Público de Novos Hábitos

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Não deixe o amor passar...

 


Por Adriana Mantana

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Foco, força e fé...



Por Adriana Mantana

Equilíbrio, paz e serenidade interior.
É o caminho do sucesso.
Tudo é possível para aquele que acredita na vitória.
Não basta TER paz, mas é preciso SER paz.
Porque aquilo que se é, não muda.
Muitas vezes os testes irão surgir, para ver até aonde conseguimos ter a paciência e o equilíbrio interior. Qual é o tamanho da sua fé? Da sua certeza?
Verdadeiros gigantes surgirão em nossos caminhos, nestes momentos temos que ter a verdadeira percepção do que são.
Gigantes ou pirineus?
Muitas vezes tendemos a engrandecer nossos problemas, mais do que são de verdade.
Então, em momentos de angústia nada melhor do que um banho, um chá e claro uma oração.
Buscar motivos para ser feliz, pleno e satisfeito (a).

Seja feliz agora!

Forte abraço.

Você está no Leme?



Quando vemos, em alto mar, uma embarcação navegando ao sabor do vento, o que nos vem à mente?
Por suposição, diremos que é um barco à deriva, sem mãos fortes para conduzir o leme.
Todavia, quando o timoneiro assume o seu posto, a embarcação segue o rumo que ele definir.
Assim também acontece com a barca das nossas existências.
Se deixamos que os ventos e tempestades definam os rumos que deveremos seguir, fatalmente teremos surpresas desagradáveis pela frente.
Se, ao contrário, seguramos o leme e conduzimos a barca guiando-nos pela bússola da razão e dos sentimentos nobres, certamente chegaremos a um porto seguro.
Há pessoas que navegam os mares da existência sem se preocuparem com a direção que tomam. São facilmente empurradas pelos ventos da cobiça, da ambição desmedida, dos prazeres enganadores, da vaidade sem limites.
E, quando sentem que perderam o rumo, se desesperam e se revoltam contra Deus e contra todos, tentando justificar a falta de cuidados e de previdência.
Há os que se dizem fracos para conduzir o leme e deixam que o barco adentre a neblina escura da depressão, da melancolia, do desespero e, por fim, mergulham nos abismos do suicídio.
Esses terão que emergir, mais cedo ou mais tarde, suportando as dores dos ferimentos graves, provocados pela queda infeliz e inconsequente.
Há, ainda, aqueles que querem chegar ao destino em primeiro lugar. Atropelam os demais navegadores, destróem suas barcas e não se importam com o que venha a acontecer com os demais.
Queimam o combustível da saúde, usam de má fé para conseguir a melhor posição, penhoram a dignidade por um lugar de destaque. Esses não vão muito longe sem graves prejuízos.
Mas, nesse grande mar da vida, há navegantes previdentes e sábios que seguem com cuidado e perseverança. O barco das suas existências jamais fica à deriva.
Resistem com bravura às tempestades mais ameaçadoras e não se deixam levar pelos ventos fortes do desespero.
Sabem que cada um deve conduzir sua embarcação e, ao mesmo tempo, ajudar aos demais navegantes para que todos cheguem bem ao destino.
* * *
Você está no leme.
Você, e somente você conduz a sua embarcação.
Seus atos lhe pertencem, seus vícios, suas virtudes...
O barco da sua vida seguirá pela rota que você traçar.
E jamais se esqueça de que a sua felicidade espera por você, em algum porto de luz que lhe foi destinado pelo grande timoneiro de todas as almas, que é o Criador do Universo.
Pense nisso!
Redação do Momento Espírita.

Página na web: http://www.mensagemespirita.com.br/mensagem-em-audio/100/voce-esta-no-leme

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O que há...




O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A sutileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas
Essas e o que falta nelas eternamente
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,

Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

As Olimpíadas, os concursos públicos e o vento...



