos.
Não sei você, mas eu estou vivendo no agora.
Sou presença.
Não se importe com o que os outros vão pensar.
Confie em você.
Se apoie.
Faça agrados para você.
Tenha um compromisso com o seu verdadeiro SER.
Abra as tuas portas.
Desligue-se do seu passado.
Não viva e reviva tuas dores.
Aprenda a lição e siga sua vida, NO PRESENTE.
Sinta isto neste momento.

Agradeça o que passou e siga!!!

Seja feliz agora, do seu JEITO!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A gente se acostuma...



Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Marina Colasanti

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