Público de Novos Hábitos

On line agora

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ser livre de verdade...

Paz de espírito.



Por Adriana Mantana

Alívio e paz são sensações maravilhosas.
Estou lendo um livro muito bom:
A arte da felicidade. Dalai Lama
Amanhã vou conhecer
http://www.daissen.org.br/hp/index.php?id=&s=ct&menu_id=23
Acredito muito que a verdadeira felicidade está dentro de nós mesmos.
Não existem fatores externos que tirem a nossa paz, se tivermos domínio próprio.
Algo aconteceu e estou realmente interessada no Budismo.
A doutrina do desapego, autoconhecimento, meditação e estudo profundo de si mesmo.
Já estou cansada de fatores externos.
Sinto uma sede imensa de mim mesma.
Conhecer-me e melhorar para ontem o que precisa ser melhorado.
Abrir a mente para o novo.
Ser verdadeiramente livre.

Um forte abraço.

Namastê

domingo, 17 de fevereiro de 2013

O tempo de que foge...



“Contei meus anos
e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente
do que já vivi até agora.

Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas
percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.

Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis,
para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias
que nem fazem parte da minha.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo
majestoso cargo de secretário-geral do coral.
“As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.”
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços,
não se encanta com triunfos,
não se considera eleita antes da hora,
não foge de sua mortalidade.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
o essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!”

~ Ricardo Gondim,

Silêncio é...




Silêncio é mansidão
Quando você não defende a si mesmo contra as ofensas
Quando você não chama por seus direitos
Quando você deixa Deus defende-lo
Silêncio é mansidão...

Silêncio é misericórdia
Quando você não revela a outros a falta de seus irmãos
Quando você prontamente perdoa sem remexer o passado
Quando você não julga, mas ora em seu coração
Silêncio é misericórdia...

Silêncio é paciência
Quando você aceita sofrimentos sem reclamar, alegremente
Quando você não procura consolações humanas
Quando você não se torna muito excitado
Mas espera, paciente, que a semente germine
Silêncio é paciência...

Silêncio é humildade
Quando não há competição
Quando você considera a outra pessoa melhor do que você
Quando deixa seu irmão brotar, crescer e amadurecer
Quando você, alegremente, abandona tudo no Senhor
Quando as suas ações podem ser mal interpretadas
Quando você deixa para outros a gloria da recompensa
Silêncio é humildade...

Silêncio é fé
Quando você guarda silêncio porque sabe que o Senhor agirá
Quando você renuncia à voz do mundo para manter-se na presença do Senhor
Quando você não se esforça para ser entendido
Porque é suficiente para você saber que o Senhor o entende
Silêncio é fé...

Silêncio é adoração
Quando você abraça a cruz sem perguntar “por quê”
Silêncio é adoração...



Madre Teresa de Calcutá

Quebre a carapaça... MUDE.




Por Adriana Mantana

Quebrar paradigmas e sair da zona de conforto não é muito fácil.
No entanto, gera uma paz de espírito muito grande.
Mudar é preciso.
Aprender faz parte da vida.
O ser humano que resiste a mudança sofre muito.
Afinal, estamos em um mundo mutável.
O que é hoje, amanhã já mudou.
Então, o que impede a mudança?
Se obrigue se for o caso, a permanecer no presente.
Só existe o agora.
Claro, que também é preciso planejar.
Mas existe uma grande diferença entre planejar, traçar metas e objetivos; e ficar só futuro.

Exemplos:
Quando eu tiver aquela casa serei feliz,
Quando eu perder 20 kg serei plena e por aí vai.
Não se iluda elaborar planos e ter sonhos é fundamental, mas procure ser satisfeito (a), AGORA.
Dê pequenos passos no agora, mas saia da zona de conforto faça algo que realmente goste.
Sempre cuidando para não pisar ou maltratar ninguém, afinal como sempre digo.
Somos semeadores do nosso destino.
Colhemos o que plantamos sempre.
Cuide de sua plantação como AMOR.

Forte abraço.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Meditação no Parque...



http://meditacaonoparque.blogspot.com.br/2009/10/como-meditar.html


Muito aprendizado.
Desapego = Budismo.
Bodisatva = Mente iluminada
Calar os pensamentos e ter o controle mental.