O vencedor usa a cabeça; o perdedor, o coração. Na ânsia de vencer, o perdedor substitui a razão pela emoção, os nervos falam mais alto e o resultado é o fracasso.
Fabiana Murer (do salto com vara) desistiu da Olimpíada de Londres com a seguinte desculpa: “Comecei a correr e senti um vento forte. Era até perigoso me machucar se tentasse” (que vento foi esse...). Na Olimpíada de Pequim, Murer alegou que suas varas desapareceram (Sem comentários...). No hipismo (Olimpíada de Londres), o cavaleiro José Roberto Reynoso justificou o fracasso assim: “A cultura europeia é voltada para o cavalo, no Brasil a pessoa é voltada a ter cachorro em casa” (o que ele quis dizer?)
O ginasta Diego Hypólito, na Olimpíada de Pequim, após liderar a fase de classificação, era favorito ao ouro. Contudo, na decisiva fase, caiu com a conjuminância retroativa (nádegas) esparramada ao solo. Na Olimpíada de Londres, o tombo foi de barriga. Sim, ele terminou sua apresentação em um incômodo decúbito ventral. Depois de mais um fracasso, vieram as desculpas.
Não é o vento, não é a cultura brasileira voltada para a criação da raça canina, nem as hilárias desculpas que se ouvem por aí, mas sim a falta de equilíbrio emocional que faz nossos atletas tremerem, mormente quando disputam competições que chamam a atenção do mundo, como Copa do Mundo e Olimpíada.
Qualquer ser humano está propenso a embaraços emocionais (o brasileiro com intensidade maior), é por isso que o psicólogo americano Daniel Goleman sugere que a inteligência emocional seja matéria obrigatória nas escolas. Para Goleman, inteligência emocional “é a capacidade de criar motivações para si próprio e de persistir em um objetivo apesar dos percalços; de controlar impulsos e saber aguardar pela satisfação de seus desejos; de se manter em bom estado de espírito e de impedir que a ansiedade interfira na capacidade de raciocinar; de ser empá­tico e autoconfiante.”
Os competidores brasileiros sabem buscar motivação e persistir nos objetivos; porém é raro quem saiba evitar que a ansiedade interfira no desempenho. Essa deficiência é notória; por isso, inúmeras competições foram perdidas, embora eles fossem favoritos. No futebol, se não fosse o desequilíbrio emocional, o Brasil já teria ganhado mais de dez Copas do Mundo.
O problema costuma atacar os favoritos, porque se trata de abalo emocional decorrente do medo de perder. A pessoa fica tão ansiosa para ganhar que morre de medo de perder e acaba “amarelando” na hora da disputa. Conheço bem o problema porque tive de enfrentá-lo e superá-lo. No meu caso, a competição não era esportiva, mas intelectual: competição nos concursos públicos.
A competição nos concursos, nesse particular, é igual às competições esportivas (no primeiro concurso fui reprovado quatro vezes seguidas. Depois que passei a controlar os nervos, minha performance mudou completamente). Nos concursos, assim como em qualquer competição, a tranquilidade na hora do exame é fundamental, pois o embaraço emocional prejudica o raciocínio, instrumento indispensável para o êxito na empreitada.
Para superar o problema desenvolvi duas estratégias dentro do contexto da inteligência emocional. A primeira denominei de estratégia mental defensiva, que consiste no treinamento mental que valoriza as coisas boas e relativiza as ruins. É que a vida é constituída por coisas boas e ruins. A estratégia mental defensiva valoriza as coisas boas e minimiza ao máximo as ruins. Dessa forma, a pessoa consegue superar problemas como morte na família, doenças, prejuízos, acidentes, perseguições etc. sem se abalar e, com isso, não abandona o seu objetivo.
