quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Tempo de ser feliz...
A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.
Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"
Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!
Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!
Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.
Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...
Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.
Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...
Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...
Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...
Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...
Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.
Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.
Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.
Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...
A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."
Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.
Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.
Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)
Padre Fábio de Melo
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Desapego X Indiferença...
Já que perdi o sono, antes de me arrumar para o trabalho vou compartilhar um insight que tive há pouco...
Venho falando sobre o desapego. Mas desapego não é indiferença!
Indiferença é a fase terminal do desapego, e tem a mesma fonte e origem: nossa "estúpida" ignorância.
Por sermos ignorantes somos tão apegados às coisas materiais e às pessoas. Pela nossa idealização. nos apegamos às pessoas. Pela nossa baixa estima também. Então tudo começa no Apego. No Apego só vemos as virtudes das pessoas e das coisas!
Mas logo que você leva um "pé" das pessoas que se apegou (e esse "pé" pode ser voluntário ou involuntório, com a morte incluída nesse último caso) ou se farta (ou nunca consegue conquistar, ou seja nunca se farta) das "maravilhosas" coisinhas materiais de sua existência, você adentra na zona da Aversão. "Nem quero ver a fulana", é o que você pensa nessa fase. "Não aguento mais tal coisa"... Isso nos ajuda a largar as cosias e com isso tentar diminuir o sofrimento. Na Aversão só vemos os defeitos das pessoas e das coisas.
Na fase terminal a ignorância se completa ao entrarmos na fase da Indiferença. Como a diferença provêm da semente da ignorância do Apego, aprofundadas pelas raízes da Aversão, você passa a ver tudo com distorções profundas, tanto das qualidades, quanto dos defeitos. Como uma coisa que inicia mal pode acabar bem? Na Indiferença você fica cego para o bom e para o mal, na ilusão que a negação faz as coisas e as pessoas desaparecerem.
Mas não desaparecem... Portanto não fique Indiferente. Fique Diferente!!! Inicie suas relações certo da impermanência das coisas, eliminando o apego. Aversão então para quê? "Ninguém estraga, é proibido estragar...". Indiferença é a estupidez elevada à infinita potência.
Negar as experiências da vida ao fechar os olhos é cegar sua visão interior, que é a única que pode enxergar o que é real.
Escrito por
Vicente L. C. Rubino
Página na web: http://www.mondovr.com/2005/03/desapego-x-indi.html
Ser livre de verdade...
Paz de espírito.
Por Adriana Mantana
Alívio e paz são sensações maravilhosas.
Estou lendo um livro muito bom:
A arte da felicidade. Dalai Lama
Amanhã vou conhecer
http://www.daissen.org.br/hp/index.php?id=&s=ct&menu_id=23
Acredito muito que a verdadeira felicidade está dentro de nós mesmos.
Não existem fatores externos que tirem a nossa paz, se tivermos domínio próprio.
Algo aconteceu e estou realmente interessada no Budismo.
A doutrina do desapego, autoconhecimento, meditação e estudo profundo de si mesmo.
Já estou cansada de fatores externos.
Sinto uma sede imensa de mim mesma.
Conhecer-me e melhorar para ontem o que precisa ser melhorado.
Abrir a mente para o novo.
Ser verdadeiramente livre.
Um forte abraço.
Namastê
domingo, 17 de fevereiro de 2013
O tempo de que foge...
“Contei meus anos
e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente
do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas
percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis,
para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias
que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário-geral do coral.
“As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.”
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços,
não se encanta com triunfos,
não se considera eleita antes da hora,
não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
o essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!”
~ Ricardo Gondim,
Silêncio é...
Silêncio é mansidão
Quando você não defende a si mesmo contra as ofensas
Quando você não chama por seus direitos
Quando você deixa Deus defende-lo
Silêncio é mansidão...
Silêncio é misericórdia
Quando você não revela a outros a falta de seus irmãos
Quando você prontamente perdoa sem remexer o passado
Quando você não julga, mas ora em seu coração
Silêncio é misericórdia...
Silêncio é paciência
Quando você aceita sofrimentos sem reclamar, alegremente
Quando você não procura consolações humanas
Quando você não se torna muito excitado
Mas espera, paciente, que a semente germine
Silêncio é paciência...
Silêncio é humildade
Quando não há competição
Quando você considera a outra pessoa melhor do que você
Quando deixa seu irmão brotar, crescer e amadurecer
Quando você, alegremente, abandona tudo no Senhor
Quando as suas ações podem ser mal interpretadas
Quando você deixa para outros a gloria da recompensa
Silêncio é humildade...
Silêncio é fé
Quando você guarda silêncio porque sabe que o Senhor agirá
Quando você renuncia à voz do mundo para manter-se na presença do Senhor
Quando você não se esforça para ser entendido
Porque é suficiente para você saber que o Senhor o entende
Silêncio é fé...
Silêncio é adoração
Quando você abraça a cruz sem perguntar “por quê”
Silêncio é adoração...
Madre Teresa de Calcutá
Quebre a carapaça... MUDE.
Por Adriana Mantana
Quebrar paradigmas e sair da zona de conforto não é muito fácil.
No entanto, gera uma paz de espírito muito grande.
Mudar é preciso.