Vale a pena da uma olhada

http://www.daissen.org.br/hp/index.php?id=&s=home

O desapego, segundo o Budismo




Quem a tudo renuncia jubiloso, alcança, já agora, a mais alta paz do espírito; mas quem espera vantagem das suas obras é escravizado pelos seus desejos.
Na verdade, a vida de iluminação é o caminho do desapego. Muitos dos problemas da vida são causados pelo apego. Ficamos com raiva, preocupados, tornamo-nos ávidos, fazemos queixas infundadas e temos todos os tipos de complexos. Todas estas causas de infelicidade, tensão, teimosia e tristeza são devidas ao apego. Se você tem algum problema ou preocupação, examine a si mesmo e descobrirá que a causa é o apego.
Existe uma famosa história zen sobre um mestre e seu discípulo. Os dois estavam a caminho da aldeia vizinha quando chegaram a um rio caudaloso e viram na margem, uma bela moça tentando atravessá-lo. O mestre zen ofereceu-lhe ajuda e, erguendo-a nos braços, levou-a até a outra margem. E depois cada qual seguiu seu caminho. Mas o discípulo ficou bastante perturbado, pois o mestre sempre lhe ensinara que um monge nunca deve se aproximar de uma mulher, nunca deve tocar uma mulher. O discípulo pensou e repensou o assunto; por fim, ao voltarem para o templo, não conseguiu mais se conter e disse ao mestre:
— Mestre, o senhor me ensina dia após dia a nunca tocar uma mulher e, apesar disso, o senhor pegou aquela bela moça nos braços e atravessou o rio com ela.
— Tolo – respondeu o mestre – Eu deixei a moça na outra margem do rio. Você ainda a está carregando.
Desapego não é desinteresse, indiferença ou fuga. Não devemos nos tornar indiferentes aos problemas da vida. Não devemos fugir da vida; não se pode fugir dela quando somos sinceros.
A vida e seus problemas devem ser encarados e lidados de frente, mas não são coisas às quais devamos nos apegar. É verdade que o dinheiro tem sua importância, mas a pessoa que se apega a ele torna-se avarenta e escrava do dinheiro. É muito fácil nos apegarmos à nossa beleza, às nossas aptidões ou às nossas posses, e assim nos sentirmos superiores aos outros. É igualmente fácil nos apegarmos à nossa feiúra, à nossa falta de aptidões ou à nossa pobreza, e assim nos sentirmos inferiores aos outros. O apego às condições favoráveis leva à avidez e ao falso otimismo, enquanto que o apego às condições desfavoráveis leva ao ressentimento e ao pessimismo. Sem dúvida, nosso apego às coisas, condições, sentimentos e idéias é muito mais problemático do que imaginamos.
Quando adoecemos, chegamos até mesmo a nos apegar à doença. É melhor não fazermos isso. Todas as doenças serão curadas, exceto uma, que é a morte. Quando você estiver doente, aceite a doença e faça o possível para se recuperar. Aceite a doença e a transcenda… ou melhor, aceite-transcendendo. A vida é mutável; todas as coisas são mutáveis; todas as condições são mutáveis. Por isso, “deixe ir” as coisas. Todos os abusos, a raiva, a censura – deixe que venham e que se vão. Tudo o que fazemos, devemos fazer com sinceridade, com honestidade e com todas as nossas forças; e uma vez feito, feito está.
Não nos apeguemos a ele. Muitas pessoas se apegam ao passado ou ao futuro, negligenciando o importante presente. Devemos viver o melhor “agora”, com plena responsabilidade. Quando o sol brilha, desfrute-o; quando a chuva cai, desfrute-a. Todas as coisas nesta vida – deixe que venham e deixe que se vão. Este é um segredo da vida que nos impede de ficar aborrecidos ou neuróticos.
Buda disse que todas as coisas na vida e no mundo estão em constante mutação; por isso, não se torne apegado a elas.

Página na web: http://bemviverapometria.wordpress.com/2010/04/16/o-desapego-segundo-o-budismo/

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O apego...



Por Adriana Mantana.

Hoje me deparei com esta flor no meio do caminho...
Estava indo para o meu almoço...
E comecei meus questionamentos como de praxe.
O que nos faz sofrer é o apego, tanto é que no Budismo a questão do apego é trabalhada de forma intensa pelos seus adeptos.
Então deve-se praticar o desapego, para ter mais plenitude e um maior contato com a própria vida.
Todas as vezes que o foco é em outra coisa ou pessoa, perdemos a essência do eu.
Temos que nos bastar sozinhos, ter prazer com a própria presença.
E claro tomar muito cuidado com o apego, seja com pessoas ou coisas.
Afinal, um dia todos nós seremos anjos.

Forte abraço.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Banalização do relacionamento afetivo/íntimo...

 
Por Adriana Mantana
 
Hoje fiquei chocada com esta capa.
Sei lá, banalização total do relacionamento afetivo e intimo.
Compreendo que existem várias redes sociais para aproximação para namoro.
Mas esta reportagem em suma diz:
Vamos encurtar o papo, vamos transar?
Este aplicativo é considerado o maior sucesso do facebook hoje.
Não sei até que ponto vamos chegar com tal banalização, só sei que estou chocada mesmo.
Enfim, cadê as conversas, fidelidade, namoro e compromisso?
Realmente eu não devo ser deste mundo.
Sexo, por sexo é frio.
Sexo, sem amor?
Qual finalidade disto?
Simplesmente atingir um orgasmo, satisfação momentânea.
Regressão de valores.
Uma vergonha, sem vergonha.

Sexo, com amor e respeito É MUITOOOOOOOO MELHOR!!!

Deixe o seu email aqui para receber nossas ÚLTIMAS NOVIDADES.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...