A estratégia mental defensiva é essencial na fase da preparação para a competição. Seu implemento neutraliza os problemas para não interferirem no treinamento (estudos, exercícios etc.). A outra estratégia que adoto é a mental ofensiva. Esta tem por escopo tranquilizar o competidor na hora da disputa, pois elimina o medo de perder. Como visto, é o medo da derrota que faz o competidor ficar nervoso. É esse medo que atormenta nossos atletas, levando-os ao fracasso, quando tinham tudo para vencer. O mesmo acontece com muitos concurseiros. Eles se preparam intensamente, mas na hora da prova “amarelam” e perdem a vaga para candidatos que nem estavam bem preparados.
Passei em primeiro lugar em concursos que não tive tempo e nem oportunidade para me preparar melhor. Sei que havia candidatos melhores preparados, todavia, na hora da prova eu os superei, pois não sofria interferência dos nervos. É que o implemento da estratégia mental ofensiva proporciona o trabalho com a cabeça (neurônios) e não com os nervos. Por falar em cabeça, o medalhista de ouro nas argolas (Olimpíada de Londres), Arthur Zanetti, declarou: “Cabeça é o que faz a diferença entre o campeão e os outros.”
As estratégias mentais funcionam de verdade, permitindo ao indivíduo o controle emocional em qualquer situação. Por isso, no meu livro De Faxineiro a Procurador da República, reservo boa parte para explicar como implementá-las. Ensino que o competidor (atleta ou concurseiro) precisa ser “frio e calculista” (no bom sentido). Não deve se abater com os percalços e nem “amarelar” na hora da competição.
Além de o brasileiro ser emotivo por natureza, diferentemente, por exemplo, do alemão, é raro quem sabe dominar a emoção. Vi declaração de ex-atleta brasileiro que se tornou comentarista dizendo que não sabia o que fazer no dia anterior à importante competição. Sofria com ansiedade até a hora da disputa. Já vi treinadores dando ordens a seus atletas em absoluto descompasso com os princípios norteadores do controle emocional.
Pelo resultado que se vê no comportamento dos atletas brasileiros, os profissionais (psicólogos etc.) a serviço deles não têm obtido êxito, basta ver que é raro algum atleta que domina a emoção. Por exemplo, foi destaque na imprensa a “frieza” da judoca piauiense Sarah Menezes, medalha de ouro em Londres. Comportamento desse jaez deveria ser regra entre os atletas de alto nível, pois quem compete para vencer tem que ser “frio e calculista”, ter controle efetivo sobre as emoções. Não adianta só a preparação física e/ou intelectual, é imprescindível a preparação emocional.
A necessidade de dominar as emoções não se limita a quem participa de competições esportivas ou concursos públicos, mas a todos que vivem em sociedade. Afinal, nas relações sociais passamos por diversas situações que reclamam domínio da emoção, é por isso que Daniel Goleman sugere que a inteligência emocional seja matéria obrigatória nas escolas.
Dominando as emoções, convivemos bem com os altos e baixos da vida. Ademais, enfrentamos o perigo com coragem, porquanto o medo é uma emoção negativa que deve ser controlada; caso contrário, nos acovardamos, seja “amarelando” na hora de uma competição, seja fugindo ou recuando diante de qualquer sinal de perigo.
 