Aprender faz parte da vida.
O ser humano que resiste a mudança sofre muito.
Afinal, estamos em um mundo mutável.
O que é hoje, amanhã já mudou.
Então, o que impede a mudança?
Se obrigue se for o caso, a permanecer no presente.
Só existe o agora.
Claro, que também é preciso planejar.
Mas existe uma grande diferença entre planejar, traçar metas e objetivos; e ficar só futuro.
Exemplos:
Quando eu tiver aquela casa serei feliz,
Quando eu perder 20 kg serei plena e por aí vai.
Não se iluda elaborar planos e ter sonhos é fundamental, mas procure ser satisfeito (a), AGORA.
Dê pequenos passos no agora, mas saia da zona de conforto faça algo que realmente goste.
Sempre cuidando para não pisar ou maltratar ninguém, afinal como sempre digo.
Somos semeadores do nosso destino.
Colhemos o que plantamos sempre.
Cuide de sua plantação como AMOR.
Forte abraço.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Meditação no Parque...
http://meditacaonoparque.blogspot.com.br/2009/10/como-meditar.html
Muito aprendizado.
Desapego = Budismo.
Bodisatva = Mente iluminada
Calar os pensamentos e ter o controle mental.
Vale a pena da uma olhada
http://www.daissen.org.br/hp/index.php?id=&s=home
O desapego, segundo o Budismo
Quem a tudo renuncia jubiloso, alcança, já agora, a mais alta paz do espírito; mas quem espera vantagem das suas obras é escravizado pelos seus desejos.
Na verdade, a vida de iluminação é o caminho do desapego. Muitos dos problemas da vida são causados pelo apego. Ficamos com raiva, preocupados, tornamo-nos ávidos, fazemos queixas infundadas e temos todos os tipos de complexos. Todas estas causas de infelicidade, tensão, teimosia e tristeza são devidas ao apego. Se você tem algum problema ou preocupação, examine a si mesmo e descobrirá que a causa é o apego.
Existe uma famosa história zen sobre um mestre e seu discípulo. Os dois estavam a caminho da aldeia vizinha quando chegaram a um rio caudaloso e viram na margem, uma bela moça tentando atravessá-lo. O mestre zen ofereceu-lhe ajuda e, erguendo-a nos braços, levou-a até a outra margem. E depois cada qual seguiu seu caminho. Mas o discípulo ficou bastante perturbado, pois o mestre sempre lhe ensinara que um monge nunca deve se aproximar de uma mulher, nunca deve tocar uma mulher. O discípulo pensou e repensou o assunto; por fim, ao voltarem para o templo, não conseguiu mais se conter e disse ao mestre:
— Mestre, o senhor me ensina dia após dia a nunca tocar uma mulher e, apesar disso, o senhor pegou aquela bela moça nos braços e atravessou o rio com ela.
— Tolo – respondeu o mestre – Eu deixei a moça na outra margem do rio. Você ainda a está carregando.
Desapego não é desinteresse, indiferença ou fuga. Não devemos nos tornar indiferentes aos problemas da vida. Não devemos fugir da vida; não se pode fugir dela quando somos sinceros.
A vida e seus problemas devem ser encarados e lidados de frente, mas não são coisas às quais devamos nos apegar. É verdade que o dinheiro tem sua importância, mas a pessoa que se apega a ele torna-se avarenta e escrava do dinheiro. É muito fácil nos apegarmos à nossa beleza, às nossas aptidões ou às nossas posses, e assim nos sentirmos superiores aos outros. É igualmente fácil nos apegarmos à nossa feiúra, à nossa falta de aptidões ou à nossa pobreza, e assim nos sentirmos inferiores aos outros. O apego às condições favoráveis leva à avidez e ao falso otimismo, enquanto que o apego às condições desfavoráveis leva ao ressentimento e ao pessimismo. Sem dúvida, nosso apego às coisas, condições, sentimentos e idéias é muito mais problemático do que imaginamos.
Quando adoecemos, chegamos até mesmo a nos apegar à doença. É melhor não fazermos isso. Todas as doenças serão curadas, exceto uma, que é a morte. Quando você estiver doente, aceite a doença e faça o possível para se recuperar. Aceite a doença e a transcenda… ou melhor, aceite-transcendendo. A vida é mutável; todas as coisas são mutáveis; todas as condições são mutáveis. Por isso, “deixe ir” as coisas. Todos os abusos, a raiva, a censura – deixe que venham e que se vão. Tudo o que fazemos, devemos fazer com sinceridade, com honestidade e com todas as nossas forças; e uma vez feito, feito está.
Não nos apeguemos a ele. Muitas pessoas se apegam ao passado ou ao futuro, negligenciando o importante presente. Devemos viver o melhor “agora”, com plena responsabilidade. Quando o sol brilha, desfrute-o; quando a chuva cai, desfrute-a. Todas as coisas nesta vida – deixe que venham e deixe que se vão. Este é um segredo da vida que nos impede de ficar aborrecidos ou neuróticos.
Buda disse que todas as coisas na vida e no mundo estão em constante mutação; por isso, não se torne apegado a elas.
Página na web: http://bemviverapometria.wordpress.com/2010/04/16/o-desapego-segundo-o-budismo/
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