Manoel Pastana

A parábola da Vaquinha...



Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.

- O senhor vê aquela vaca ? – disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo :

- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.

O discípulo não acreditou.

- Não posso fazer isso, mestre ! Como pode ser tão ingrato ? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem !

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem :

- Vá lá e empurre a vaquinha.

Indignado porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram: No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.

Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.

- Claro que sei. Você está olhando para ela.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse :

- Mas o que aconteceu ? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu :

- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.

E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

Autor desconhecido

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Muita luz...



Embora sozinho, continue a caminhada!
Se todos o abandonarem, prossiga sua jornada.
Se as trevas crescerem em seu redor, mais uma razão para que você mantenha acesa a pequenina
chama de sua Fé.
Não deixe que a luz se apague, para que você mesmo não fique em trevas.
Ilumine, com sua Luz, as trevas que o circundam.

Aproveite os minutos de alegria, sem pressa de novamente mergulhar nos trabalhos agitados.
Goze amplamente seu repouso espiritual.
Olhe a paisagem, contemple as estrelas, aprecie os caprichos da natureza, colha em todos os canteiros as flores da alegria!
Saiba viver integralmente os belos momentos de sua vida!

A vida é um canto eterno de beleza. Os homens complicam a vida e dificultam a existência porque se acreditam diferentes uns dos outros. Mas a vida é uma só e os homens todos são irmãos.

Distribua amor e compreensão a todos os que se chegam até você. Faça como o sol que se dá a todos igualmente, em raios benéficos de luz e calor.

Espalhe para todos a alegria que vive dentro de você. Seja sua alegria contagiante e viva, a fim de expulsar a tristeza de todos os que a cercam.
A alegria é uma tocha de luz que deve permanecer sempre acesa, iluminando todos os nossos atos e servindo de guia aos que se chegam a nós.
Se em você houver luz e você deixar abertas as janelas de sua alma, por meio da alegria, todos os que passarem pela estrada em trevas serão iluminados por sua luz.
Espalhe para todos a alegria que vive dentro de você. Seja sua alegria contagiante e viva, a fim de expulsar a tristeza de todos os que a cercam.
A alegria é uma tocha de luz que deve permanecer sempre acesa, iluminando todos os nossos atos e servindo de guia aos que se chegam a nós.
Se em você houver luz e você deixar abertas as janelas de sua alma, por meio da alegria, todos os que passarem pela estrada em trevas serão iluminados por sua luz.



Página na web: http://www.mensagemespirita.com.br/mensagem-em-video/228/mensagem-motivacional-muita-luz

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Lugar de amor...



Em todo indivíduo existe
um recanto imaculado,
virgem, inexplorado,
silencioso, profundo...

Em toda criatura permanece
um mundo,
santo e ignorado,
nunca dantes penetrado,
aguardando,
enriquecido de ternura...

Há, no abismo de toda alma,
um rochedo,
um lugar, uma ilha,
um paraíso,
um recanto de maravilha
a ser descoberto...

Em todo coração se demora
um espaço aberto para a aurora,
um campo imenso
a ser trabalhado,
terra de Deus,
lugar de sonho,
reduto para o futuro...

Em toda vida
há lugar para vidas,
como em toda alegria
paira uma suave melancolia
prenunciadora de aflição.

Há, porém, um lugar em mim,
na ilha dos meus sentimentos não desvelados,
um abismo de espera,
um oceano de alegria,
um cosmo de fantasia,
para brindar-Te,
meu Senhor!

Vem, meu amado
Rei e Senhor,
dominar a minha ansiedade,
conduzir-me pela estrada
da redenção.

E toma desse estranho e solitário país,
reinando nele e o iluminando
com as tuas claridades celestes,
para que, feliz, eu avance,
até o desfalecer das forças,
no Teu serviço libertador.

Vem, meu Rei,
ao meu recanto
e faze de minha vida
um hino de serviço.
E por Ti uma perene
canção de amor.

Invocação

Senhor, Inunda-me no esplendor de tua luz e,
contudo, cego, não Te vejo.
Falas-me na eloqüência do teu verbo e,
no entanto, surdo,não Te ouço.
Abrasas-me na ardência de teu amor e,
todavia, insensível, não Te sinto.
Oh! Estranha contradição!
Tu, bem perto de mim,
e eu, tão longe de Ti!
Desvela-me, Senhor, os olhos,
cegos de orgulho; abre-me os ouvidos,
surdos de vaidade, e sensibiliza-me o
coração, duro de maldade,
para que eu descubra tua divina
presença na intimidade do meu ser!

Divaldo Franco pelo Espírito Rabindranath Tagore

Página na web: http://www.mensagemespirita.com.br/mensagem-em-video/227/lugar-de-amor

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